Mundo
Incêndios no Havai. Buscas só cobriram 25% do território e número de mortos aproxima-se de 100
São já 99 as vítimas mortais confirmadas dos incêndios que devastaram a ilha de Maui, no Havai. É expectável que o número de vítimas continue a aumentar, uma vez que as buscas ainda só cobriram 25% do território queimado.
As equipas de resgate do Havai continuam no terreno à procura de vítimas dos incêndios que devastaram a ilha de Maui.
O governador local, Josh Green, diz que as buscas ainda só cobriram 25% do território queimado e admite ser provável que encontrem entre dez a 20 vítimas a mais por dia.
Em entrevista à CBS News, John Green diz que pode levar até dez dias para se concluir o número total de mortos dos incêndios. O número de mortos é agora de 99, naquele que é já o incêndio florestal mais mortífero dos EUA no último século. O número de desaparecidos ultrapassa os 1300.
Os esforços de procura e resgate foram reforçados e o presidente da Câmara do condado de Maui revela que há 20 cães pisteiros envolvidos nas buscas por centenas de desaparecidos.
Estima-se que o incêndio tenha destruído ou danificou mais de 2.200 edifícios, 86% deles residenciais, causando danos estimados em 5,5 mil milhões de dólares.
A Casa Branca já garantiu que não vão faltar recursos para ajudar o Havai a recuperar da tragédia.
As causas deste incêndio estão a ser investigadas, numa altura em que a maior distribuidora de eletricidade está a ser acusada de ter provocado os incêndios.
Uma ação coletiva nos tribunais dos EUA acusa a maior distribuidora de eletricidade do arquipélago de ter causado os incêndios e de estar na origem da tragédia por ter deixado as linhas de energia operacionais durante as condições previstas de alto risco de incêndio.
A acusação diz que a empresa devia ter desligado a energia das linhas elétricas quando foram emitidos avisos meteorológicos para alto risco de incêndio.
Existem cerca de 30 portugueses a residir no Havai. O secretário de Estado das Comunidades já garantiu que estão a salvo e que o Governo português está em contacto permanente com o consulado e com as autoridades norte-americanas.
O governador local, Josh Green, diz que as buscas ainda só cobriram 25% do território queimado e admite ser provável que encontrem entre dez a 20 vítimas a mais por dia.
Em entrevista à CBS News, John Green diz que pode levar até dez dias para se concluir o número total de mortos dos incêndios. O número de mortos é agora de 99, naquele que é já o incêndio florestal mais mortífero dos EUA no último século. O número de desaparecidos ultrapassa os 1300.
Os esforços de procura e resgate foram reforçados e o presidente da Câmara do condado de Maui revela que há 20 cães pisteiros envolvidos nas buscas por centenas de desaparecidos.
Estima-se que o incêndio tenha destruído ou danificou mais de 2.200 edifícios, 86% deles residenciais, causando danos estimados em 5,5 mil milhões de dólares.
A Casa Branca já garantiu que não vão faltar recursos para ajudar o Havai a recuperar da tragédia.
As causas deste incêndio estão a ser investigadas, numa altura em que a maior distribuidora de eletricidade está a ser acusada de ter provocado os incêndios.
Uma ação coletiva nos tribunais dos EUA acusa a maior distribuidora de eletricidade do arquipélago de ter causado os incêndios e de estar na origem da tragédia por ter deixado as linhas de energia operacionais durante as condições previstas de alto risco de incêndio.
A acusação diz que a empresa devia ter desligado a energia das linhas elétricas quando foram emitidos avisos meteorológicos para alto risco de incêndio.
Existem cerca de 30 portugueses a residir no Havai. O secretário de Estado das Comunidades já garantiu que estão a salvo e que o Governo português está em contacto permanente com o consulado e com as autoridades norte-americanas.