Mundo
José Ramos-Horta está a recuperar da terceira operação
O Presidente da República timorense foi submetido a uma nova cirurgia no Royal Hospital de Darwin, encontrando-se em estado grave mas estável. Segundo a equipa médica que o operou “a intervenção correu muito bem”.
“O progresso é excelente. O corpo humano pode surpreender-nos mas os sinais são muito positivos”, afirmou aos jornalistas Phil Carson, chefe da equipa de cirurgiões que operou o líder timorense. “A operação de hoje foi simples, foi para tratar as feridas e ver se ainda havia tecido danificado a retirar, que neste caso não havia”, acrescentou.
Ramos-Horta ainda deverá ser submetido a nova cirurgia, amanhã ou sexta-feira.
Esta foi a segunda operação a Ramos-Horta no Hospital de Darwin depois de uma primeira intervenção cirúrgica no hospital de campanha em Díli.
Segundo os médicos, Ramos-Horta “tem três ferimentos de duas balas, uma das quais atravessou o corpo”. "Poderá ficar com uma grande cicatriz mas tudo indica que não haverá problemas funcionais a longo prazo", disse Phil Carson.
O presidente timorense já respira sozinho, sem necessidade de estar ligado a um ventilador, embora ainda se mantenha em coma induzido. “Se tudo correr bem em duas semanas começará a movimentar-se e antecipamos seis semanas para se sentir melhor e seis meses para ter ultrapassado totalmente o seu ferimento”, acrescentou o médico.
Ramos-Horta ainda deverá ser submetido a nova cirurgia, amanhã ou sexta-feira.
Esta foi a segunda operação a Ramos-Horta no Hospital de Darwin depois de uma primeira intervenção cirúrgica no hospital de campanha em Díli.
Segundo os médicos, Ramos-Horta “tem três ferimentos de duas balas, uma das quais atravessou o corpo”. "Poderá ficar com uma grande cicatriz mas tudo indica que não haverá problemas funcionais a longo prazo", disse Phil Carson.
O presidente timorense já respira sozinho, sem necessidade de estar ligado a um ventilador, embora ainda se mantenha em coma induzido. “Se tudo correr bem em duas semanas começará a movimentar-se e antecipamos seis semanas para se sentir melhor e seis meses para ter ultrapassado totalmente o seu ferimento”, acrescentou o médico.