Mundo
Hollande confirma detenção de suspeito de atentado em França
O Presidente francês interrompeu a reunião do Conselho Europeu para se referir ao atentado desta manhã ocorrido perto de Lyon, que matou pelo menos uma pessoa e feriu outras duas.
Hollande falou do atentado de forma serena, reconhecendo que este foi um "ataque de natureza terrorista" envolvendo um autor, "talvez dois".
Confirmou ainda a detenção de um suspeito. Trata-se de um homem de cerca de 30 anos que estará a recusar revelar a sua identidade.François Hollande adiantou que o principal suspeito
do atentado já foi identificado. Mas as autoridades ainda não tornaram
pública a sua identidade.
Hollande deverá participar no conselho de Defesa convocado de emergência. "O Presidente da república reune um Conselho de Defesa e eu vou ter com ele", referiu laconicamente o ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian.
O atentado desta manhã visou uma fábrica de gás, a Air Products, considerada um alvo de baixo risco, perto de Lyon (centro-sudeste de França) e ocorreu cerca de seis meses depois dos atentados de Paris.
O atentado fez pelo menos um morto, um homem encontrado decapitado e cuja cabeça, coberta de palavras em árabe, estava presa no gradeamento da fábrica de gás. Há ainda dois feridos.
O primeiro-ministro britânico expressou as suas condolências a François Hollande, reconhecendo tratar-se de uma situação "grave". "Os nossos pensamentos estão todos com as pessoas afetadas pelo incidente", afirmou Cameron, de acordo com fontes do seu gabinete.
O atentado provocou já várias reações entre os líderes políticos franceses. A presidente da Frente Nacional, Marine Le Pen, exige resposta imediata para "arrasar o terrorismo", outros apelam à "unidade" dos franceses.
Fontes dos serviços de segurança franceses referem que os alertas estavam no vermelho "há várias semanas" e que era esperado um atentado do género.
A polícia estava mesmo a seguir um suspeito esta manhã que circulava num carro nas imediações da fábrica que acabou por ser alvo do atentado.
Hollande deverá participar no conselho de Defesa convocado de emergência. "O Presidente da república reune um Conselho de Defesa e eu vou ter com ele", referiu laconicamente o ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian.
O atentado desta manhã visou uma fábrica de gás, a Air Products, considerada um alvo de baixo risco, perto de Lyon (centro-sudeste de França) e ocorreu cerca de seis meses depois dos atentados de Paris.
O atentado fez pelo menos um morto, um homem encontrado decapitado e cuja cabeça, coberta de palavras em árabe, estava presa no gradeamento da fábrica de gás. Há ainda dois feridos.
O primeiro-ministro britânico expressou as suas condolências a François Hollande, reconhecendo tratar-se de uma situação "grave". "Os nossos pensamentos estão todos com as pessoas afetadas pelo incidente", afirmou Cameron, de acordo com fontes do seu gabinete.
O atentado provocou já várias reações entre os líderes políticos franceses. A presidente da Frente Nacional, Marine Le Pen, exige resposta imediata para "arrasar o terrorismo", outros apelam à "unidade" dos franceses.
Fontes dos serviços de segurança franceses referem que os alertas estavam no vermelho "há várias semanas" e que era esperado um atentado do género.
A polícia estava mesmo a seguir um suspeito esta manhã que circulava num carro nas imediações da fábrica que acabou por ser alvo do atentado.