MNE iraniano defende que "não há soluções militares" para Estreito de Ormuz
"Os acontecimentos em Ormuz deixam claro que não existem soluções militares para uma crise política", destacou Araqchi numa mensagem na rede social X.
O chefe da diplomacia iraniana alertou ainda os EUA e os Emirados Árabes Unidos (EAU) para que desconfiem daqueles que os querem "arrastar de volta para o lamaçal".
c/ Lusa
Trump adverte Irão: serão "varridos da face da Terra" se atacarem navios americanos
Escolas nos Emirados Árabes Unidos passam para o ensino remoto até pelo menos sexta-feira
Trump prevê queda rápida dos preços dos combustíveis após o fim do conflito com o Irão
Turquia alerta que mundo deve preparar-se para uma crise energética mais longa
Trump garante que não houve "danos" no Estreito de Ormuz, além de um navio sul-coreano ter sido atingido
Na sua mensagem, Donald Trump sugere ainda que "talvez seja altura de a Coreia do Sul se juntar à missão" destinada a restabelecer o tráfego no estreito e anuncia que os Estados Unidos destruíram sete navios iranianos, enquanto a Marinha norte-americana reportou seis navios iranianos.
Von der Leyen condena "violação flagrante do direito internacional"
Este país do Golfo disse hoje ter sido alvo de um ataque com drones iranianos e ter interceptado mísseis de cruzeiro, lamentando os primeiros ataques de Teerão em mais de um mês na guerra no Médio Oriente. Para Ursula von der Leyen, estes ataques são "inaceitáveis".
A responsável acrescentou que a Europa continuará a trabalhar com os seus parceiros na região "para a desescalada e para uma solução diplomática que ponha fim às ações brutais do regime iraniano".
Today, our partner, the UAE, was once again the target of a vicious missiles and drone attacks originating from Iran.
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) May 4, 2026
I extend my full solidarity to @MohamedBinZayed, the people of the UAE, and our partners across the Middle East.
These attacks are unacceptable and constitute a…
Teerão nega destruição de seis embarcações iranianas pelos EUA
As forças norte-americanas destruíram seis embarcações iranianas e intercetaram mísseis e drones lançados pelo Irão contra navios da Marinha dos EUA e embarcações comerciais, de acordo com um alto oficial militar americano.
Israel em "alerta máximo" após intercetação de mísseis iranianos pelos EUA
EUA destroem seis pequenas embarcações iranianas, abatem mísseis e drones
O bloqueio dos EUA ao Irão, que impede navios de entrarem no país ou de saírem do território iraniano, também permanece em vigor e está a superar as expectativas.
Irão "não tinha planos para atacar Emirados Árabes Unidos"
Os Emirados Árabes Unidos descreveram estes novos ataques iranianos, que também incluíram ataques com drones, como uma "escalada perigosa". Estes ataques são os primeiros desde o cessar-fogo entre Teerão e Washington e acontecem depois de Donald Trump ter anunciado o lançamento de uma operação norte-americana com o objetivo de permitir a retoma da navegação no Estreito de Ormuz.
Duas pessoas ficaram feridas após um ataque a um edifício residencial em Omã
“Uma fonte de segurança relatou que um prédio residencial para funcionários de uma empresa na área de Tibat, em Bukha, foi alvo de um ataque, resultando em ferimentos moderados em duas pessoas, danos a quatro veículos e vidros quebrados numa das casas próximas”, disse a Agência de Notícias de Omã.
Preços do petróleo disparam, Brent sobe mais de 5%
Irão nega passagem de navios mercantes pelo estreito de Ormuz após anúncio dos EUA
"Navios militares norte-americanos, usando o pretexto de desligar os seus radares, aproximaram-se do estreito de Ormuz, mas a nossa resposta foi rápida e decisiva", declarou o chefe militar iraniano, Amir Hatami, no Telegram.
"Foram lançados mísseis de cruzeiro e drones de combate. A segurança desta região é uma linha vermelha para o Irão", acrescentou.
Dois navios mercantes com bandeira americana transitaram com sucesso por esta passagem estratégica, anunciou anteriormente o CENTCOM.
Macron alerta que europeus terão de "responder" aos lucros "excessivos" do petróleo
Emirados Árabes Unidos afirmam ter intercetado três drones disparados pelo Irão
A agência de notícias estatal WAM também citou o Ministério da Defesa, que afirmou que suas forças estavam a trabalhar para repelir ataques de mísseis e drones provenientes do Irão.
Presidente libanês exige acordo de segurança e fim de ataques israelitas antes de reunir com Netanyahu
"Primeiro precisamos de chegar a um acordo de segurança e interromper os ataques israelitas contra nós antes de levantarmos a questão de um encontro entre nós".
"Flotilha de Gaza". ONG israelita denuncia "maus-tratos" a ativistas detidos
Dois ativistas, de nacionalidade espanhola e brasileira, terão sido alvo de "abusos psicológicos e maus-tratos" depois da detenção por parte das autoridades israelitas. A denúncia parte da Adalah, uma organização israelita de defesa dos direitos humanos, que visitou os detidos da "Flotilha de Gaza".
"Vendar um paciente durante um exame médico é uma violação flagrante da ética médica", esclarece a Adalah.
No domingo, tribunais israelitas aprovaram a prolongamento de dois dias da prisão preventiva do espanhol Saif Abu Keshek e do brasileiro Thiago Ávila, que estão em greve de fome há seis dias (ingerindo apenas água), segundo a mesma organização.
"Estamos a aguarda para ver se o Estado solicitará uma prorrogação desta detenção" na terça-feira, adiantou ainda.
Os dois homens foram detidos na quinta-feira, juntamente com cerca de 175 outros ativistas, na costa da Grécia, a bordo de cerca de vinte barcos pertencentes à "Flotilha de Gaza", que visa romper o bloqueio israelita ao território palestiniano devastado pela guerra, onde o acesso à ajuda humanitária permanece severamente restrito.
"A maior parte do interrogatório deles" concentrou-se na flotilha, "uma missão humanitária pacífica, o que confirma que a detenção é uma tentativa de criminalizar a ajuda humanitária e a solidariedade", denunciou também a ONG.
A organização da flotilha “Global Sumud” já tinha afirmado esta segunda-feira, após uma visita consular da delegação diplomática brasileira a uma prisão em Israel, que o ativista brasileiro tinha relatado ter sido torturado durante a detenção pelas forças israelitas.
“Segundo a embaixada brasileira, Thiago Ávila relatou ter sido sujeito a tortura, espancamentos e maus-tratos”, declarou a organização em comunicado de imprensa.
No comunicado indicava-se que o ativista, atualmente detido na prisão de Shikma (na cidade costeira de Ashkelon) juntamente com Saif Abukeshek, apresentava “ferimentos visíveis na face” e “relatou dores intensas, principalmente no ombro”.
A flotilha afirmou ainda que Ávila foi sujeito a espancamentos e maus-tratos durante a detenção e indicou que, apesar de ter sido examinado por um médico, não recebeu os cuidados médicos adequados. Continua em greve de fome e não foi informado das acusações que lhe são imputadas.
Todos os outros ativistas, de diversas nacionalidades, foram libertados na Grécia após um acordo entre aquele país e Israel.
Israel acusa Saif Abu Keshek e Thiago Avila de terem ligações com o Hamas, o movimento xiita que governa Gaza, uma acusação que a Espanha considera infundada, particularmente no que diz respeito aos seus cidadãos. O ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros , José Manuel Albares, já declarou que a detenção de Saif Abukeshek “foi ilegal” e exigiu a libertação imediata do cidadão espanhol com origens palestinianas.
“Estamos a lidar com uma detenção ilegal em águas internacionais, fora da jurisdição das autoridades israelitas, e por isso Saif Abukeshek deve ser libertado imediatamente para que possa regressar a Espanha”, disse Albares à rádio catalã Rac1.
C/agências
Hezbollah confirma confrontos com tropas israelitas no sul do Líbano
"Alinhar esforços". Rubio viaja até Roma e ao Vaticano para promover "relações bilaterais"
De acordo com o mesmo, esta viagem tem como objetivo promover “relações bilaterais” e “alinhar esforços em relação aos desafios globais”.
“O secretário vai reunir-se com os seus homólogos do Governo italiano e com a liderança da Santa Sé para discutir temas como os desdobramentos no Médio Oriente e os interesses de segurança partilhados".
Número de mortos no Líbano aumenta para 2.696
Navio sul-coreano em chamas após explosão no Estreito de Ormuz
Governo descarta para já redução do ISP além do limite mínimo
Irão diz ter disparado vários tiros de aviso contra navios de guerra dos EUA
"Como os navios EUA-sionistas ignoraram o nosso aviso inicial, a Marinha (...) lançou mísseis de cruzeiro, rockets e drones de combate contra eles", disse a mesma fonte.
O Irão já tinha avisado anteriormente que atacaria as forças armadas norte-americanas caso se aproximassem do estreito estratégico, depois de Donald Trump ter anunciado uma iniciativa para auxiliar navios que estavam retidos no Golfo Pérsico há dois meses.
Líderes de quase 50 países europeus participam em cimeira europeia na Arménia
O primeiro-ministro do Canadá diz que a ordem internacional vai ser restabelecida a partir da Europa.
EUA e Irão trocam ameças que podem levar a novos ataques
Donald Trump deu ordem para a Marinha norte-americana escoltar os navios que queiram atravessar o Estreito de Ormuz, mas o Irão diz que vai agir se isso acontecer.
EUA afirmam que dois navios mercantes de bandeira americana atravessaram o Estreito de Ormuz
"As forças norte-americanas estão a auxiliar ativamente nos esforços para restabelecer o trânsito para a navegação comercial", afirmou em comunicado.
Emirados Árabes Unidos afirmam que Irão disparou drones contra um dos seus petroleiros
"Atacar navios mercantes e utilizar o Estreito de Ormuz como meio de coação económica ou chantagem constitui um ato de pirataria por parte da Guarda Revolucionária Islâmica", comentou o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos, acrescentando que o ataque não provocou feridos.
Papa Leão XIV vai encontrar-se com Marco Rubio na quinta-feira
Segundo a imprensa italiana, o encontro visa tentar descongelar as relações bilaterais após a polémica que eclodiu em abril devido às críticas de Donald Trump ao Papa.
Comando Central dos EUA nega ataque a navio norte-americano
🚫 CLAIM: Iranian state media claims that Iran's Islamic Revolutionary Guard Corps hit a U.S. warship with two missiles.
— U.S. Central Command (@CENTCOM) May 4, 2026
✅ TRUTH: No U.S. Navy ships have been struck. U.S. forces are supporting Project Freedom and enforcing the naval blockade on Iranian ports. pic.twitter.com/VFxovxLU6G
EUA negam que mísseis iranianos tenham atingido navio de guerra
Irão diz ter atingido navio de guerra norte-americano no Estreito de Ormuz
Guarda Revolucionária do Irão divulga novo mapa do Estreito de Ormuz sob o seu controlo
A área começa a oeste com uma linha entre a ponta mais ocidental da ilha iraniana de Qeshm e o emirado de Umm al-Quwain, nos Emirados Árabes Unidos. A leste, a área termina numa linha entre o Monte Mobarak, no Irão, e o emirado de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos.
Iran’s Revolutionary Guards navy unveiled a new map on Monday showing what it described as the Strait of Hormuz area controlled and managed by Iran’s armed forces.
— Iran International English (@IranIntl_En) May 4, 2026
It said the area extends from a line between Kuh-e Mobarak in Iran and south of Fujairah in the UAE, and from… pic.twitter.com/UE0ZbiRB5b
Não ficou imediatamente claro se e em que medida a área de controlo reivindicada foi alterada.
Nova subida do preço dos combustíveis
O gasóleo custa mais 8 cêntimos e meio e a gasolina mais 6 cêntimos. Os preços continuam em escalada por causa do conflito no Médio oriente
Irão apela a que Estados Unidos abandonem "exigências excessivas" para negociações
"Nesta fase, a nossa prioridade é acabar com a guerra. Não podemos ignorar as lições do passado. Negociámos duas vezes sobre os aspetos nucleares e, simultaneamente, fomos atacados pelos Estados Unidos", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghai.
"O outro lado deve comprometer-se a adoptar uma abordagem razoável e a abandonar as suas exigências excessivas em relação ao Irão", acrescentou o porta-voz durante a sua conferência de imprensa semanal, transmitida pela televisão estatal.
NATO justifica retirada de tropas com deceção dos EUA e dá Portugal como exemplo
O secretário-geral da NATO justificou hoje que a retirada de tropas da Alemanha, anunciada pelo Presidente norte-americano, mostra a "deceção" pela falta de apoio dos aliados na guerra contra o Irão, contrapondo com o apoio dado por Portugal.
"Tem havido alguma deceção do lado dos Estados Unidos em relação à reação ao que está a acontecer agora no Médio Oriente e à campanha de Israel e dos EUA contra o Irão", disse o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Mark Rutte.
Falando à chegada da oitava cimeira da Comunidade Política Europeia, que decorre hoje na capital da Arménia, em Erevan, Rutte apontou que "os líderes europeus ouviram a mensagem dos Estados Unidos com clareza".
"Todo o apoio logístico está a ser entregue [...] pela Roménia, Portugal, Grécia, Itália, Reino Unido e outros apoios", elencou, numa alusão à utilização de bases europeias, como a das Lajes, nos Açores.
Os aliados europeus estão, de acordo com Mark Rutte, "a garantir que todos os acordos bilaterais básicos estão a ser implementados".
Por seu lado, outros países aliados como Espanha, rejeitaram que os Estados Unidos utilizassem as suas bases na guerra contra o Irão.
Também na chegada à cimeira da Comunidade Política Europeia, a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, apontou que "o momento deste anúncio é uma surpresa", embora admitindo que "já se fala há muito tempo sobre a retirada das tropas dos Estados Unidos da Europa".
"Acho que isso mostra que temos de reforçar seriamente o pilar europeu na NATO e que temos de fazer muito mais. As tropas americanas não estão na Europa apenas para proteger os interesses europeus, mas também os interesses americanos", adiantou.
Chefe da diplomacia europeia surpreendida com anúncio surpresa EUA
Governo do Paquistão revela que navio porta contentores iraniano foi apreendido pelos EUA
A tripulação também vai ser enviada de volta para o Irão.
Presidente francês apela a uma reabertura concertada do Estreito entre o Irão e os Estados Unidos
Irão promete atacar EUA se meios norte-americanos se aproximaram de Ormuz
O Irão ameaçou hoje atacar qualquer navio, incluindo dos Estados Unidos, que tente atravessar o estreito de Ormuz, depois do Presidente norte-americano Donald Trump anunciar a escolta dos navios pelas forças de Washington.
Donald Trump anunciou no domingo na rede social que lhe pertence, Truth Social, o início, hoje, da operação "Projeto Liberdade", que responde aos pedidos de "países de todo o mundo" de ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.
A operação, segundo o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações dos EUA na região, mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.
"O nosso apoio a esta missão defensiva é essencial para a segurança regional e a economia global, ao mesmo tempo que mantemos o bloqueio naval", justificou o comandante do Centcom, Brad Cooper.
O comando acrescentou que o estreito de Ormuz é um corredor comercial essencial, que serve de passagem para um quinto do comércio mundial de petróleo por via marítima e "volumes significativos" de combustível e fertilizantes.
Chanceler alemão desvaloriza saída de tropas dos EUA
O Chanceler alemão desvalorizou o anúncio da retirada de soldados norte-americanos do país.
Segundo navio atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24h
A agência britânica de Operações Marítimas Comerciais (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, registou hoje um ataque contra um petroleiro no estreito de Ormuz, o segundo em menos de 24 horas.
O petroleiro, de bandeira não identificada, foi atingido às 20:40 de domingo (hora de Lisboa) "por um projétil desconhecido", sem causar feridos entre a tripulação nem impacto ambiental.
O incidente ocorreu a 78 milhas náuticas (cerca de 144 quilómetros) a norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, segundo a agência britânica, que pediu aos navios que transitam pela zona para redobrarem as precauções e informarem a agência de qualquer atividade suspeita.
Horas antes, às 12:30 (hora de Lisboa), a UKMTO informou que várias embarcações de pequeno porte atacaram um graneleiro que navegava ao largo da costa da cidade de Sirik, no sudoeste do Irão, com destino ao norte do estreito de Ormuz.
Três semanas após o início do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, as partes continuam a manter um bloqueio seletivo do estreito de Ormuz, uma via estratégica para o comércio global de petróleo e gás, pela qual, em tempos de paz, circula cerca de 20% das energias fósseis mundiais.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo que as negociações com o Irão estão a correr "muito bem", horas depois de garantir que irá analisar o plano de paz enviado por Teerão.
Paralelamente às negociações, Trump anunciou o "Projeto Liberdade", uma operação que envolverá mais de cem aeronaves, navios e drones, na qual participarão 15mil efetivos militares em operações de escolta de navios em trânsito pelo estreito de Ormuz.
Desde 28 de fevereiro, quando teve início a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, a UKMTO recebeu 46 relatos de incidentes que afetam navios que operam no golfo Pérsico, no estreito de Ormuz e no golfo de Omã, dos quais cerca de 20 foram associados a "atividades suspeitas" com envolvimento de projéteis.
EUA mobilizam mais de 100 aviões, navios e 15 mil militares nas escoltas em Ormuz
A operação dos Estados Unidos para libertar os navios retidos no estreito de Ormuz devido ao bloqueio iraniano mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.
A missão, denominada, segundo Donald Trump, "Projeto Liberdade", terá início na segunda-feira, informou o chefe de Estado norte-americano, no domingo, numa mensagem na rede social que detém, Truth Social, depois de "países de todo o mundo" terem solicitado a ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.
Segundo o Presidente, muitos dos países com navios bloqueados são inocentes e não têm qualquer relação com o conflito no Irão, pelo que os Estados Unidos entendem a escolta pelo estreito de Ormuz como um "gesto humanitário", no qual instam o Irão a participar.
O Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações dos EUA na região, informou que na operação participarão "contratorpedeiros com mísseis guiados, mais de 100 aeronaves com base em terra e no mar, plataformas autónomas [drones] de domínio múltiplo e 15 mil militares".
"O nosso apoio a esta missão defensiva é essencial para a segurança regional e a economia global, ao mesmo tempo que mantemos o bloqueio naval", afirmou o comandante do Centcom, Brad Cooper.
O comando acrescentou que o estreito de Ormuz é um corredor comercial essencial, que serve de passagem para um quinto do comércio mundial de petróleo por via marítima e "volumes significativos" de combustível e fertilizantes.