Economia
Milionários alemães cada vez mais ricos
A revista manager publicou hoje a lista dos 500 alemães mais ricos no corrente ano. Da lista resulta uma conclusão óbvia sobre os mais ricos: a crise não é com eles, continuam a enriquecer e nunca foram tão ricos.
Segundo a revista manager, as 500 famílias mais ricas da Alemanha tinham em 2012 um património de 500.800 milhões de euros - ou seja cerca mais de seis vezes o valor do programa de assistência a Portugal sob a égide da troika. De então para cá, esse património viu-se acrescentado em 5,5 por cento, atingindo agora valor estimado em 528.450 milhões.
Patrimónios no top da lista
Karl Albrecht - 17.800 milhões
Theo Albrecht - 16.000 milhões
Dieter Schwarz - 13.000 milhões
Reimann - 12.000 milhões
Os patrimónios alemães superiores a 1.000 milhões de euros, que eram 115 no ano passado, saltaram para 135 neste ano.
Entre os enriquecimentos mais rápidos no decurso deste ano conta-se o de Susanne Klatte, grande accionista da BMW, que ganhou cerca de 1.000 milhões de euros, principalmente em negócios do ramo imobiliário, aproveitando a rápida valorização de propriedades. E conta-se também o de Ralph Dommermuth, principal accionista da United Internet, que ganhou cerca de 900 milhões de euros.
Outros grandes ganhadores dos tempos de crise foram Stefan Quandt, da BMW, Alexandra Schörghuber, da empresa homónima, e Günther Fielmann, da Fielmann Optik.
Mas no topo da lista continuam a estar as famílias Albrecht, dos irmãos Karl e Theo, este falecido há um ano e substituído pelo filho - as duas famílias donas da cadeia de supermercados Aldi, logo seguidas da família de Dieter Schwarz, dona dos supermercados Lidl. O negócio da distribuição de produtos baratos prospera, de vento em popa, tendo a favor a crise que também atinge os segmentos mais pobres da população alemã.
Não deixou de haver também, entre os milionários alemães, alguns perdedores: a família Voith - fabricante de máquinas -, que tinha uma fortuna de 3.200 milhões e perdeu mil milhões; ou o proprietário da clínicas Asklepios, Bernard Broermann, ou a família Bosch. Mas nenhum deles abriu falência, longe disso.
Patrimónios no top da lista
Karl Albrecht - 17.800 milhões
Theo Albrecht - 16.000 milhões
Dieter Schwarz - 13.000 milhões
Reimann - 12.000 milhões
Os patrimónios alemães superiores a 1.000 milhões de euros, que eram 115 no ano passado, saltaram para 135 neste ano.
Entre os enriquecimentos mais rápidos no decurso deste ano conta-se o de Susanne Klatte, grande accionista da BMW, que ganhou cerca de 1.000 milhões de euros, principalmente em negócios do ramo imobiliário, aproveitando a rápida valorização de propriedades. E conta-se também o de Ralph Dommermuth, principal accionista da United Internet, que ganhou cerca de 900 milhões de euros.
Outros grandes ganhadores dos tempos de crise foram Stefan Quandt, da BMW, Alexandra Schörghuber, da empresa homónima, e Günther Fielmann, da Fielmann Optik.
Mas no topo da lista continuam a estar as famílias Albrecht, dos irmãos Karl e Theo, este falecido há um ano e substituído pelo filho - as duas famílias donas da cadeia de supermercados Aldi, logo seguidas da família de Dieter Schwarz, dona dos supermercados Lidl. O negócio da distribuição de produtos baratos prospera, de vento em popa, tendo a favor a crise que também atinge os segmentos mais pobres da população alemã.
Não deixou de haver também, entre os milionários alemães, alguns perdedores: a família Voith - fabricante de máquinas -, que tinha uma fortuna de 3.200 milhões e perdeu mil milhões; ou o proprietário da clínicas Asklepios, Bernard Broermann, ou a família Bosch. Mas nenhum deles abriu falência, longe disso.