Sheinbaum felicita Lula e afirma que "povo do Brasil venceu"
"Viva a democracia, o povo do Brasil venceu. Parabéns, presidente Lula!", afirmou no domingo Sheinbaum numa mensagem nas redes sociais.
Com este resultado, as duas maiores economias da América Latina mantêm governos de esquerda.
c/ Lusa
Flávio Bolsonaro vai pedir anulação das eleições
“O que aconteceu hoje não foi algo normal. Foi algo, inclusive, inaceitável. Um ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história – ex-advogado do Lula – (…) muda a regra do jogo no meio do jogo”, criticou.
O filho de Jair Bolsonaro vincou que “às 17h01 o ministro (…), atropelando a justiça especializada, toma uma decisão prorrogando por duas horas as eleições. Isso nunca tinha acontecido na história do Brasil”.
“Eu nunca vou saber se num Estado onde as urnas não foram reabertas, quantos votos eu poderia ter. É inexplicável ter acontecido o que aconteceu”, insistiu.
Por esse motivo, “vamos pedir a anulação dessas eleições”, anunciou na sede de campanha, terminando assim o breve discurso.
Lula agradece aos brasileiros e fala numa "derrota do negacionismo"
“Esta eleição foi uma derrota do negacionismo. Foi uma derrota da mentira”, vincou, referindo-se ao adversário Flávio Bolsonaro.
“Cada vez que eu ia num debate eu ficava constrangido. Porque eu já debati com muita gente, já participei em muitas eleições (…) mas eu nunca pensei deparar-me com um representante genuíno do milicialismo desse país”.
“Nunca imaginei que uma pessoa pudesse mentir tanto”, acrescentou Lula.
O presidente reeleito defendeu ainda que “o crime do mundo digital tem de ser tratado como o crime da vida real” e frisou que não podemos ter empresas que ganham “milhões e milhões e não pagam nenhum imposto neste país e tentando direcionar o resultado eleitoral”.
Festejos e buzinas por Lula fecham dia de manifestação no Porto
No local da "Acampada", que arrancou a 10 de outubro, fez-se a festa assim que foi anunciada a vitória.
Muitos festejaram, abraçaram-se e entoaram gritos por Lula, e várias pessoas convidavam outras a "fazer o L" com a mão.
Vários carros passaram pelo local a buzinar, celebrados pelos manifestantes na praça, que permanece tranquila.
c/ Lusa
Abstenção foi de 19,21%
“Esse número é especialmente importante nesta eleição, em que muito se falou sobre a suposta dificuldade do eleitor votar”, acrescentou.
Tribunal Superior Eleitoral destaca resultados expressivos dos dois candidatos
“Com 99,9% dos votos válidos e votação nominal de mais de 64 milhões de votos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito e será o 40.º presidente da República Federativa do Brasil para um mandato que se iniciará a 5 de janeiro de 2027”, disse, em conferência de imprensa, Kássio Nunes Marques.
José Luís Carneiro felicita Lula da Silva pela vitória
Numa nota enviada à agência Lusa, José Luís Carneiro destaca as relações entre Portugal e o Brasil, assinalando que os dois países "partilham uma história, uma língua e laços humanos que se renovam todos os dias", bem como "relações de família, de amizade, de cultura e de trabalho, mas também de cooperação económica, de conhecimento e de oportunidades para as novas gerações".
"Pela sua dimensão e relevância internacional, o Brasil é um parceiro fundamental de Portugal, da CPLP e da União Europeia. Continuar a aprofundar esta relação é um compromisso que nos une e que deve estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos nossos povos", defende.
O secretário-geral do PS saudou todos os eleitores brasileiros e deixou "uma palavra de especial proximidade aos que vivem em Portugal e que tanto contribuem para o nosso país".
c/ Lusa
Lula da Silva, o filho da Dona Lindu, volta a liderar o país
A saúde de Lula da Silva também marcou a política brasileira nos últimos quatro anos, tendo o chefe de Estado passado por uma cirurgia às ancas em 2023.
Foi submetido a uma cirurgia para tratar um sangramento na cabeça após sofrer uma queda na casa de banho no Palácio da Alvorada (residência oficial), que o obrigou a cancelar agendas internacionais, ainda em 2024.
No ano passado, apresentou um quadro de labirintite e, este ano, passou por um tratamento a um cancro de pele na cabeça, de que afirmou estar curado.
No atual mandato, usou as redes sociais para mostrar vigor físico, ao exibir a sua rotina de atividade física, e incentivar as pessoas a fazerem o mesmo.
O filho de Dona Lindu, como gosta de se apresentar, nasceu numa zona pobre de Pernambuco, na região nordeste, de onde saiu, aos sete anos fugindo da fome com seis irmãos e a mãe analfabeta, para o estado de São Paulo.
Candidato sete vezes à presidência da República do Brasil, foi o primeiro líder sindical e operário a chegar ao Palácio do Planalto.
Ainda cedo ganhou o apelido "Lula", muito comum no Nordeste brasileiro para quem se chama Luiz. Conseguiu o seu primeiro emprego aos 12 anos, e aos 19, empregado numa metalúrgica, teve o dedo mínimo da mão esquerda decepado num acidente de trabalho.
A sua entrada no movimento sindical, que o catapultou para o mundo da política, aconteceu em 1969, quando Lula concorreu ao primeiro cargo no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.
Foi eleito presidente do sindicato em 1975, tornando-se conhecido dos brasileiros ao liderar as primeiras greves de trabalhadores contra o Regime Militar (1964-1985), tendo chegado a ser preso.
Em fevereiro de 1980, participou com outros sindicalistas, intelectuais, políticos e representantes de movimentos sociais, na fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), o maior movimento de esquerda do país.
Dois anos depois, fez a sua estreia na vida pública, disputou a sua primeira eleição, então para o governo de São Paulo, ficando como quarto colocado.
c/ Lusa
Lula da Silva reeleito presidente do Brasil por estreita margem
“Eleição matematicamente definida (Eleito)”, lê-se na página do Tribunal Superior Eleitoral.
O presidente arrecadou, até ao momento, 51,77% dos votos. Flávio Bolsonaro está a uma curta distância, com 48,23%.
Datafolha projeta que Lula da Silva será reeleito
Lula da Silva segue em primeiro lugar
Lula ultrapassa Bolsonaro
Polícia Federal investiga denúncias à restrição de transportes
Lula da Silva volta a ganhar em Lisboa e no Porto na segunda volta
Segundo os dados publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o chefe de Estado, Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre a um quarto mandato, ganhou na área consular da capital portuguesa, Lisboa, onde se concentravam o maior número de votantes, com 19.420 votos, equivalente a 60,10%, contra 12.894 votos de Flávio Bolsonaro, correspondentes a 39,90%. Foram contabilizados 32.314 votos válidos.
O presidente também venceu no Porto, com 13.435 votos, o equivalente a 60,13% dos votos válidos, contra os 8.910 de Flávio Bolsonaro, que perfazem 39,87% dos votos válidos. Foram contabilizados 22.345 votos válidos.
Já em Faro, a vitória foi dada ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que conseguiu 1.629 votos, 52,67%, e Lula da Silva obteve 1.464 votos, o que equivale a 47,33%. Foram contabilizados 3.093 votos válidos.
c/ Lusa
Acompanhe a emissão especial das eleições do Brasil no Youtube
A RTP Notícias acompanha tudo sobre as eleições decisivas no Brasil com análise e reportagem em Brasília e em São Paulo.
Bolsonaro na liderança com 20% das secções contadas
Fecharam as urnas
Mais de 150 milhões de brasileiros decidem novo presidente
Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro. Um destes homens vai ser o presidente do Brasil.
Adiamento do fecho das urnas provoca caos
Por este motivo, a página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela, nesta altura, que 1.225 secções de voto já foram contabilizadas.
Com apenas esses resultados, é possível ver que Lula da Silva se encontra à frente, com 57,66 por cento dos votos, enquanto Flávio Bolsonaro alcança os 42,34 por cento.
O jornalista da RTP Luís Baila está em São Paulo a acompanhar todos os desenvolvimentos.
Urnas vão encerrar duas horas depois do previsto
A decisão chega após pedidos do PT e da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Flávio Bolsonaro pede para ampliar horário de votação em várias cidades
Segundo a Folha de São Paulo, o pedido deve-se às condições climáticas nessas regiões, afetadas por chuvas intensas, deslizamentos de terra, cheias e bloqueios de estradas.
Lula pede prolongamento do horário de votação em cidades com relatos de falta de autocarros
Durante uma conferência de imprensa em São Paulo, o líder de esquerda fez um apelo para que os presidentes do TSE, os juízes Kássio Nunes Marques e André Mendonça, prorroguem o horário de votação, que termina às 17:00 locais (20:00 em Lisboa).
"Eles têm que prorrogar o horário de votação", defendeu Lula da Silva, considerando que não se pode permitir que as pessoas sejam "prejudicadas pelo banditismo de alguns empresários ou alguns prefeitos" e listando mais de 10 grandes cidades.
"Nós queremos o seguinte: eleição feita, eleição honesta, com todo mundo tendo direito de votar. Mas, nós não vamos permitir essa roubalheira, esse banditismo, de empresário mau caráter e prefeito bandido", salientou.
"Essas pessoas precisam aprender a respeitar a democracia neste país e quem está falando é uma pessoa que já disputou muita eleição e já respeitou muitos resultados", realçou, insistindo que não irá "permitir que o povo seja outra vez enganado como foi em 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal não permitiu que as pessoas fossem votar".
O Presidente brasileiro pediu ainda aos eleitores para não desistirem de votar.
"Não desistam de votar. Esperem e votem, porque a democracia tem que sair vencedora nesse processo eleitoral", assinalou.
Pouco depois desta declaração, a campanha de Lula da Silva formalizou o pedido junto do tribunal.
Na cidade de São Paulo, cujo autarca, Ricardo Nunes, é de um partido de oposição a Lula da Silva, a Justiça Eleitoral determinou que o poder público local garanta 100% da frota de autocarros em operação.
Em Salvador, a Justiça Eleitoral do Estado da Baía determinou a prisão do secretário de mobilidade da cidade, Paulo Souza, após 75 autocarros do transporte público terem sido impedidos de sair por terem autocolantes com referência à candidatura de Lula da Silva.
A imprensa brasileira tem reportado ainda que moradores de várias outras cidades do país têm reclamado da baixa oferta de autocarros e de longas filas de espera pelo transporte público.
Em Brasília, durante uma conferência de imprensa, o presidente do TSE afirmou que a dificuldade de transporte público por autocarro registada em algumas cidades brasileiras está a ser "corrigida".
No entanto, Kassio Nunes Marques não respondeu quando questionado se o TSE equaciona o prolongamento do horário de votação.
c/ Lusa
Líder da Justiça Eleitoral diz que dificuldade de transporte nas eleições "está sendo corrigida"
"De facto, em alguns locais há dificuldade ainda de transportes, que está sendo corrigida", afirmou durante a conferência de imprensa em Brasília, ao apresentar o primeiro balanço das primeiras horas de votação da segunda volta.
No entanto, não respondeu quando questionado se o TSE avalia estender o horário de votação, que termina às 17:00, no horário de Brasília, para contemplar os eleitores prejudicados com a falta de transporte público.
Na cidade de São Paulo, cujo autarca, Ricardo Nunes, é de um partido de oposição a Lula da Silva (PT), a Justiça Eleitoral determinou que o poder público local oferte 100% da frota de autocarros em operação.
O Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, acionou a Justiça e pediu prisão do secretário de Mobilidade Urbana e Transporte de São Paulo, Celso Jorge Caldeira, pela falta dos autocarros.
Em Salvador, a Justiça Eleitoral do Estado da Baía determinou a prisão do secretário de mobilidade da cidade, Paulo Souza, após 75 autocarros do transporte público terem sido impedidos de sair por possuírem autocolantes com referência à candidatura de Lula da Silva.
A imprensa brasileira tem reportado ainda que moradores de várias outras cidades do país têm reclamado da baixa oferta de autocarros e de longas filas de espera pelo transporte público.
Ainda na conferência de imprensa, o presidente do TSE evitou falar sobre possibilidade de haver uma terceira volta nas eleições, e disse que terão resposta as ações das campanhas de Lula e Flávio, em que ambas pedem anulação da candidatura um do outro por supostos abusos eleitorais.
"É uma tradição da Justiça eleitoral brasileira a judicialização. Faz parte da cultura jurídica a judicialização. E as demandas que vieram ao tribunal, todas obterão as respetivas respostas", declarou.
"A Justiça Eleitoral deve se debruçar, sim, sobre essas demandas. Em relação ao que isso pode provocar, eu gosto de dizer que cada agonia ao seu tempo. A agonia de hoje é entregarmos uma eleição segura, pacífica e transparente".
c/ Lusa
Justiça manda prender secretário de Salvador por redução da frota de autocarros
A Justiça eleitoral brasileira ordenou hoje a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade da cidade de Salvador devido à redução da frota de autocarros em circulação no dia da segunda volta das eleições presidenciais, indicou a imprensa local.
A Polícia Federal deverá agora acatar a ordem de prisão de Pablo Souza, segundo a imprensa local.
A Bahia e o conjunto do Nordeste constituem tradicionais bastiões eleitorais de Lula. Na primeira volta, o Presidente obteve 5,66 milhões de votos na Bahia, contra 2,44 milhões de Flávio Bolsonaro.
Nos nove estados do Nordeste, onde venceu em todos, Lula somou 21,49 milhões de votos, contra 10,40 milhões de Flávio.
A Justiça eleitoral regional ordenou ainda às empresas concessionárias a reposição imediata da totalidade da frota de autocarros de Salvador, e transporte gratuito para todos até ao encerramento da votação e durante o período necessário para garantir o regresso dos eleitores a casa.
Minutos antes desta decisão, o governador da Bahia, estado de que Salvador é capital, denunciou uma tentativa de impedir a população de votar e disponibilizou polícias para conduzir autocarros, após queixas de falta de transporte.
A intervenção do governante, do Partido dos Trabalhadores (PT), surgiu depois de a Federação Brasil da Esperança, que integra o PT e outros partidos de esquerda terem denunciado à Justiça Eleitoral uma redução superior a 50% da frota em circulação na capital baiana.
"Não vou aceitar o que estão fazendo com a população baiana, tentando impedir que as pessoas exerçam seu direito ao voto. Vamos garantir que o povo tenha condições de votar!", acrescentou.
A Prefeitura de Salvador, equivalente à Câmara Municipal em Portugal, é liderada por Bruno Reis, do União Brasil, que declarou apoio a Flávio Bolsonaro nesta segunda volta.
Há quatro anos, 30 de outubro de 2022, dia da segunda volta das eleições presidenciais que Lula da Silva venceu contra o então Presidente Jair Bolsonaro, a Polícia Rodoviária Federal realizou operações de fiscalização de autocarros, sobretudo no Nordeste.
Segundo a investigação da Polícia Federal, estas operações visavam dificultar ou impedir a deslocação de eleitores nas regiões onde Lula tinha obtido maior votação na primeira volta.
O então diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 24 anos e seis meses de prisão no processo relativo a um dos núcleos da tentativa de golpe de Estado, orquestrado por Jair Bolsonaro, que foi condenado a mais de 27 anos de prisão.
Os mais de 158,7 milhões de eleitores poderão votar até às 17:00 de Brasília (20:00 em Lisboa) nas cerca de 564.000 urnas eletrónicas espalhadas por 5.571 cidades do país, além de 186 cidades no exterior, como Lisboa, Porto e Faro.
Na primeira volta, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula da Silva, uma vantagem de 2.224.965 votos, sendo que, desde a introdução do sistema de duas voltas nas presidenciais brasileiras, em 1989, nenhum candidato que terminou a primeira votação em segundo lugar conseguiu vencer a eleição.
Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, de esquerda, e antigo sindicalista, procura a reeleição aos 80 anos e o seu quarto mandato, enquanto o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal e apoiado pela direita, tenta devolver o poder ao campo bolsonarista, quatro anos depois da derrota do pai contra o ex-operário que tenta agora derrotar.
Lusa
Ex-ministro da Economia do Brasil confiante com afluência às urnas
O antigo ministro da Economia do Brasil também afirmou aos jornalistas que nestas eleições vai ganhar a democracia e que os brasileiros vão às urnas nesta segunda volta.
Lula convencido de que o povo vai impedir "um miliciano" na Presidência
Vice-presidente brasileiro diz que vencerá democracia
O vice-presidente do Brasil acredita que, esta noite, vai vencer a democracia.
Eleitores brasileiros em Portugal. Forte afluência às urnas durante a manhã
Os brasileiros residentes em Portugal votam no Porto, Lisboa e Faro. E parece haver menos abstenção.
Na primeira volta, a abstenção dos eleitores brasileiros em Portugal superou os 60 por cento. Desta vez, regista-se uma maior afluência e agilidade no processo eleitoral.
Brasil partido ao meio. Última sondagem dá empate técnico entre Lula e Bolsonaro
Um Brasil dividido vai a votos. Segunda volta das presidenciais decidida por 158 milhões de eleitores. A última sondagem deu empate técnico: 51 por cento para Bolsonaro, 49 por cento para Lula.
"Chegou a hora da mudança". Flávio Bolsonaro vota no Rio de Janeiro
"Chegou a hora da mudança de verdade. Foi assim na primeira volta, que seja na segunda. O Brasil não aguenta mais quatro anos do jeito que está. A vida de todo mundo piorou, não tem porque continuar insistindo no erro", declarou.
"A esperança virou medo, medo de andar na rua, de noite, medo de ter o telemóvel roubado, medo de ter a moto roubada, medo da geladeira vazia, medo de não conseguir pagar as contas que estão atrasadas", realçou.
Flávio Bolsonaro disse ainda que apresentou propostas e que tem condições de montar uma grande equipa para "reorganizar o Brasil" e tirar os brasileiros endividados "dessa situação de sufoco".
C/Lusa
Abertas as mesas de voto
Emissão especial Eleições no Brasil, este domingo, a partir das 21h00, na RTP Notícias
Urnas já abriram em Portugal
Pouco depois das 8h00 da manhã já havia filas de eleitores para votarem nas urnas eletrónicas.