Mundo
Guerra na Ucrânia
Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusa Rússia de atacar civis deliberadamente
A Rússia está a ser acusada de realizar "ataques implacáveis contra civis" e de "terrorismo contra a população civil" após o mais recente ataque a um centro comercial na região de Pavlohrad, que provocou cinco mortos.
O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, acusou a Rússia de “estar a atacar sistematicamente locais onde sabe que as pessoas passam seu tempo (…), procurando maximizar o número de vítimas, espalhar o medo e pressionar a sociedade ucraniana".
“Esta é uma tática de coerção. A Rússia acredita que ataques implacáveis contra civis podem esgotar os ucranianos e forçar a Ucrânia a fazer concessões”, acrescentou.
Os comentários de Sybiha seguiram-se aos ataques russos na quinta-feira a um centro comercial na região central da cidade industrial de Pavlohrad, no sudeste da Ucrânia, que provocaram a morte de cinco pessoas.
Várias lojas e veículos foram atingidos durante o ataque, que ocorreu "quando as ruas estavam cheias de pessoas", disse o ministro da Administração Interna, Ivan Vyhivskyi.
Outro ataque com drones russos na região de Dnipropetrovsk matou mais duas pessoas. Ao todo, 76 pessoas ficaram feridas, incluindo várias crianças, segundo o governador Oleksandr Hanzha.
Já está sexta-feira, outras duas pessoas morreram em Kiev num ataque russo a um posto de combustível.
"Há agora dois mortos no ataque desta manhã a um posto de abastecimento de combustível em Kiev. Uma das vítimas faleceu no hospital", declarou o presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, no Telegram.
“Terrorismo contra a população civil”
Moscovo atacou vários postos de combustível ucranianos durante a manhã desta sexta-feira, numa altura em que a Rússia intensifica as ofensivas contra alvos logísticos e económicos.
O primeiro-ministro ucraniano, Sergii Koretskyi, afirmou que os ataques russos a empresas e infraestruturas civis estavam a "aumentar rapidamente" e instou o Governo a "reagir e a agir de forma preventiva".
A empresa petrolífera ucraniana Ukrnafta confirmou que dois de seus postos de combustível foram atingidos simultaneamente esta manhã.
“Este é mais um ataque deliberado contra instalações civis que fornecem combustível e bens essenciais à população”, escreveu o CEO Bogdan Kukura nas redes sociais.
“Não há nenhum objetivo militar nesses ataques. Isto é terrorismo contra a população civil”, acrescentou, citado pela AFP.
c/agências
“Esta é uma tática de coerção. A Rússia acredita que ataques implacáveis contra civis podem esgotar os ucranianos e forçar a Ucrânia a fazer concessões”, acrescentou.
Os comentários de Sybiha seguiram-se aos ataques russos na quinta-feira a um centro comercial na região central da cidade industrial de Pavlohrad, no sudeste da Ucrânia, que provocaram a morte de cinco pessoas.
Várias lojas e veículos foram atingidos durante o ataque, que ocorreu "quando as ruas estavam cheias de pessoas", disse o ministro da Administração Interna, Ivan Vyhivskyi.
Outro ataque com drones russos na região de Dnipropetrovsk matou mais duas pessoas. Ao todo, 76 pessoas ficaram feridas, incluindo várias crianças, segundo o governador Oleksandr Hanzha.
Já está sexta-feira, outras duas pessoas morreram em Kiev num ataque russo a um posto de combustível.
"Há agora dois mortos no ataque desta manhã a um posto de abastecimento de combustível em Kiev. Uma das vítimas faleceu no hospital", declarou o presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, no Telegram.
“Terrorismo contra a população civil”
Moscovo atacou vários postos de combustível ucranianos durante a manhã desta sexta-feira, numa altura em que a Rússia intensifica as ofensivas contra alvos logísticos e económicos.
O primeiro-ministro ucraniano, Sergii Koretskyi, afirmou que os ataques russos a empresas e infraestruturas civis estavam a "aumentar rapidamente" e instou o Governo a "reagir e a agir de forma preventiva".
A empresa petrolífera ucraniana Ukrnafta confirmou que dois de seus postos de combustível foram atingidos simultaneamente esta manhã.
“Este é mais um ataque deliberado contra instalações civis que fornecem combustível e bens essenciais à população”, escreveu o CEO Bogdan Kukura nas redes sociais.
“Não há nenhum objetivo militar nesses ataques. Isto é terrorismo contra a população civil”, acrescentou, citado pela AFP.
c/agências