Mundo
Guerra no Médio Oriente
Irão abre estreito de Ormuz a "vários" petroleiros iraquianos
O Irão autorizou que "vários" petroleiros iraquianos atravessem o estreito de Ormuz, após a visita ao país vizinho do presidente do Parlamento e principal negociador iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, informou a agência estatal IRNA.
“A República Islâmica do Irão, apesar de estar sujeita às mais severas ações militares e à intensa insegurança gerada no estreito de Ormuz pelas ações hostis dos Estados Unidos da América, concedeu autorização para que vários petroleiros iraquianos atravessem o estreito de Ormuz”, indicou a IRNA, citada pela agência EFE.
A agência oficial iraniana não forneceu mais detalhes sobre a concessão da autorização aos navios iraquianos para atravessarem o estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão devido à guerra com os Estados Unidos.
O Presidente do Iraque, Nizar Amedi, afirmou este sábado, no âmbito da oitava Conferência de Diálogo de Bagdade, que o país tem “dificuldades em transportar petróleo devido à falta de uma companhia marítima nacional”, razão pela qual o Governo iraquiano solicitou ao presidente do Parlamento iraniano uma revisão das relações entre o Iraque e o Irão para resolver essa questão.
Este anúncio surge depois de esta semana o presidente do Parlamento iraquiano, Haibat al Halbousi, ter solicitado a Qalibaf, durante a sua visita a Bagdade, que o Iraque beneficiasse de um “estatuto especial no que diz respeito à exportação de petróleo através do estreito de Ormuz, salvaguardando os seus interesses económicos".
Al Halbousi argumentou que o Iraque é “um dos países mais afetados pelas circunstâncias e pelos acontecimentos na região”.
Na sequência desse pedido, “é facilitada a passagem de alguns navios-tanque que transportam petróleo iraquiano pelo estreito de Ormuz”, informou hoje a agência nacional de notícias iraquiana INA.
Para contornar o estreito de Ormuz, o Governo iraquiano aprovou mecanismos para exportar petróleo bruto através de empresas internacionais e locais especializadas e por meio de múltiplos canais de exportação, segundo informou o Governo na passada terça-feira.
O Iraque é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e depende em grande medida das exportações de petróleo bruto para as receitas do Governo.
A agência oficial iraniana não forneceu mais detalhes sobre a concessão da autorização aos navios iraquianos para atravessarem o estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão devido à guerra com os Estados Unidos.
O Presidente do Iraque, Nizar Amedi, afirmou este sábado, no âmbito da oitava Conferência de Diálogo de Bagdade, que o país tem “dificuldades em transportar petróleo devido à falta de uma companhia marítima nacional”, razão pela qual o Governo iraquiano solicitou ao presidente do Parlamento iraniano uma revisão das relações entre o Iraque e o Irão para resolver essa questão.
Este anúncio surge depois de esta semana o presidente do Parlamento iraquiano, Haibat al Halbousi, ter solicitado a Qalibaf, durante a sua visita a Bagdade, que o Iraque beneficiasse de um “estatuto especial no que diz respeito à exportação de petróleo através do estreito de Ormuz, salvaguardando os seus interesses económicos".
Al Halbousi argumentou que o Iraque é “um dos países mais afetados pelas circunstâncias e pelos acontecimentos na região”.
Na sequência desse pedido, “é facilitada a passagem de alguns navios-tanque que transportam petróleo iraquiano pelo estreito de Ormuz”, informou hoje a agência nacional de notícias iraquiana INA.
Para contornar o estreito de Ormuz, o Governo iraquiano aprovou mecanismos para exportar petróleo bruto através de empresas internacionais e locais especializadas e por meio de múltiplos canais de exportação, segundo informou o Governo na passada terça-feira.
O Iraque é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e depende em grande medida das exportações de petróleo bruto para as receitas do Governo.
O estreito de Ormuz, entre o Irão e Omã, é uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo e gás e tornou-se um dos principais pontos de tensão no conflito entre os Estados Unidos e o Irão.
c/agências