Israel em "alerta máximo" após alegada intercetação de mísseis iranianos pelos EUA

Reportagem

Israel em "alerta máximo" após alegada intercetação de mísseis iranianos pelos EUA

O exército israelita está em "alerta máximo" após as forças norte-americanas anunciarem a destruição de seis embarcações iranianas e a intercetação de mísseis e drones disparados do Irão. Teerão nega, contudo, a interceção dos EUA e a destruição dos navios Acompanhamos aqui, ao minuto, a evolução do conflito.

Inês Moreira Santos, Mariana Ribeiro Soares, Ana Sofia Rodrigues - RTP /

Reuters

Mais atualizações Voltar ao topo
Momento-Chave
RTP /

MNE iraniano defende que "não há soluções militares" para Estreito de Ormuz

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araqchi, criticou as operações militares dos EUA no Estreito de Ormuz, defendendo que "não existem soluções militares para uma crise politica".

"Os acontecimentos em Ormuz deixam claro que não existem soluções militares para uma crise política", destacou Araqchi numa mensagem na rede social X.

O chefe da diplomacia iraniana alertou ainda os EUA e os Emirados Árabes Unidos (EAU) para que desconfiem daqueles que os querem "arrastar de volta para o lamaçal".

c/ Lusa
PUB
Momento-Chave
Novas ameaças
RTP /

Trump adverte Irão: serão "varridos da face da Terra" se atacarem navios americanos

Donald Trump deixou ainda uma alerta ao Irão de que as tropas serão "arrasadas da face da Terra" se tentarem atacar navios norte-americanos que guiam embarcações pelo Estreito de Ormuz como parte do chamado "Projeto Liberdade". Em entrevista à Fox News , o presidente dos EUA disse que vê dois caminhos para guerra: ou chegar a um acordo de boa fé ou retomar as operações militares.
PUB
RTP /

Escolas nos Emirados Árabes Unidos passam para o ensino remoto até pelo menos sexta-feira

As escolas nos Emirados Árabes Unidos vão funcionar em remoto esta semana, após os novos ataques do Irão. O Ministério da Educação do país afirmou em comunicado que as escolas e creches públicas e privadas vão remotamente de terça a sexta-feira, "por preocupação com a segurança dos alunos e de todos os que trabalham no setor da educação".
PUB
Momento-Chave
RTP /

Trump prevê queda rápida dos preços dos combustíveis após o fim do conflito com o Irão

Já o presidente norte-americano acredita que os elevados preços da gasolina vão cair rapidamente assim que o conflito com o Irão for resolvido.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Turquia alerta que mundo deve preparar-se para uma crise energética mais longa

O ministro da Energia da Turquia, Alparslan Bayraktar, considera que o mundo deve preparar-se para uma possível crise de preços e de fornecimento de energia resultante da guerra com o Irão, que pode durar mais tempo. Em entrevista à emissora tvnet, Bayraktar acrescentou que a Turquia não enfrenta problemas de abastecimento neste momento, mas que certos desenvolvimentos relacionados com o Estreito de Ormuz e a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP, no mês passado, aumentam as incertezas.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Trump garante que não houve "danos" no Estreito de Ormuz, além de um navio sul-coreano ter sido atingido

Foi através das redes sociais que Donald Trump afirmou que não houve "danos" no Estreito de Ormuz, exceto o disparo contra um navio sul-coreano.

"Para além do navio sul-coreano, não houve danos no estreito até à data", escreveu o presidente norte-americano sobre esta via navegável estratégica, onde os Estados Unidos afirmam ter garantido a passagem de dois navios na segunda-feira, enquanto o Irão mantém o estreito fechado.

Na sua mensagem, Donald Trump sugere ainda que "talvez seja altura de a Coreia do Sul se juntar à missão" destinada a restabelecer o tráfego no estreito e anuncia que os Estados Unidos destruíram sete navios iranianos, enquanto a Marinha norte-americana reportou seis navios iranianos.


PUB
Momento-Chave
RTP /

Von der Leyen condena "violação flagrante do direito internacional"

Os ataques lançados esta segunda-feira pelo Irão contra os Emirados Árabes Unidos constituem "uma violação flagrante da soberania e do direito internacional", denunciou na rede social X a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestando a sua "total solidariedade" para com o povo dos Emirados.

Este país do Golfo disse hoje ter sido alvo de um ataque com drones iranianos e ter interceptado mísseis de cruzeiro, lamentando os primeiros ataques de Teerão em mais de um mês na guerra no Médio Oriente. Para Ursula von der Leyen, estes ataques são "inaceitáveis".

A responsável acrescentou que a Europa continuará a trabalhar com os seus parceiros na região "para a desescalada e para uma solução diplomática que ponha fim às ações brutais do regime iraniano".
PUB
Momento-Chave
RTP /

Teerão nega destruição de seis embarcações iranianas pelos EUA

O Irão negou que os Estados Unidos tenham destruído embarcações iranianas, informou a televisão estatal.

"A declaração dos EUA a alegar ter afundado vários navios de guerra iranianos é falsa", disse um alto oficial militar iraniano, citado pela televisão estatal.

As forças norte-americanas destruíram seis embarcações iranianas e intercetaram mísseis e drones lançados pelo Irão contra navios da Marinha dos EUA e embarcações comerciais, de acordo com um alto oficial militar americano.
PUB
Momento-Chave
Tensão volta a aumentar
RTP /

Israel em "alerta máximo" após intercetação de mísseis iranianos pelos EUA

Uma autoridade militar israelita declarou que o exército está em "alerta máximo" após as forças norte-americanas anunciarem a destruição de seis embarcações iranianas e a intercetação de mísseis e drones disparados por Teerão.

"As Forças Armadas de Israel estão a monitorizar de perto a situação e permanecem em alerta máximo", disse a autoridade num comunicado enviado à AFP, acrescentando que os "sistemas de defesa aérea" e as "capacidades ofensivas permanecem em alto nível de prontidão, inalterados desde a entrada em vigor do cessar-fogo" entre o Irão e os Estados Unidos.
PUB
Momento-Chave
RTP /

EUA destroem seis pequenas embarcações iranianas, abatem mísseis e drones

As forças armadas dos Estados Unidos destruíram seis pequenas embarcações iranianas e intercetaram mísseis de cruzeiro e drones disparados por Teerão, durante uma operação para permitir a navegação no Estreito de Ormuz, afirmou o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos EUA.

De acordo com o mesmo almirante, "aconselhou fortemente" as forças iranianas a manterem distância dos ativos militares americanos durante a operação.

O bloqueio dos EUA ao Irão, que impede navios de entrarem no país ou de saírem do território iraniano, também permanece em vigor e está a superar as expectativas.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão "não tinha planos para atacar Emirados Árabes Unidos"

O Irão "não tinha planos para atacar os Emirados Árabes Unidos", adiantou a televisão estatal iraniana, citando um alto funcionário não identificado, depois de o Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos ter anunciado o lançamento de quatro mísseis de cruzeiro contra o país.

Os Emirados Árabes Unidos descreveram estes novos ataques iranianos, que também incluíram ataques com drones, como uma "escalada perigosa". Estes ataques são os primeiros desde o cessar-fogo entre Teerão e Washington e acontecem depois de Donald Trump ter anunciado o lançamento de uma operação norte-americana com o objetivo de permitir a retoma da navegação no Estreito de Ormuz.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Duas pessoas ficaram feridas após um ataque a um edifício residencial em Omã

Duas pessoas ficaram feridas quando um prédio residencial foi alvo de um ataque em Bukha, Omã, às margens do estreito de Ormuz, informou a media estatal.

“Uma fonte de segurança relatou que um prédio residencial para funcionários de uma empresa na área de Tibat, em Bukha, foi alvo de um ataque, resultando em ferimentos moderados em duas pessoas, danos a quatro veículos e vidros quebrados numa das casas próximas”, disse a Agência de Notícias de Omã.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Preços do petróleo disparam, Brent sobe mais de 5%

Os preços do petróleo dispararam esta segunda-feira após um ataque com drones a uma instalação petrolífera dos Emirados Árabes Unidos e a proibição, por parte do Irão, da passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz, uma via navegável crucial para o mercado de hidrocarbonetos. O preço do petróleo Brent para entrega em julho, a referência internacional, subiu 5,32% para 113,93 dólares por barril.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão nega passagem de navios mercantes pelo estreito de Ormuz após anúncio dos EUA

A Guarda Revolucionária do Irão (RPC) negou que os navios mercantes tenham transitado pelo Estreito de Ormuz, como já tinha sido alegado pelo Comando Central dos EUA (CentCOM).

"Nenhum navio comercial ou petroleiro transitou pelo Estreito de Ormuz nas últimas horas, e as alegações (...) das autoridades norte-americanas são infundadas e completamente falsas", afirmou a RPC em comunicado através do Telegram.

"Navios militares norte-americanos, usando o pretexto de desligar os seus radares, aproximaram-se do estreito de Ormuz, mas a nossa resposta foi rápida e decisiva", declarou o chefe militar iraniano, Amir Hatami, no Telegram.

"Foram lançados mísseis de cruzeiro e drones de combate. A segurança desta região é uma linha vermelha para o Irão", acrescentou.

Dois navios mercantes com bandeira americana transitaram com sucesso por esta passagem estratégica, anunciou anteriormente o CENTCOM.
PUB
RTP /

Macron alerta que europeus terão de "responder" aos lucros "excessivos" do petróleo

Os europeus terão de "responder" aos lucros "excessivos" do petróleo ou a um comportamento "um pouco predatório", declarou Emmanuel Macron na segunda-feira, após uma cimeira na Arménia. O presidente francês disse, contudo, que não há provas de que "produtores em qualquer lugar" estejam deliberadamente a aumentar os preços da energia.

O presidente francês, Emmanuel Macron, acrescentou que a única maneira de reabrir o estreito de Ormuz seria "uma reabertura coordenada pelos Estados Unidos e pelo Irão".
PUB
Momento-Chave
RTP /

Emirados Árabes Unidos afirmam ter intercetado três drones disparados pelo Irão

Os Emirados Árabes Unidos terão intercetado três mísseis disparados do Irão em águas territoriais, e um quarto caiu no mar, informou o Ministério da Defesa do país do Golfo numa publicação no Facebook, esta segunda-feira.

Alegado ataque que ocorre depois que as autoridades de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, terem avançado que um incêndio começou na Zona Industrial de Petróleo após o que descreveram como um ataque de drone originário do Irão.

“Quatro mísseis de cruzeiro lançados do Irã foram detetados em direção a diversas áreas do país. Três foram intercetados com sucesso sobre as águas territoriais iranianas, enquanto um caiu no mar”, disse o Ministério da Defesa nas redes sociais.

A agência de notícias estatal WAM também citou o Ministério da Defesa, que afirmou que suas forças estavam a trabalhar para repelir ataques de mísseis e drones provenientes do Irão.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Presidente libanês exige acordo de segurança e fim de ataques israelitas antes de reunir com Netanyahu

O presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou que é necessário um acordo de segurança e o fim dos ataques israelitas antes de qualquer reunião com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, desejada por Washington.

Em comunicado, o gabinete de Aoun afirmou que o presidente "reiterou a opinião de que o momento não é apropriado para uma reunião" com Netanyahu.

"Primeiro precisamos de chegar a um acordo de segurança e interromper os ataques israelitas contra nós antes de levantarmos a questão de um encontro entre nós".
PUB
Momento-Chave
Inês Moreira Santos - RTP /

"Flotilha de Gaza". ONG israelita denuncia "maus-tratos" a ativistas detidos

Dois ativistas, de nacionalidade espanhola e brasileira, terão sido alvo de "abusos psicológicos e maus-tratos" depois da detenção por parte das autoridades israelitas. A denúncia parte da Adalah, uma organização israelita de defesa dos direitos humanos, que visitou os detidos da "Flotilha de Gaza".

Thiago Ávila, ativista e membro da Flotilha Global Sumud detido por Israel, durante uma audiência num tribunal em Ashkelon, no sul de Israel Amir Cohen - Reuters

Presos em celas com iluminação constante e intensa, os dois ativistas têm sido sujeitos a “interrogatórios que duram até oito horas” e a ameaças de morte e de “cem anos de prisão”. Segundo a ONG israelita, os dois homens são ainda deslocados com os olhos vendado, incluindo para realizar exames médicos. 

"Vendar um paciente durante um exame médico é uma violação flagrante da ética médica", esclarece a Adalah.

No domingo, tribunais israelitas aprovaram a prolongamento de dois dias da prisão preventiva do espanhol Saif Abu Keshek e do brasileiro Thiago Ávila, que estão em greve de fome há seis dias (ingerindo apenas água), segundo a mesma organização.

"Estamos a aguarda para ver se o Estado solicitará uma prorrogação desta detenção" na terça-feira, adiantou ainda. 

Os dois homens foram detidos na quinta-feira, juntamente com cerca de 175 outros ativistas, na costa da Grécia, a bordo de cerca de vinte barcos pertencentes à "Flotilha de Gaza", que visa romper o bloqueio israelita ao território palestiniano devastado pela guerra, onde o acesso à ajuda humanitária permanece severamente restrito. 

"A maior parte do interrogatório deles" concentrou-se na flotilha, "uma missão humanitária pacífica, o que confirma que a detenção é uma tentativa de criminalizar a ajuda humanitária e a solidariedade", denunciou também a ONG. 

A organização da flotilha “Global Sumud” já tinha afirmado esta segunda-feira, após uma visita consular da delegação diplomática brasileira a uma prisão em Israel, que o ativista brasileiro tinha relatado ter sido torturado durante a detenção pelas forças israelitas. 

“Segundo a embaixada brasileira, Thiago Ávila relatou ter sido sujeito a tortura, espancamentos e maus-tratos”, declarou a organização em comunicado de imprensa.

No comunicado indicava-se que o ativista, atualmente detido na prisão de Shikma (na cidade costeira de Ashkelon) juntamente com Saif Abukeshek, apresentava “ferimentos visíveis na face” e “relatou dores intensas, principalmente no ombro”. 

A flotilha afirmou ainda que Ávila foi sujeito a espancamentos e maus-tratos durante a detenção e indicou que, apesar de ter sido examinado por um médico, não recebeu os cuidados médicos adequados. Continua em greve de fome e não foi informado das acusações que lhe são imputadas.

Todos os outros ativistas, de diversas nacionalidades, foram libertados na Grécia após um acordo entre aquele país e Israel. 

Israel acusa Saif Abu Keshek e Thiago Avila de terem ligações com o Hamas, o movimento xiita que governa Gaza, uma acusação que a Espanha considera infundada, particularmente no que diz respeito aos seus cidadãos.
O ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros , José Manuel Albares, já declarou que a detenção de Saif Abukeshek “foi ilegal” e exigiu a libertação imediata do cidadão espanhol com origens palestinianas.

“Estamos a lidar com uma detenção ilegal em águas internacionais, fora da jurisdição das autoridades israelitas, e por isso Saif Abukeshek deve ser libertado imediatamente para que possa regressar a Espanha”, disse Albares à rádio catalã Rac1.

A diplomacia israelita nega, contudo, qualquer tipo de maus-tratos durante a detenção.


C/agências
PUB
Momento-Chave
RTP /

Hezbollah confirma confrontos com tropas israelitas no sul do Líbano

O Hezbollah afirmou que os seus combatentes entraram em confronto com as tropas israelitas esta segunda-feira, no sul do Líbano, perto da fronteira onde os militares ainda estão a operar, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril.

Num comunicado, o Hezbollah afirmou que, após as tropas israelitas terem tentado avançar perto da cidade de Deir Seryan – que fica dentro da “linha amarela” declarada por Israel, onde os moradores libaneses foram instruídos a não retornar – os combatentes “abriram fogo contra a força inimiga e entraram em intensos confrontos”.
PUB
RTP /

"Alinhar esforços". Rubio viaja até Roma e ao Vaticano para promover "relações bilaterais"

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, vai a Roma e ao Vaticano entre os dias 6 e 8 de maio, de acordo com um porta-voz do departamento norte-americano.

De acordo com o mesmo, esta viagem tem como objetivo promover “relações bilaterais” e “alinhar esforços em relação aos desafios globais”.

“O secretário vai reunir-se com os seus homólogos do Governo italiano e com a liderança da Santa Sé para discutir temas como os desdobramentos no Médio Oriente e os interesses de segurança partilhados".
PUB
RTP /

Número de mortos no Líbano aumenta para 2.696

O Ministério da Saúde do Líbano anunciou que um total de 2.696 pessoas foram mortas e 8.264 ficaram feridas no país desde que Israel intensificou os ataques, a 2 de março.
PUB
RTP /

Navio sul-coreano em chamas após explosão no Estreito de Ormuz

Uma explosão seguida de incêndio atingiu um navio sul-coreano no Estreito de Ormuz esta segunda-feira, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Sul, acrescentando que não há vítimas a registar.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Governo descarta para já redução do ISP além do limite mínimo

O Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em Portugal está acima dos níveis mínimos permitidos pela diretiva europeia sobre tributação da energia.

O Governo descarta para já reduzir o ISP além do limite mínimo, apesar de Bruxelas ter permitido esse cenário aos governos.

Em Bruxelas, para uma reunião de ministros das Finanças da zona euro, Joaquim Miranda Sarmento diz que as respostas do governo são adequadas e que preservam a responsabildiade orçamental.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão diz ter disparado vários tiros de aviso contra navios de guerra dos EUA

A Marinha iraniana lançou ataques com mísseis, incluindo mísseis de cruzeiro, como aviso contra navios de guerra norte-americanos no Estreito de Ormuz, informou a televisão estatal, citando um comunicado militar.

"Como os navios EUA-sionistas ignoraram o nosso aviso inicial, a Marinha (...) lançou mísseis de cruzeiro, rockets e drones de combate contra eles", disse a mesma fonte.

O Irão já tinha avisado anteriormente que atacaria as forças armadas norte-americanas caso se aproximassem do estreito estratégico, depois de Donald Trump ter anunciado uma iniciativa para auxiliar navios que estavam retidos no Golfo Pérsico há dois meses.
PUB
RTP /

Líderes de quase 50 países europeus participam em cimeira europeia na Arménia

O primeiro-ministro do Canadá diz que a ordem internacional vai ser restabelecida a partir da Europa.

Mark Carney participa como convidado na Cimeira da Comunidade Política Europeia, um encontro marcado pelo contexto de tensão em várias partes do mundo.
PUB
RTP /

EUA e Irão trocam ameças que podem levar a novos ataques

Donald Trump deu ordem para a Marinha norte-americana escoltar os navios que queiram atravessar o Estreito de Ormuz, mas o Irão diz que vai agir se isso acontecer.

Entretanto, Washington anunciou que não aceitou a última proposta de paz apresentada por Teerão.
PUB
Momento-Chave
RTP /

EUA afirmam que dois navios mercantes de bandeira americana atravessaram o Estreito de Ormuz

Dois navios mercantes com bandeira dos EUA atravessaram o Estreito de Ormuz enquanto os contratorpedeiros de mísseis guiados da Marinha dos EUA operam no golfo, informou o Comando Central dos EUA esta segunda-feira.

"As forças norte-americanas estão a auxiliar ativamente nos esforços para restabelecer o trânsito para a navegação comercial", afirmou em comunicado.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Emirados Árabes Unidos afirmam que Irão disparou drones contra um dos seus petroleiros

Os Emirados Árabes Unidos afirmaram na segunda-feira que o Irão disparou dois drones contra um petroleiro pertencente à sua companhia petrolífera nacional, a ADNOC, no Estreito de Ormuz, e condenaram o ataque.

"Atacar navios mercantes e utilizar o Estreito de Ormuz como meio de coação económica ou chantagem constitui um ato de pirataria por parte da Guarda Revolucionária Islâmica", comentou o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos, acrescentando que o ataque não provocou feridos.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Papa Leão XIV vai encontrar-se com Marco Rubio na quinta-feira

O Papa Leão XIV vai receber o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na quinta-feira de manhã, no Vaticano, anunciou a Santa Sé esta segunda-feira, menos de um mês depois das duras críticas do presidente Donald Trump ao Papa norte-americano.

Após esta audiência privada, com uma duração prevista de aproximadamente 30 minutos, Marco Rubio, que é católico, deverá também reunir-se com o secretário de Estado do Vaticano e segundo em comando, Cardeal Pietro Parolin, informou uma fonte do governo italiano à AFP.

Segundo a imprensa italiana, o encontro visa tentar descongelar as relações bilaterais após a polémica que eclodiu em abril devido às críticas de Donald Trump ao Papa.

O presidente norte-americano referiu-se ao Papa como "fraco" e "incompetente" e deixou claro que "não era grande fã" de Leão XIV e que não queria "um Papa que acha aceitável que o Irão possua armas nucleares".

O pontífice respondeu dizendo que tinha um "dever moral para se manifestar" contra a guerra, afirmando que não tinha "medo" da administração Trump e que não queria entrar em debate com com o presidente dos EUA.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Comando Central dos EUA nega ataque a navio norte-americano

"Nenhum navio da Marinha dos EUA foi atingido", anunciou o Comando Central dos EUA no X, garantindo que as forças americanos "estão a apoiar o Projeto Liberdade e a reforçar o bloqueio naval aos portos iranianos".

O Irão anunciou esta segunda-feira que um navio de guerra norte-americano foi atingido com dois mísseis no Estreito de Ormuz depois de ter ignorado um aviso de Teerão. 
PUB
Momento-Chave
RTP /

EUA negam que mísseis iranianos tenham atingido navio de guerra

Um alto funcionário norte-americano negou que um navio dos EUA tenha sido atingido por mísseis iranianos, disse o jornalista Barak Ravid, da Axios, esta segunda-feira, depois de a agência de notícias iraniana Fars ter anunciado que dois mísseis atingiram um navio de guerra norte-americano após ter ignorado os avisos iranianos.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão diz ter atingido navio de guerra norte-americano no Estreito de Ormuz

Um navio de guerra norte-americano que pretendia passar pelo Estreito de Ormuz foi impedido de avançar depois de ignorar o aviso do Irão, informou a agência de notícias Fars esta segunda-feira, citando fontes locais.

Segundo a agência iraniana, Teerão atacou o navio com dois mísseis enquanto navegava perto da ilha de Jask.

O Irão já tinha ameaçado atacar qualquer navio, incluindo dos Estados Unidos, que tente atravessar o Estreito de Ormuz, depois do presidente norte-americano Donald Trump ter anunciado a escolta dos navios pelas forças de Washington.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Guarda Revolucionária do Irão divulga novo mapa do Estreito de Ormuz sob o seu controlo

A Marinha da Guarda Revolucionária do Irão divulgou esta segunda-feira um novo mapa da área do Estreito de Ormuz sob o seu controlo, informou a imprensa estatal.

A área começa a oeste com uma linha entre a ponta mais ocidental da ilha iraniana de Qeshm e o emirado de Umm al-Quwain, nos Emirados Árabes Unidos. A leste, a área termina numa linha entre o Monte Mobarak, no Irão, e o emirado de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos.

Não ficou imediatamente claro se e em que medida a área de controlo reivindicada foi alterada.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Nova subida do preço dos combustíveis

O gasóleo custa mais 8 cêntimos e meio e a gasolina mais 6 cêntimos. Os preços continuam em escalada por causa do conflito no Médio oriente

RTP

O valor exato depende de cada posto de abastecimento, sendo esta uma previsão feita com base no evoluir dos preço.
Mafalda Trigo, vice-presidente da ANAREC diz que a situação no Médio Oriente está de tal forma instável que "não sabemos" onde vão parar os preços do comustível. 

Considera que o Governo deveria fazer o mesmo que em Espanha, passando os combustíveis para a taxa intermédia, para mitigar os efeitos no consumidor final. 

Mafalda Trigo relata casos que têm chegado à associação de pessoas que não podem prescindir do automóvel para trabalhar, mas depois acabam por, na vida pessoal, deixar de usar a viatura para diminuir os custos. 
###1738775##1738822#
PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão apela a que Estados Unidos abandonem "exigências excessivas" para negociações

O Irão pediu esta segunda-feira aos Estados Unidos que "adotem uma abordagem razoável" e abandonem as suas "exigências excessivas", depois de ter recebido uma resposta de Washington à sua nova proposta nas conversações de paz entre os dois países.

"Nesta fase, a nossa prioridade é acabar com a guerra. Não podemos ignorar as lições do passado. Negociámos duas vezes sobre os aspetos nucleares e, simultaneamente, fomos atacados pelos Estados Unidos", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghai.

"O outro lado deve comprometer-se a adoptar uma abordagem razoável e a abandonar as suas exigências excessivas em relação ao Irão", acrescentou o porta-voz durante a sua conferência de imprensa semanal, transmitida pela televisão estatal.
PUB
Momento-Chave
Lusa /

NATO justifica retirada de tropas com deceção dos EUA e dá Portugal como exemplo

O secretário-geral da NATO justificou hoje que a retirada de tropas da Alemanha, anunciada pelo Presidente norte-americano, mostra a "deceção" pela falta de apoio dos aliados na guerra contra o Irão, contrapondo com o apoio dado por Portugal.

Reuters

"Tem havido alguma deceção do lado dos Estados Unidos em relação à reação ao que está a acontecer agora no Médio Oriente e à campanha de Israel e dos EUA contra o Irão", disse o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Mark Rutte.

Falando à chegada da oitava cimeira da Comunidade Política Europeia, que decorre hoje na capital da Arménia, em Erevan, Rutte apontou que "os líderes europeus ouviram a mensagem dos Estados Unidos com clareza".

"Todo o apoio logístico está a ser entregue [...] pela Roménia, Portugal, Grécia, Itália, Reino Unido e outros apoios", elencou, numa alusão à utilização de bases europeias, como a das Lajes, nos Açores.

Os aliados europeus estão, de acordo com Mark Rutte, "a garantir que todos os acordos bilaterais básicos estão a ser implementados".

Por seu lado, outros países aliados como Espanha, rejeitaram que os Estados Unidos utilizassem as suas bases na guerra contra o Irão.

Também na chegada à cimeira da Comunidade Política Europeia, a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, apontou que "o momento deste anúncio é uma surpresa", embora admitindo que "já se fala há muito tempo sobre a retirada das tropas dos Estados Unidos da Europa".

"Acho que isso mostra que temos de reforçar seriamente o pilar europeu na NATO e que temos de fazer muito mais. As tropas americanas não estão na Europa apenas para proteger os interesses europeus, mas também os interesses americanos", adiantou.

 

 

 

PUB
RTP /

Chefe da diplomacia europeia surpreendida com anúncio surpresa EUA

Chefe da diplomacia europeia foi surpreendida com o facto dos Estados Unidos avançarem de imediato com represálias à Alemanha, anunciando a retirada de cinco mil militares norte americanos do país.
PUB
Momento-Chave
RTP /

Governo do Paquistão revela que navio porta contentores iraniano foi apreendido pelos EUA

Os 22 tripulantes da embarcação foram retirados do navio e entregues ao Paquistão.

O navio também vai ser transportado para águas paquistanesas e depois devolvido ao Irão, após várias reparações de que precisa.

A tripulação também vai ser enviada de volta para o Irão.

PUB
RTP /

Presidente francês apela a uma reabertura concertada do Estreito entre o Irão e os Estados Unidos

PUB
Momento-Chave
RTP /

Irão promete atacar EUA se meios norte-americanos se aproximaram de Ormuz

O Irão ameaçou hoje atacar qualquer navio, incluindo dos Estados Unidos, que tente atravessar o estreito de Ormuz, depois do Presidente norte-americano Donald Trump anunciar a escolta dos navios pelas forças de Washington.

"Advertimos que qualquer força armada estrangeira, especialmente o agressivo exército norte-americano, será alvo dos nossos ataques, se tentar aproximar-se ou entrar no estreito de Ormuz", declarou o general Ali Abdollahi, chefe do Comando Unificado de Operações Khatam al-Anbiya do exército do Irão, citado pela televisão estatal iraniana na plataforma de mensagens Telegram.

Donald Trump anunciou no domingo na rede social que lhe pertence, Truth Social, o início, hoje, da operação "Projeto Liberdade", que responde aos pedidos de "países de todo o mundo" de ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.

A operação, segundo o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações dos EUA na região, mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.

"O nosso apoio a esta missão defensiva é essencial para a segurança regional e a economia global, ao mesmo tempo que mantemos o bloqueio naval", justificou o comandante do Centcom, Brad Cooper.

O comando acrescentou que o estreito de Ormuz é um corredor comercial essencial, que serve de passagem para um quinto do comércio mundial de petróleo por via marítima e "volumes significativos" de combustível e fertilizantes.
PUB
RTP /

Chanceler alemão desvaloriza saída de tropas dos EUA

O Chanceler alemão desvalorizou o anúncio da retirada de soldados norte-americanos do país.

Em entrevista, a assinalar o seu primeiro ano de mandato, o chefe do Governo sublinhou que não abdica de trabalhar com Donald Trump, apesar das divergências recentes sobre o conflito no Médio Oriente.
PUB
Lusa /

Segundo navio atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24h

A agência britânica de Operações Marítimas Comerciais (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, registou hoje um ataque contra um petroleiro no estreito de Ormuz, o segundo em menos de 24 horas.

Royan Thai Navy - handout via EPA

O petroleiro, de bandeira não identificada, foi atingido às 20:40 de domingo (hora de Lisboa) "por um projétil desconhecido", sem causar feridos entre a tripulação nem impacto ambiental.

O incidente ocorreu a 78 milhas náuticas (cerca de 144 quilómetros) a norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, segundo a agência britânica, que pediu aos navios que transitam pela zona para redobrarem as precauções e informarem a agência de qualquer atividade suspeita.

Horas antes, às 12:30 (hora de Lisboa), a UKMTO informou que várias embarcações de pequeno porte atacaram um graneleiro que navegava ao largo da costa da cidade de Sirik, no sudoeste do Irão, com destino ao norte do estreito de Ormuz.

Três semanas após o início do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, as partes continuam a manter um bloqueio seletivo do estreito de Ormuz, uma via estratégica para o comércio global de petróleo e gás, pela qual, em tempos de paz, circula cerca de 20% das energias fósseis mundiais.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo que as negociações com o Irão estão a correr "muito bem", horas depois de garantir que irá analisar o plano de paz enviado por Teerão.

Paralelamente às negociações, Trump anunciou o "Projeto Liberdade", uma operação que envolverá mais de cem aeronaves, navios e drones, na qual participarão 15mil efetivos militares em operações de escolta de navios em trânsito pelo estreito de Ormuz.

Desde 28 de fevereiro, quando teve início a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, a UKMTO recebeu 46 relatos de incidentes que afetam navios que operam no golfo Pérsico, no estreito de Ormuz e no golfo de Omã, dos quais cerca de 20 foram associados a "atividades suspeitas" com envolvimento de projéteis.

PUB
Momento-Chave
Lusa /

EUA mobilizam mais de 100 aviões, navios e 15 mil militares nas escoltas em Ormuz

A operação dos Estados Unidos para libertar os navios retidos no estreito de Ormuz devido ao bloqueio iraniano mobilizará mais de 100 aeronaves, contratorpedeiros, drones e 15 mil efetivos militares.

Foto: U.S. Navy

A missão, denominada, segundo Donald Trump, "Projeto Liberdade", terá início na segunda-feira, informou o chefe de Estado norte-americano, no domingo, numa mensagem na rede social que detém, Truth Social, depois de "países de todo o mundo" terem solicitado a ajuda dos EUA para permitir a passagem segura dos respetivos navios.

Segundo o Presidente, muitos dos países com navios bloqueados são inocentes e não têm qualquer relação com o conflito no Irão, pelo que os Estados Unidos entendem a escolta pelo estreito de Ormuz como um "gesto humanitário", no qual instam o Irão a participar.

O Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações dos EUA na região, informou que na operação participarão "contratorpedeiros com mísseis guiados, mais de 100 aeronaves com base em terra e no mar, plataformas autónomas [drones] de domínio múltiplo e 15 mil militares".

"O nosso apoio a esta missão defensiva é essencial para a segurança regional e a economia global, ao mesmo tempo que mantemos o bloqueio naval", afirmou o comandante do Centcom, Brad Cooper.

O comando acrescentou que o estreito de Ormuz é um corredor comercial essencial, que serve de passagem para um quinto do comércio mundial de petróleo por via marítima e "volumes significativos" de combustível e fertilizantes.

PUB
Momento-Chave
"Processo humanitário" de escolta
RTP /

Trump promete escoltas em Ormuz. "Projeto Liberdade terá início na manhã de segunda-feira"

Numa nota publicada na sua conta da rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos garantiu que todos os navios "neutros e inocentes", retidos no Estreito de Ormuz, serão guiados para fora "destas vias navegáveis restritas", no que chamou um "gesto humanitário".

Donald Trump garantiu que os seus representantes estão a ter discussões "muito positivas com o Irão e que estas discussões podem levar a algo muito positivo para todos", mas não deixou de advertir que, qualquer tentativa de interferir, ou interferência, no "processo humanitário" de escolta dos navios, "terá de ser combatida com firmeza".

O presidente norte-americano frisou bem a quem se dirige a sua mensagem.

"Países de todo o mundo, quase todos sem envolvimento no conflito no Médio Oriente, que se desenrola de forma tão visível e violenta, pediram aos Estados Unidos que ajudassem a libertar os seus navios, que estão retidos no Estreito de Ormuz, por algo com o qual não têm absolutamente nada a ver, são meros espectadores neutros e inocentes!"

"Para o bem do Irão, do Médio Oriente e dos Estados Unidos, informamos estes países que iremos guiar os seus navios em segurança para fora destas vias navegáveis ​​restritas, para que possam prosseguir com as suas atividades livremente. Repito, estes navios são de regiões do mundo que não estão de forma alguma envolvidas com o que se está a passar no Médio Oriente". 

"Instruí os meus representantes a informá-los de que faremos todos os esforços para retirar os seus navios e tripulações do Estreito em segurança. Em todos os casos, disseram que não regressarão até que a área se torne segura para a navegação e tudo o resto". 

"Este processo, o Projeto Liberdade, terá início na manhã de segunda-feira, hora do Médio Oriente. Estou plenamente consciente de que os meus representantes estão a manter conversações muito positivas com o Irão e que estas conversações podem levar a algo muito positivo para todos". 

"A movimentação dos navios visa simplesmente libertar pessoas, empresas e países que não fizeram absolutamente nada de errado, são vítimas das circunstâncias. Este é um gesto humanitário em nome dos Estados Unidos, dos países do Médio Oriente e, em particular, do Irão". 

"Muitos destes navios têm poucos alimentos e outros artigos necessários para que as tripulações se mantenham a bordo de forma saudável e higiénica. Acredito que isso contribuirá muito para demonstrar boa vontade em nome de todos aqueles que têm lutado tão arduamente nos últimos meses". 

"Se, de alguma forma, este processo humanitário for interferido, essa interferência, infelizmente, terá de ser combatida com firmeza. Agradeço a sua atenção a este assunto!", rematou o presidente norte-americano, com a fórmula habitual.
PUB