Mundo
Guerra no Médio Oriente
JD Vance na Suíça para negociações de paz com Estreito de Ormuz em pano de fundo
O Estreito de Ormuz e o Líbano são temas incontornáveis da reunião de alto nível deste domingo entre Teerão e Washington em Bürgenstock, na Suíça.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, chegou este domingo à Suíça para se juntar aos enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner nas negociações de paz com o Irão. Também parte da delegação do Paquistão já chegou. O país tem servido de intermediário, à semelhança do Catar, que deverá marcar igualmente presença no encontro.
O fim dos ataques israelitas é uma exigência do Irão para o memorando de entendimento com os Estados Unidos avançar mas, na véspera do encontro em Bürgenstock, as autoridades libanesas davam conta de sete mortos em ataques de Israel no leste e no sul do país.
Devido ao reacender das tensões, não deverão ainda arrancar as negociações técnicas para o processo final de paz entre Washington e Teerão, negociações que deverão durar 60 dias.
“Penso que, com sorte, vamos conseguir avançar na questão nuclear e na questão do cessar-fogo no Líbano”, com a possibilidade de “alguns dias de negociações”, afirmou JD Vance aos jornalistas na Base Conjunta de Andrews, em Maryland, antes de partir para a Suíça.
O Irão adiantou, por sua vez, que vai deixar bem claro aos Estados Unidos que não pretende avançar com o memorando de entendimento enquanto não cessarem as hostilidades no Líbano. Essa é, aliás, uma das cláusulas do acordo provisório alcançado com Washington.
A delegação iraniana que chegou à Suíça ontem à noite é composta pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Aragachi, e pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Galif.
No sábado, o Irão anunciou que iria encerrar novamente o Estreito de Ormuz em resposta aos ataques israelitas no Líbano. Já Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ameaçou impor uma tarifa na passagem pelo Estreito se as negociações com o Irão fracassarem.
O fim dos ataques israelitas é uma exigência do Irão para o memorando de entendimento com os Estados Unidos avançar mas, na véspera do encontro em Bürgenstock, as autoridades libanesas davam conta de sete mortos em ataques de Israel no leste e no sul do país.
Devido ao reacender das tensões, não deverão ainda arrancar as negociações técnicas para o processo final de paz entre Washington e Teerão, negociações que deverão durar 60 dias.
“Penso que, com sorte, vamos conseguir avançar na questão nuclear e na questão do cessar-fogo no Líbano”, com a possibilidade de “alguns dias de negociações”, afirmou JD Vance aos jornalistas na Base Conjunta de Andrews, em Maryland, antes de partir para a Suíça.
O Irão adiantou, por sua vez, que vai deixar bem claro aos Estados Unidos que não pretende avançar com o memorando de entendimento enquanto não cessarem as hostilidades no Líbano. Essa é, aliás, uma das cláusulas do acordo provisório alcançado com Washington.
A delegação iraniana que chegou à Suíça ontem à noite é composta pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Aragachi, e pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Galif.
No sábado, o Irão anunciou que iria encerrar novamente o Estreito de Ormuz em resposta aos ataques israelitas no Líbano. Já Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ameaçou impor uma tarifa na passagem pelo Estreito se as negociações com o Irão fracassarem.
O Comando Central dos EUA informou entretanto que 55 navios mercantes atravessaram o Estreito no sábado, transportando mais de 17 milhões de barris de petróleo com destino aos mercados mundiais, e garantiu que as forças norte-americanas assegurariam a continuidade do tráfego comercial.
Este domingo, a agência iraniana de notícias Fars citou uma fonte militar segundo a qual o Estreito de Ormuz continua fechado, acrescentando que a Marinha da Guarda Revolucionária não concedeu autorização para a passagem de quaisquer embarcações até nova ordem.