Mundo
Líderes europeus reagem com entusiasmo quase total à vitória de Péter Magyar
A presidente da Comissão Europeia foi das primeiras a reagir e até o fez por duas vezes.
A presidente da Comissão Europeia começou por escrever na rede social X que “o coração da Europa bate mais forte na Hungria esta noite”, para depois acrescentar que “a Hungria escolheu a Europa. A Europa sempre escolheu a Hungria. Um país reivindicou seu caminho europeu. A União cresce mais forte”.A porta-voz de Ursula von der Leyen confirmou que a presidente falou já com o vencedor e ambos concordaram “numa cooperação próxima no futuro”.
António Costa referiu que a “participação recorde demonstra o espírito democrático do povo húngaro e que “a sua vontade é clara”. O presidente do Conselho Europeu diz que aguarda “com expectativa a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com Péter Magyar para tornar a Europa mais forte e próspera”.
Também a presidente do Parlamento Europeu saudou a vitória do opositor de Viktor Órban. Roberta Metsola salientou que o “lugar da Hungria é no coração da Europa”.
O presidente da Ucrânia diz que o país “sempre procurou boas relações de vizinhança com todos na Europa e estamos prontos para avançar na nossa cooperação com a Hungria”. Volodymyr Zelensky salientou, no X, que está pronto para “reuniões e trabalho construtivo conjunto para o benefício de ambas as nações, bem como para a paz, segurança e estabilidade na Europa.
Também o primeiro-ministro português reagiu ao resultado das eleições na Hungria. Luís Montenegro deseja que “esta nova etapa, fundada numa ampla participação democrática, permita um trabalho conjunto em prol do projeto europeu e dos seus valores e princípios fundamentais”.As reações chegam de praticamente todos os países Europeus. Do chanceler alemão ao presidente francês. Do primeiro-ministro dos Países Baixos ao homólogo espanhol. Todos falam na vontade de construir uma Europa mais forte e unida.
Friedrich Merz salientou que “o povo húngaro decidiu. Estou ansioso para trabalhar consigo. Vamos unir forças por uma Europa forte, segura e, acima de tudo, unida”.
Emmanuel Macron reforçou que “a França congratula-se com esta vitória pela participação democrática, pelo compromisso do povo húngaro com os valores da União Europeia e pelo lugar da Hungria na Europa”.
Georgia Meloni agradeceu ao “amigo Orbán pela intensa colaboração destes anos” e garantiu que sabe “que também da oposição ele continuará a servir a sua nação”. Mas a primeira-ministra de Itália não deixou de dar os parabéns ao vencedor: “Itália e Hungria são nações ligadas por um profundo vínculo de amizade e tenho a certeza de que continuaremos a colaborar com espírito construtivo no interesse dos nossos povos e dos desafios comuns a nível europeu e internacional”.
E há outra mensagem que realça nas declarações dos chefes de estado e de governo da União Europeia: a opção pela democracia e pelos valores europeus e do Estado de Direito.
O primeiro-ministro espanhol refere que ganhou a Europa e os valores eurpeus”. Pedro Sánchez felicitou os cidadãos húngaros poe uma eleições históricas e espera trabalhar com Magyar por um futuro melhor para todos os europeus. Mais expressivo foi o primeiro-ministro polaco, que já foi presidente do Conselho Europeu. Donald Tusk termina a declaração na rede social X a escrever “russos voltem para casa”.
Em silêncio mantêm-se o fiel aliado de Viktor Orbán, o primeiro-ministro da Eslováquia. Robert Fico desejou-lhe no dia antes das eleições que todos os seus objetivos políticos fossem alcançados nas eleições, e referiu que juntos investiram “muita energia no reforço das relações de amizade de alta qualidade entre os nossos países e na garantia de uma posição acima da média para as minorias nacionais. Durante a minha longa carreira política, nunca encontrei um defensor tão forte da soberania e dos interesses nacionais do seu país como o Primeiro-Ministro húngaro Viktor Orbán”. Mas ainda não reagiu à derrota do amigo húngaro.
O vencedor da noite, recorde-se, é eurodeputado e o partido que criou (Tisza) quando se afastou de Viktor Orbán integra o Partido Popular Europeu de centro-direita. O presidente do PPE também reagiu de imediato com aplausos para Péter Magyar. Manfred Weber escreveu que "esta noite é a vitória do povo húngaro. Confirmam que a nossa política de centro-direita, que dá prioridade às pessoas, ganha eleições. Substância. Soluções. Unidade — e não slogans vazios e medos".
Já fora da União Europeia, mas dentro da Europa, o primeiro-ministro britânico refere que “este é um momento histórico, não só para a Hungria, mas para a democracia europeia”. Keir Starmer diz que aguarda “com expectativa o próximo passo”.Há também russos a festejar esta vitória do opositor de Orbán. É o caso do ex-campeão de xadrez Gary Kasparov e da viúva do ex-líder da oposição russa, Alexei Navalny: salientam que venceu o estado de direito e que é um dia triste para Vladimir Putin.
Yulia Navalnaya salientou que “é um dia alegre para a Europa e para a democracia — e um dia triste para Putin: o seu principal aliado na Europa está deixando a cena política. Alegro-me com a Hungria; alegro-me pela Hungria!
Garry Kasparov escreveu que é “uma vitória para os húngaros e para todos os que respeitam a democracia e o Estado de Direito. Essa bênção está agora nas vossas mãos”.
António Costa referiu que a “participação recorde demonstra o espírito democrático do povo húngaro e que “a sua vontade é clara”. O presidente do Conselho Europeu diz que aguarda “com expectativa a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com Péter Magyar para tornar a Europa mais forte e próspera”.
Também a presidente do Parlamento Europeu saudou a vitória do opositor de Viktor Órban. Roberta Metsola salientou que o “lugar da Hungria é no coração da Europa”.
O presidente da Ucrânia diz que o país “sempre procurou boas relações de vizinhança com todos na Europa e estamos prontos para avançar na nossa cooperação com a Hungria”. Volodymyr Zelensky salientou, no X, que está pronto para “reuniões e trabalho construtivo conjunto para o benefício de ambas as nações, bem como para a paz, segurança e estabilidade na Europa.
Também o primeiro-ministro português reagiu ao resultado das eleições na Hungria. Luís Montenegro deseja que “esta nova etapa, fundada numa ampla participação democrática, permita um trabalho conjunto em prol do projeto europeu e dos seus valores e princípios fundamentais”.As reações chegam de praticamente todos os países Europeus. Do chanceler alemão ao presidente francês. Do primeiro-ministro dos Países Baixos ao homólogo espanhol. Todos falam na vontade de construir uma Europa mais forte e unida.
Friedrich Merz salientou que “o povo húngaro decidiu. Estou ansioso para trabalhar consigo. Vamos unir forças por uma Europa forte, segura e, acima de tudo, unida”.
Emmanuel Macron reforçou que “a França congratula-se com esta vitória pela participação democrática, pelo compromisso do povo húngaro com os valores da União Europeia e pelo lugar da Hungria na Europa”.
Georgia Meloni agradeceu ao “amigo Orbán pela intensa colaboração destes anos” e garantiu que sabe “que também da oposição ele continuará a servir a sua nação”. Mas a primeira-ministra de Itália não deixou de dar os parabéns ao vencedor: “Itália e Hungria são nações ligadas por um profundo vínculo de amizade e tenho a certeza de que continuaremos a colaborar com espírito construtivo no interesse dos nossos povos e dos desafios comuns a nível europeu e internacional”.
E há outra mensagem que realça nas declarações dos chefes de estado e de governo da União Europeia: a opção pela democracia e pelos valores europeus e do Estado de Direito.
O primeiro-ministro espanhol refere que ganhou a Europa e os valores eurpeus”. Pedro Sánchez felicitou os cidadãos húngaros poe uma eleições históricas e espera trabalhar com Magyar por um futuro melhor para todos os europeus. Mais expressivo foi o primeiro-ministro polaco, que já foi presidente do Conselho Europeu. Donald Tusk termina a declaração na rede social X a escrever “russos voltem para casa”.
Em silêncio mantêm-se o fiel aliado de Viktor Orbán, o primeiro-ministro da Eslováquia. Robert Fico desejou-lhe no dia antes das eleições que todos os seus objetivos políticos fossem alcançados nas eleições, e referiu que juntos investiram “muita energia no reforço das relações de amizade de alta qualidade entre os nossos países e na garantia de uma posição acima da média para as minorias nacionais. Durante a minha longa carreira política, nunca encontrei um defensor tão forte da soberania e dos interesses nacionais do seu país como o Primeiro-Ministro húngaro Viktor Orbán”. Mas ainda não reagiu à derrota do amigo húngaro.
O vencedor da noite, recorde-se, é eurodeputado e o partido que criou (Tisza) quando se afastou de Viktor Orbán integra o Partido Popular Europeu de centro-direita. O presidente do PPE também reagiu de imediato com aplausos para Péter Magyar. Manfred Weber escreveu que "esta noite é a vitória do povo húngaro. Confirmam que a nossa política de centro-direita, que dá prioridade às pessoas, ganha eleições. Substância. Soluções. Unidade — e não slogans vazios e medos".
Já fora da União Europeia, mas dentro da Europa, o primeiro-ministro britânico refere que “este é um momento histórico, não só para a Hungria, mas para a democracia europeia”. Keir Starmer diz que aguarda “com expectativa o próximo passo”.Há também russos a festejar esta vitória do opositor de Orbán. É o caso do ex-campeão de xadrez Gary Kasparov e da viúva do ex-líder da oposição russa, Alexei Navalny: salientam que venceu o estado de direito e que é um dia triste para Vladimir Putin.
Yulia Navalnaya salientou que “é um dia alegre para a Europa e para a democracia — e um dia triste para Putin: o seu principal aliado na Europa está deixando a cena política. Alegro-me com a Hungria; alegro-me pela Hungria!
Garry Kasparov escreveu que é “uma vitória para os húngaros e para todos os que respeitam a democracia e o Estado de Direito. Essa bênção está agora nas vossas mãos”.