Israelitas asseguram que detiveram mais de 500 membros do Hamas e Jihad Islâmica
“Mais de 500 terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica foram detidos por tropas israelitas e do Serviço de Informações Internas [Shin Bet] durante o último mês”, após o que foram transferidos “para serem interrogados”, anunciou um porta-voz militar em comunicado.
Desde o final da trégua de uma semana, que acabou em 01 de dezembro, as forças israelitas “detiveram cerca de 140 terroristas do Hamas e Jihad Islâmica”.
A mesma fonte adiantou que em novembro tinham sido detidos “350 agentes terroristas do Hamas” e “mais de 120 da Jihad Islâmica”.
C/Lusa
Israel vai ter mais dois postos de controlo de camiões com ajuda a entrar em Gaza
Este ponto de passagem no Egito é o único que as organizações internacionais podem utilizar para entregar ajuda à população de Gaza.
Jerusalém. Na Cidade Velha, cristãos e muçulmanos pedem paz
Familiares temem morte dos reféns retidos pelo Hamas
Hamas avisa que reféns serão mortos se Israel não aceitar acordo
Al Jazeera acusa Israel de atacar casa de um jornalista
"Apelamos à comunidade internacional para que tome medidas urgentes para impedir os massacres de jornalistas e civis em Gaza pelo exército de ocupação". defendeu a televisão sediada no Catar.
Situação "apocalíptica". Josep Borrell compara Gaza à destruição da Alemanha na II Guerra Mundial
Josep Borrell considerou ainda que o sofrimento humano constituia um "desafio sem precedentes".
Os chefes da diplomacia da UE discutiram sanções adicionais contra o Hamas com base numa proposta de França, Itália e Alemanha, às quais "não houve objeções".
Palestinianos em protesto contra ofensiva israelita em Gaza
Foto: Luís Peixoto - Antena 1
Israel não tem intenção de permanecer em Gaza, afirma o ministro da Defesa
De igual forma, o ministro israelita indicou que o país está aberto à negociação de um acordo com o Hezbollah, do Líbano, sob condição de chegar a acordo sobre uma zona segura ao longo da fronteira entre os dois países.
UE vai propor a aplicação de sanções contra a violência cometida por colonos israelitas na Cisjordânia
A informação foi confirmada pelo chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell. "Vamos trabalhar para propor sanções aos colonos extremistas na Cisjordânia", adiantou o responsável europeu numa conferência de imprensa.
Em Portugal, vários deputados apelaram ao cessar-fogo "imediato, duradouro e sustentado"
O apelo é assinado por 18 deputados do PS, três do PCP e uma deputada do Bloco, adianta a agência Lusa, que teve acesso ao documento.
De acordo com a agência, os deputados recordam que a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou no final de outubro uma resolução sobre a proteção dos civis e o cumprimento das obrigações legais e humanitárias tendo em conta "a deterioração da situação na Faixa de Gaza e nos restantes territórios palestinianos ocupados, incluindo Jerusalém Leste, e em Israel".
Casa Branca assume preocupação com relatos de uso de fósforo branco pelo exército israelita
Novo balanço. Pelo menos 18.205 mortos em Gaza, avança o Ministério da Saúde
O governo estima ainda que pelo menos 49.645 pessoas ficaram feridas desde o início do conflito.
Voluntários do Crescente Vermelho Palestiniano iniciam preparativos para hospital de campanha
O hospital de campanha cedido pelo Catar terá uma sala de operações, uma unidade de cuidados intensivos e um departamento de radiologia. Terá também uma capacidade de 50 camas.
🙏PRCS volunteers have begun initial preparations for establishing the #Qatari field hospital 🇶🇦in the #Rafah governorate, in collaboration with the @QRCS in response to the repercussions of the Israeli aggression on the #Gaza Strip for the past 66 days.
— PRCS (@PalestineRCS) December 11, 2023
📍The hospital's… pic.twitter.com/2u7WcgSljq
O grupo disse também que o hospital será gerido pelo seu pessoal no Hospital al-Quda.
Presidente da câmara de Taybeh, no Líbano, morreu em ataque israelita
Hamas estava preparado para resistir a dois meses de intensos bombardeamentos
O Hamas afirma que já morreram mais de 18 mil palestinianos desde o início do conflito com Israel.
Médio Oriente. "Credibilidade da UE depende da fidelidade aos princípios do Direito Internacional", defende Costa
Foto: Tiago Petinga - Lusa
Sistema de saúde de Gaza entrou em colapso total
A coordenadora disse que os serviços da organização no enclave devastado pela guerra são extremamente limitados.
"O sistema de saúde está completamente destruído neste momento. É difícil para nós acompanhar o fluxo constante de feridos", acrescentou.
Para Marie-Aure Perreaut, “é extremamente difícil para os colegas passarem pelas urgências porque são eles que estão a ser feridos. Há cerca de uma hora, um dos nossos colegas deu entrada nas urgências gravemente ferido, juntamente com a sua família", e acrescentou. "É extremamente traumatizante".
A coordenadora de emergência dos Médicos Sem Fronteiras disse ainda que muitos dos feridos não têm acesso a tratamento porque os centros de saúde estão a receber ordens de evacuação e as estradas não são seguras para chegar às clínicas disponíveis.
Cerca de 50 palestinianos morreram na última noite
Foto: Ibraheem Abu Mustafa - Reuters
Mais de 100 soldados israelitas mortos e 582 feridos
Para além disso, as IDF afirmam que 582 soldados foram feridos na Faixa de Gaza.
O número total de baixas desde 7 de outubro é de 433 soldados mortos e 1.645 feridos. Este total inclui provavelmente os mortos diretamente no ataque do Hamas de 7 de outubro no sul de Israel, bem como as baixas no norte de Israel, onde tem havido frequentes trocas de tiros sobre a linha azul traçada pela ONU que separa Israel do Líbano.
O jornal israelita Haaretz refere que, de acordo com os dados das IDF, há atualmente 34 soldados hospitalizados em estado grave, 210 em estado moderado e 149 em bom estado.
Parlamento Europeu defende caminho para paz com "Estado palestiniano forte"
Em comunicado, o PE condenou em simultâneo os “crimes desprezíveis” perpetrados pelo movimento islamista Hamas e as ações de Israel contra “os palestinianos inocentes que estão a sofrer as consequências” na Faixa de Gaza, incessantemente bombardeada nos últimos dois meses, e na Cisjordânia, onde os colonos israelitas acentuaram a violência para expulsar pessoas das casas e expandir os colonatos.
“Nada de positivo pode acontecer se não houver um esforço político renovado de reformar a Autoridade Palestiniana e construir um Estado palestiniano forte”, acrescentaram na nota divulgada após a deslocação a Israel e à Cisjordânia.
O PE quer que haja cooperação entre as autoridades israelitas e palestinianas com as missões da União Europeia no terreno, no “dia logo após” o fim do conflito atual, para ajudar à reconstrução e para estabelecer relações na base do diálogo pacífico.
Os eurodeputados também querem que “haja mais esforços para aumentar a entrada de apoio em Gaza”, completamente cercada pelas tropas israelitas.
Ataque do Hamas não é "ponto de partida para a guerra", afirma MNE iraniano
Amirabdollahian sublinhou que, embora o Irão não tivesse conhecimento do ataque antes de este ter ocorrido, Teerão acredita que o Hamas é um movimento de libertação contra a ocupação israelita.
"É evidente que esta luta já foi alargada à frente libanesa e à frente iemenita e, como é óbvio, estes não são os nossos grupos por procuração", disse, acrescentando que "nem Israel nem os EUA, mesmo que passem mais 10 anos em Gaza, serão capazes de destruir o Hamas".
Ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros diz que Irão e Israel não acreditam numa solução de dois Estados
Durante um fórum internacional em Doha, no Catar, Amir-Abdollahian reiterou a proposta do Irão que consiste na realização de um referendo para determinar o destino da Palestina, sendo permitido votar apenas os descendentes daqueles que lá viviam antes de 1948.
Alemanha pede a Israel que adapte estratégia de guerra
"Esperamos que Israel permita mais ajuda humanitária, especialmente no norte, que as suas ações militares sejam mais direcionadas e causem menos vítimas civis", disse a ministra numa conferência de imprensa no Dubai, à margem da cimeira da ONU sobre o clima.
"A questão de como Israel leva a cabo esta batalha é central para a perspetiva de uma solução política", disse.
ONU assinala 75 anos da Declaração dos Direitos Humanos
"Vejo o evento de hoje como um apelo à esperança e um apelo à ação", disse Turk durante o evento de dois dias em Genebra.
75yrs ago, the Universal Declaration of Human Rights lit the path to justice, freedom & peace.
— Volker Türk (@volker_turk) December 11, 2023
Today, we unite to reaffirm & act on its timeless principles.
It's time to overcome growing polarization & recognise the inherent dignity & equality of all individuals. #HumanRights75
"Num momento de tão pouca solidariedade e de tanta divisão e visão míope, vejo-o como um apelo para ultrapassar a polarização."
Nas comunicações sobre o evento, o gabinete de Turk evitou a palavra "celebrar" ao referir-se ao aniversário, preferindo o termo "assinalar".
Israel pede à ONU para fazer "melhor" na ajuda humanitária a Gaza
"Expandimos as nossas capacidades para realizar inspeções à ajuda entregue em Gaza. Kerem Shalom vai ser aberto, pelo que o número de inspeções vai duplicar. Mas a ajuda continua à espera na entrada de Rafah", escreve o COGAT no X.
"A ONU tem de fazer melhor - a ajuda está lá e as pessoas precisam dela", afirma o COGAT.We have expanded our capabilities to conduct inspections for the aid delivered into Gaza. Kerem Shalom is to be opened, so the amount of inspections will double.
— COGAT (@cogatonline) December 11, 2023
But the aid keeps waiting at the entrance of Rafah.
The UN must do better - the aid is there, and the people need it. pic.twitter.com/2RGNkPFRyD
Numa tentativa de facilitar o aumento do número de camiões de ajuda humanitária que podem entrar em Gaza todos os dias, na semana passada Israel anunciou que iria abrir o cruzamento de Kerem Shalom com Gaza para a inspeção de camiões de ajuda humanitária antes de entrarem em Gaza através do cruzamento egípcio de Rafah.
Arrisca pena de morte. Funcionário sueco da UE acusado no Irão de espionagem para Israel
Floderus, de 33 anos, cidadão sueco a trabalhar para o serviço diplomático da União Europeia, está preso há mais de 600 dias. Foi detido a 17 de abril de 2022, no aeroporto de Teerão, quando regressava ao Irão de uma viagem ao exterior, e está detido na prisão de Evin, na capital do país.
Foi ainda alegado que o cidadão sueco estava envolvido na “cooperação e comunicação de inteligência com a União Europeia” e no grupo de oposição exilado Mujahedin do Povo (MEK).
A agência Mizan publicou fotos de Floderus diante dos juízes em farda de prisão azul claro enquanto as acusações eram lidas | Amir-abbas Ghasemi - Mizan/ Wana via Reuters
O ministro sueco dos Negócios Estrangeiros, Tobias Billstrom, confirmou no sábado que o julgamento começou no Irão e defendeu que “não há qualquer sustentação para manter Johan Floderus detido, muito menos levá-lo a julgamento”.
A detenção do funcionário sueco ocorreu na mesma altura que um cidadão iraniano, Hamid Noury, estava a ser julgado na Suécia pela execução em massa de dissidentes em Teerão, um crime referente a 1988. Noury acabou por ser condenado a prisão perpétua em julho de 2022. Porém, já recorreu da sentença e aguarda veredito do tribunal de recurso da Suécia, a 17 de dezembro próximo.
Israel anuncia a morte de mais soldados
Conselho de Segurança da ONU visita Rafah
A visita ao posto fronteiriço de Rafah está a ser organizada pelos Emirados Árabes Unidos - que redigiram a resolução da semana passada -, cuja embaixadora na ONU, Lana Nusseibeh, afirmou que o objetivo da viagem é "aprender em primeira mão o que é necessário em termos de intensificação das operações humanitárias".
O porta-voz dos EUA disse à Reuters que está a "trabalhar sem parar para tentar melhorar a situação no terreno".
Dois combatentes do Hezbollah mortos em ataques israelitas
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) acrescentou que, para além dos dois combatentes, dois sírios que trabalhavam com o grupo foram mortos por ataques israelitas durante a noite perto de Damasco.
"Dois combatentes libaneses do Hezbollah e dois guardas sírios" que trabalhavam numa das instalações do grupo foram mortos, enquanto três outros combatentes e três civis ficaram feridos, disse o SOHR, com sede no Reino Unido.
Pelo menos 95 combatentes do Hezbollah foram mortos desde 7 de outubro, segundo o grupo.
Forças de Defesa de Israel enviam equipamento por via aérea para as tropas
The IDF says it has airdropped some 7 tons of equipment to hundreds of troops of the 98th Division's Commando Brigade who are operating in the Khan Younis area of southern Gaza.
— Emanuel (Mannie) Fabian (@manniefabian) December 11, 2023
It says this is the first time since the 2006 2nd Lebanon War that the IDF is airdropping equipment… pic.twitter.com/4vugeg1y2D
Roma, Paris e Berlim pedem sanções da UE contra o Hamas
"Manifestamos o nosso total apoio à proposta de criação de um regime de sanções ad hoc contra o Hamas e os seus apoiantes", escrevem na carta a que a Reuters teve acesso.
"A rápida adoção deste regime de sanções permitir-nos-á enviar uma mensagem política forte sobre o compromisso da União Europeia contra o Hamas e a nossa solidariedade para com Israel", acrescenta a missiva.
No território ocupado por Israel, realiza-se esta segunda-feira uma paralisação em protesto contra a guerra em Gaza
Antigo subcomandante da divisão de Gaza do exército israelita estima que Tsahal está perto do "controlo total" no norte de Gaza
"Estamos agora num momento crucial. Mais e mais terroristas estão a render-se. Dentro de uma semana ou duas, as IDF [Forças de Defesa de Israel] terão o controlo total da parte norte da Faixa de Gaza. É uma área muito densa, um bastião do Hamas, mas geograficamente é apenas 20 por cento da Faixa de Gaza", observou.
Ministério da Saúde da Faixa de Gaza refere 18.007 mortos, dos quais 70 por cento mulheres e crianças, e pelo menos 49.229 feridos
"Os profissionais de saúde fazem o que podem face à falta de medicamentos, à escassez de água e combustível ou à ausência de segurança", realça o Ministério.
Líderes religiosos em Jerusalém divididos com a guerra em Gaza
Foram detetados pelo menos oito lançamentos de território libanês contra a região da Galileia
Multiple Iron Dome interceptions after a barrage of rockets is launched from Lebanon at Ma'alot-Tarshiha in northern Israel. No reports of injuries. pic.twitter.com/Bc3Cy8VTl8
— Emanuel (Mannie) Fabian (@manniefabian) December 11, 2023
Por sua vez, o correspondente do jornal Times of Israel Emanuel Fabian publicou um vídeo, na rede social X, que mostra o sistema de defesa Iron Dome (cúpula de ferro) a atuar no norte do Estado hebraico.
Crescente Vermelho afirma que a zona do hospital Al-Amal é teatro de guerra
Netanyahu exige capitulação. Hamas vincula sobrevivência de reféns a cedência israelita
- As Nações Unidas deverão votar na terça-feira se querem um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza. O pedido volta a surgir após o veto dos Estados Unidos ao fim dos combates, na passada sexta-feira, no Conselho de Segurança. Desta feita, a trégua será votada na forma de um projeto de resolução em Assembleia Geral. Este fim de semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, garantiu que não vai desistir de promover o calar das armas no Médio Oriente;
- Várias organizações internacionais têm vindo a reforçar, de resto, os pedidos para um cessar-fogo em Gaza. Por sua vez, a Organização Mundial da Saúde avisa que a assistência médica no território palestiniano debaixo da contraofensiva israelita está à beira do colapso;
- O secretário de Estado norte-americano exortou Israel a redobrar esforços para proteger os civis palestinianos. Em entrevista à CNN, no domingo, Antony Blinken reconheceu que "não haverá segurança duradoura para Israel enquanto as aspirações políticas palestinianas não forem acolhidas";
- Prosseguem os esforços de mediação para obter um novo período de trégua que permita a libertação de reféns do Hamas. Isto apesar dos bombardeamentos contínuos, por parte da máquina de guerra do Estado hebraico, que "estão a apertar a janela" para a diplomacia, nas palavras do primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani;
- Uma nova vaga de bombardeamentos aéreos israelitas abateu-se esta segunda-feira sobre Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, segundo o relato de um correspondente da agência France Presse. Por sua vez, o exército israelita reportou disparos de rockets contra Israel, nas últimas horas, a partir de Gaza, onde estarão a ser travados intensos combates, tal como em Khan Younis;
- Em declarações reproduzidas pela Associated Press, o conslheiro israelita de segurança nacional Tzachi Hanegbi adiantou que os Estados Unidos não estabeleceram qualquer prazo para que Israel alcance os seus objetivos na Faixa de Gaza: "A avaliação de que isto não pode ser medido em semanas está correta e não tenho a certeza de que possa ser medido em meses";
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, conversou no domingo com o presidente russo, Vladimir Putin, a quem transmitiu insatisfação como "posições anti-Israel" por parte de Moscovo, de acordo com um comunicado de Telavive;
- Benjamin Netanyahu instou também o Hamas a depor as armas e "a render-se agora". "A guerra continua, mas é o princípio do fim para o Hamas. Digo-o aos terrotistas do Hamas: acabou. Não morram por Sinwar. Rendam-se agora", lançou;
- Um porta-voz do Hamas deixou um aviso sobre as vidas dos reféns que permanecem cativos do movimento radical palestiniano em Gaza. Israel, afirmou, não vai receber "os seus prisioneiros vivos sem uma troca, negociações e ir ao encontro das exigências da resistência". Haverá ainda 137 reféns em território palestiniano. O número de palestinianos detidos em cadeias israelitas ronda os sete mil.
"Diferença entre intenção e resultados". Blinken reafirma preocupação com civis
Papa apela à proteção de Direitos Humanos em teatros de guerra
Cinquenta palestinianos mortos em bombardeamentos na Faixa de Gaza
"As Forças de Defesa de Israel (FDI), guiadas pelos serviços secretos, eliminaram num ataque aéreo Emad Karika, que servia como novo comandante do batalhão de Shejaiya para a organização terrorista Hamas, depois de o antecessor ter sido morto em combate", publicaram as FDI na rede social X (antigo Twitter).
Um bombardeamento numa praça no acampamento de Maghazi, no centro do enclave, causou a morte de 22 civis, informou a agência de notícias palestiniana Wafa.
Pelo menos cinco palestinianos foram mortos no campo de refugiados de Nuseirat, também no centro da Faixa de Gaza. Já no campo de Deir al-Bala, uma mulher e uma criança morreram na sequência de um bombardeamento, informou o diário palestiniano Filastin na plataforma de mensagens Telegram.
Nas cidades de Khan Yunis e Rafah (sul), aviões israelitas mataram quatro e seis pessoas, respetivamente, depois de terem atingido edifícios residenciais.
Em 7 de outubro, Israel lançou um ataque em larga escala na Faixa de Gaza em resposta a um ataque de comandos do Hamas em solo israelita, infiltrados a partir de Gaza, no qual foram mortas 1.200, de acordo com as autoridades israelitas.
O Hamas também fez cerca de 240 reféns, 138 das quais permanecem em cativeiro.
Em resposta, Israel prometeu aniquilar o Hamas, no poder na Faixa de Gaza desde 2007 e classificado como uma organização terrorista pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por Israel.
Na sequência da guerra declarada por Israel, já morreram cerca de 18 mil palestinianos só na Faixa de Gaza, indicou o Ministério da Saúde palestiniano, controlado pelo Hamas.
Mais de 100 soldados israelitas mortos desde o início da operação em Gaza
Na segunda-feira, o exército divulgou a identidade de mais três soldados mortos nos combates na Faixa de Gaza.
O exército israelita afirmou que, até à data, 101 soldados tinham sido mortos na ofensiva terrestre.
Israel lançou um ataque em larga escala na Faixa de Gaza em resposta a um ataque, a 07 de outubro, de comandos do movimento islamita palestiniano Hamas em solo israelita, infiltrados a partir de Gaza, no qual foram mortas 1.200 pessoas, de acordo com as autoridades israelitas.
O Hamas também fez cerca de 240 reféns, 138 das quais permanecem em cativeiro.
Em resposta, Israel prometeu aniquilar o Hamas, no poder na Faixa de Gaza desde 2007 e classificado como uma organização terrorista pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por Israel.
Na sequência da guerra declarada por Israel, já morreram cerca de 18 mil palestinianos só na Faixa de Gaza, indicou o Ministério da Saúde palestiniano, controlado pelo Hamas.