Mundo
Mais de 200 militares em fuga na Turquia
As autoridades turcas procuram 216 militares entre os quais nove generais, mais de três semanas após o golpe militar, revelou o posta-voz do Governo, Numan Kurtulmus.
"Estão em fuga 186 membros das forças armadas e 30 membros da polícia. Entre eles estão nove generais", disse, após o conselho de ministros.
O golpe de estado de 15 de julho já levou à detenção de mais de 12.000 pessoas - incluindo 3.000 militares - e ao afastamento de 60.000 dos seus cargos, entre professores, juízes, militares ou jornalistas, entre outros.
No início de agosto foi capturado um grupo de militares.

A Turquia está em estado de emergência e a purga dos serviços faz-se a todos os níveis e até no partido do poder, o AKP. O Governo afirma que os visado são apoiantes do clérigo Fetullal Gülen, que está refugiado nos Estados Unidos .
"Esta tentativa tinha como objetivo provocar uma guerra civil na Turquia a fim de abrir caminho a uma ocupação do país", alegou o porta-voz sem dar mais detalhes.
Kurtulmus afirmou que as habitações de 10 estrangeiros foram objeto de buscas judiciais, sendo que nove são suspeitos de ligações ao FETO - o acrónimo utilizado por Ancara para o grupo de Gülen.
"Quatro foram acusados, um foi libertado, um outro esta em fuga e outros três estão ainda detidos", referiu o porta-voz, sem precisar as nacionalidades dos suspeitos.
Três milhões de funcionários chamados aos seus postos de trabalho após o golpe já podem partir de férias, acrescentou Kurtulmus.
O golpe de estado de 15 de julho já levou à detenção de mais de 12.000 pessoas - incluindo 3.000 militares - e ao afastamento de 60.000 dos seus cargos, entre professores, juízes, militares ou jornalistas, entre outros.
No início de agosto foi capturado um grupo de militares.
A Turquia está em estado de emergência e a purga dos serviços faz-se a todos os níveis e até no partido do poder, o AKP. O Governo afirma que os visado são apoiantes do clérigo Fetullal Gülen, que está refugiado nos Estados Unidos .
"Esta tentativa tinha como objetivo provocar uma guerra civil na Turquia a fim de abrir caminho a uma ocupação do país", alegou o porta-voz sem dar mais detalhes.
Kurtulmus afirmou que as habitações de 10 estrangeiros foram objeto de buscas judiciais, sendo que nove são suspeitos de ligações ao FETO - o acrónimo utilizado por Ancara para o grupo de Gülen.
"Quatro foram acusados, um foi libertado, um outro esta em fuga e outros três estão ainda detidos", referiu o porta-voz, sem precisar as nacionalidades dos suspeitos.
Três milhões de funcionários chamados aos seus postos de trabalho após o golpe já podem partir de férias, acrescentou Kurtulmus.