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MNE francês defende inclusão da Guarda Revolucionária do Irão na lista europeia de organizações terroristas
O ministro francês da Europa e dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, defendeu a inclusão da Guarda Revolucionária iraniana na lista europeia de organizações terroristas. A afirmação é feita através da rede social X e significa uma mudança de posição da França, anteriormente hesitante quanto à inclusão da milícia na lista.
“A repressão insuportável da revolta pacífica do povo iraniano não pode ficar impune”, defende Barrot, que louva a “extraordinária coragem” dos manifestantes contra o regime iraniano.
O governante também exige a libertação dos prisioneiros, o fim do bloqueio digital e às execuções dos presos políticos.
A declaração significa uma alteração na posição da França, que anteriormente se mostrava hesitante em relação à inclusão da Guarda Revolucionária na lista, para manter os canais diplomáticos abertos, como forma a pressionar o país.
A posição da França é defendida também por países como Portugal, Itália e Alemanha, tendo o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, afirmado no passado dia 20 de janeiro que “a grande maioria” dos Estados-membros da União Europeia apoia a medida.
A Guarda Revolucionária Islâmica é considerada uma organização terrorista pelos Estados Unidos, Canadá e Austrália.
O governante também exige a libertação dos prisioneiros, o fim do bloqueio digital e às execuções dos presos políticos.
A declaração significa uma alteração na posição da França, que anteriormente se mostrava hesitante em relação à inclusão da Guarda Revolucionária na lista, para manter os canais diplomáticos abertos, como forma a pressionar o país.
Na quinta-feira, será votado em Bruxelas um pacote de sanções contra o Irão, face ao aumento da repressão no país.
Os protestos contra o regime iraniano – que começaram devido ao aumento do custo de vida – já provocaram três mil mortos, mas organizações de defesa dos Direitos Humanos alegam que o número pode situar-se entre os seis mil e os 33 mil, com base em relatos e dados de morgues, hospitais e cemitérios.
Os protestos contra o regime iraniano – que começaram devido ao aumento do custo de vida – já provocaram três mil mortos, mas organizações de defesa dos Direitos Humanos alegam que o número pode situar-se entre os seis mil e os 33 mil, com base em relatos e dados de morgues, hospitais e cemitérios.
A posição da França é defendida também por países como Portugal, Itália e Alemanha, tendo o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, afirmado no passado dia 20 de janeiro que “a grande maioria” dos Estados-membros da União Europeia apoia a medida.
A Guarda Revolucionária Islâmica é considerada uma organização terrorista pelos Estados Unidos, Canadá e Austrália.