Exército israelita anuncia morte de soldado em combate no sul do Líbano
"O sargento-mor Guy Ludar, de 21 anos, foi morto em ação no sul do Líbano", lê-se num breve comunicado.
Com esta morte, sobe para 11 o número de soldados israelitas mortos no sul do Líbano desde o início do março, quando se iniciou o conflito com o Hezbollah.
EUA prosseguem operação de busca de piloto desaparecido no Irão. O que está em causa?
Na sexta-feira, um caça F15 dos Estados Unidos foi abatido pelo Irão e um dos pilotos foi resgatado com sucesso logo nas primeiras horas. As autoridades norte-americanas prosseguem este sábado as buscas pelo segundo militar, ainda em parte incerta, numa operação de resgate de enorme risco e que pode mudar o rumo do conflito.
Também na sexta-feira, um helicóptero Black Hawk envolvido na operação de resgate foi atingido por forças iranianas, mas conseguiu escapar em segurança. Uma outra aeronave norte-americana, um A-10 Warthog, despenhou-se perto do Estreito de Ormuz, tendo o piloto dessa aeronave sido resgatado com sucesso.
O momento atual, com o abate destas aeronaves e o desaparecimento de um militar norte-americano, poderá ser decisivo para determinar os próximos passos de um conflito que se iniciou há cinco semanas com o ataque dos Estados Unidos e Israel.
Logo na sexta-feira, a televisão iraniana emitiu uma declaração em que apelava à captura do “piloto ou pilotos do inimigo”. Os meios de comunicação iranianos pedem que o piloto seja entregue às forças de segurança “com vida” e oferecem uma recompensa de cerca de 66 mil dólares (cerca de 52 mil euros).
Não se sabe ao certo onde desapareceu o piloto, mas governador da província de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad, no sul do Irão, afirmou que “a prioridade” era “capturar” qualquer tripulante norte-americano com vida.
“Um momento repleto de riscos”
Numa declaração através da rede social X, o presidente do Parlamento Iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, provocou os Estados Unidos logo na sexta-feira, considerando que a “brilhante guerra sem estratégia que eles [Estados Unidos] começaram agora foi diminuída de uma ‘mudança de regime’ para ‘Ei! Alguém consegue encontrar os nossos pilotos? Por favor?’”.
A captura de um militar norte-americano pelo Irão pode significar uma nova crise no conflito que reaviva a memória da crise de reféns de 1979, logo após a fundação da República Islâmica. Na altura, o regime iraniano manteve 52 norte-americanos em cativeiro na Embaixada norte-americana de Teerão por 444 dias.
Na altura, o então empresário Donald Trump afirmava que a crise de reféns se tratava de um episódio “patético” e mal gerido pela Administração Carter.
“Que este país fique de braços cruzados e permita que um país como o Irão mantenha os nossos reféns, na minha opinião é um horror, e não creio que fizessem isso a outros países”, afirmou numa entrevista em 1980.
A correspondente-chefe internacional da BBC, Lyse Doucet, escreve que “este é um momento repleto de riscos”.
“É uma operação arriscada dos Estados Unidos resgatar o tripulante desaparecido, mesmo que todos se tenham preparado durante anos para um momento como este”, alerta.
Para além do risco para os militares envolvidos no resgate, há também os “perigos políticos”, com a possibilidade de entregar ao Irão um prisioneiro de guerra como uma poderosa moeda de troca.
“Se o Irão encontrar este aviador e este for exibido na TV, será uma vitória de propaganda para o Irão e uma humilhação política – e uma preocupação – para os EUA”, escreve a jornalista.
Yeganeh Torbati, correspondente do New York Times no Irão, escreve que o país tem “utilizado repetidamente a tomada de reféns como tática contra os seus adversários”, tendo detido norte-americanos, europeus e outros ao longo dos anos “mantendo-os detidos por vezes durante anos antes de os libertar, frequentemente em troca de dinheiro ou da libertação dos seus próprios cidadãos detidos no estrangeiro”.Como decorre uma operação de resgate?
Neste cenário, a operação de busca e resgate do piloto norte-americano traz enormes riscos para os Estados Unidos, até porque coloca em risco a vida de mais militares num território hostil e em guerra desde o ataque de 28 de fevereiro.
Cedric Leighton, analista de questões militares da CNN Internacional, explica que quando um militar é obrigado a abandonar uma aeronave, recorre a um banco ejetável que é desenhado para os retirar do caça com recurso a carga explosiva. O militar deve depois procurar fazer uma aterragem segura com recurso a um paraquedas.
No solo, torna-se decisivo o treino “SERE” (Sobrevivência, Evasão, Resistência e Fuga), desenhado precisamente para que os pilotos possam resistir até um resgate vem sucedido em situações como a que ocorreu na sexta-feira.
"O treino de sobrevivência é um aspeto fundamental na formação de tripulantes aéreos na Força Aérea dos EUA e noutros ramos”, explica o perito.
Para as forças militares, as missões de busca e salvamento (Combat, search and rescue, CSAR, na sigla em inglês) estão entre as mais complexas e sensíveis para as quais as forças norte-americanas ou aliadas se preparam, aponta a BBC.
Nos Estados Unidos, as unidades de elite da Força Aérea são especialmente treinadas para este tipo de missões e são frequentemente mobilizadas preventivamente perto de áreas de conflito onde se podem perder aeronaves.
A missão é levada a cabo geralmente em helicópteros, com recurso a aeronaves de reabastecimento em voo e outras aeronaves militares. De acordo com um antigo comandante de um esquadrão de paraquedistas, uma operação de resgate como a que decorre no Irão deverá envolver pelo menos 24 paraquedistas.
Chegada a terra, a equipa de resgate tem como prioridade contactar o tripulante desaparecido e, depois de o localizar, os paraquedistas podem prestar socorro médico e escapar para um local onde possam ser resgatados.
"Angustiante e extremamente perigoso é um eufemismo", disse o ex-comandante à CBS News, citado pela BBC, que designa os militares capazes de participar nestas missões como os "canivetes suíços da Força Aérea".
EUA anunciam detenção de familiares de Qassem Soleimani
A detenção ocorreu depois do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter revogado o seu estatuto de residentes permanentes.
"Hamideh Soleimani Afshar e a sua filha estão agora sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos", indicou o Departamento de Estado em comunicado.
"O tempo está a esgotar-se". Trump insiste em ultimato até 6 de abril
Guerra no Médio Oriente "originou impasse geoestratégico", diz Erdogan
Segundo um comunicado da Presidência turca, Erdogan afirmou que "o processo iniciado pela intervenção contra o Irão originou um impasse geoestratégico" e que "a comunidade internacional deve redobrar os esforços para pôr fim a esta guerra".
Rússia retira mais 198 funcionários da central nuclear iraniana de Bushehr
A Rosatom tem vindo a retirar funcionários da central desde que a guerra no Irão eclodiu, no final de fevereiro.
As evacuações deste sábado já estavam planeadas mesmo antes de a Agência Internacional de Energia Atómica ter anunciado, numa publicação na rede social X, que um funcionário iraniano da central morreu devido a um fragmento de projétil.
A Rosatom disse ter informado o presidente russo, Vladimir Putin, sobre a situação em torno da central, segundo a agência de notícias TASS.
Preços da energia sobem 25% na Turquia
O anúncio foi feito na sexta-feira pela Autoridade Reguladora do Mercado da Energia (EPDK), responsável pela supervisão do setor, que detalhou que os preços na eletricidade aumentaram em média 25% para clientes particulares e que o gás teve um aumento semelhante.
Segundo a Efe, o preço médio de 100 quilowatt-hora (kWh) passou, assim, a 323,8 liras turcas, o equivalente a 6,3 euros ao câmbio atual.
Apesar da subida, o valor continua muito abaixo da média da União Europeia (UE), situada em cerca de 28 euros por kWh.
No setor dos serviços públicos houve uma subida de 17,5%, na indústria 5,8% e na agricultura 24,8%.
De acordo com a distribuidora pública de gás, Botas, no gás, a subida de 25% representa uma variação entre 10 e 18 liras (0,2 a 0,35 euros) consoante o cliente.
c/ Lusa
Trinta universidades iranianas atacadas desde o início da guerra
Guerra no Irão. EUA prosseguem buscas por piloto desaparecido
Uma central nuclear do Irão foi atacada esta manhã pelos Estados Unidos e Israel.
Foto: Abedin Taherkenareh - EPA
Donald Trump veio dizer que os ataques não afetam as negociações.
Guarda Revolucionária do Irão diz ter atacado navio ligado a Israel no Estreito de Ormuz
"Um drone atingiu um navio (...) ligado ao regime sionista no Estreito de Ormuz" e a embarcação "pegou fogo", indicaram as forças navais iranianas na rede social X, identificando o navio como o MSC Ishyka.
Irão autoriza passagem de navios com bens essenciais através do Estreito de Ormuz
Iraque fecha posto fronteiriço com Irão após ataques aéreos
Um morto em ataque perto da central nuclear de Bushehr
"Na sequência dos ataques criminosos americano-sionistas, esta manhã de sábado (...), um projétil atingiu uma zona próxima da central nuclear de Bushehr, no sudoeste", indicou a agência Irna.
Ministro português entre os que pediram imposto sobre lucros extraordinários
"Além disso, estaríamos a passar a mensagem clara de que aqueles que lucram com as consequências da guerra devem fazer a sua parte para aliviar o fardo que recai sobre a população em geral", escreveram.
Cinco ministros das Finanças da UE pedem imposto sobre lucros extraordinários das empresas do setor energético
Nova explosão no sul do Líbano deixa três `capacetes azuis` feridos
Uma explosão no sul do Líbano causou ferimentos em três soldados indonésios que fazem parte da missão de manutenção de paz da ONU, anunciou hoje a organização.
Num comunicado, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) disse que a explosão, de origem ainda por determinar, ocorreu na sexta-feira, no interior de uma instalação da ONU perto de El Adeisse.
Os três `capacetes azuis` foram levados de urgência para o hospital, sendo que dois estão em estado grave.
O Centro de Informação das Nações Unidas na capital indonésia, Jacarta, confirmou que todos eram indonésios.
O incidente de sexta-feira ocorreu poucos dias depois da morte de três soldados de manutenção da paz indonésios, a 29 e 30 de março, no sul do Líbano, onde Israel e o Hezbollah combatem desde o início da guerra no Médio Oriente.
Dois capacetes azuis indonésios morreram em 30 de março numa explosão, que poderá ter sido causada por uma mina, horas depois de outro militar indonésio ter sido morto, vítima de um possível disparo de um tanque israelita, disse uma fonte de segurança da ONU.
Mas, na terça-feira, o exército de Israel garantiu que o incidente de 30 de março "não foi causado por atividades" dos militares israelitas.
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) conseguiram, após uma "análise operacional minuciosa", determinar que as suas tropas "não plantaram quaisquer engenhos explosivos na área" e que "nenhum militar das IDF estava presente" na zona.
As IDF sublinharam que as ações no Líbano são contra a milícia xiita pró-Irão Hezbollah e não contra a missão da ONU, as Forças Armadas do país ou a população libanesa.
O exército israelita instou a FINUL a abandonar "zonas de combate onde as Forças de Defesa de Israel emitiram ordens de evacuação para a população civil para sua própria segurança".
A FINUL, que opera numa região no sul do país, junto à fronteira com Israel e supostamente vedada tanto aos militares israelitas como aos combatentes do Hezbollah, termina o mandato este ano, após quase 50 anos no terreno.
Dubai interceta ataque contra sede da norte-americana Oracle
As autoridades do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, intercetaram hoje um ataque contra o edifício da Oracle, uma das 18 empresas norte-americanas que a Guarda Revolucionária do Irão tinha ameaçado no início da semana.
"As autoridades confirmaram que responderam a um incidente menor envolvendo a queda de destroços após um ataque aéreo à fachada do edifício da Oracle", informou o gabinete de imprensa do Dubai, nas redes sociais.
O ataque, que não fez feridos, teve como alvo a sede local da gigante tecnológica Oracle, localizada na Internet City.
Uma hora antes, as autoridades da cidade tinham dado conta de um outro ataque intercetado na Marina do Dubai, muito próximo do edifício da empresa norte-americana.
As autoridades do Dubai não forneceram informações sobre quem terá levado a cabo o ataque.
Na terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irão ameaçou realizar ataques contra as instalações de grandes empresas norte-americanas no Médio Oriente, incluindo a Oracle.
A Guarda Revolucionária já tinha na quinta-feira anunciado um ataque contra o edifício da Oracle no Dubai, uma alegação posteriormente negada pelo gabinete de imprensa da cidade.
Ataque com munições de fragmentação faz um ferido no centro de Israel
Uma pessoa ficou hoje ferida num ataque com um míssil balístico iraniano que lançou munições de fragmentação no centro de Israel, noticiaram os meios de comunicação israelitas.
O serviço de emergência Magen David Adom informou que "um homem de 79 anos ficou ferido ao ser atingido por destroços carregados pela onda de choque de um míssil com munições de fragmentação em Kiryat Ata, perto de Haifa".
As Forças de Defesa de Israel identificaram o ataque e emitiram um alerta instruindo os residentes para "procurarem abrigo", enquanto "os sistemas de defesa operavam para intercetar a ameaça".
A emissora Canal 12 de Israel informou que, devido à emergência, "foram recebidas chamadas de 17 locais onde ocorreram os impactos. Entre as cidades que receberam relatos de danos estão Telavive, Bnei Brak, Givatayim, Givat Shmuel, Petah Tikva e Rosh Haayin".
"Tratava-se de um míssil fragmentado que atingiu seis cidades diferentes, provocando um incêndio num apartamento em Rosh Haayin, danos num edifício em Petah Tikva e destruição também em Telavive", segundo o portal de notícias Ynet.
Subúrbios do sul de Beirute alvos de pelo menos dois bombardeamentos
Os subúrbios do sul da capital do Líbano, Beirute, foram bombardeados pelo menos duas vezes durante a madrugada, avançou a agência de notícias France-Presse (AFP).
Um jornalista da AFP ouviu fortes explosões e viu fumo a elevar-se no céu.
Simultaneamente, as Forças de Defesa de Israel anunciaram nas redes sociais que tinham "iniciado ataques às infraestruturas do Hezbollah em Beirute".
O Líbano foi arrastado para o conflito em curso no Médio Oriente quando o Hezbollah lançou morteiros sobre Israel, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão.
Israel ripostou com ataques aéreos maciços em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre.
Segundo as autoridades libanesas, o conflito fez, em 30 dias, mais de 1.300 mortos e mais de um milhão de deslocados, o que representa mais de um sexto da população do país.
Na sexta-feira, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano anunciou que três "capacetes azuis" ficaram feridos devido a uma explosão, de origem ainda por determinar, no interior de uma das posições no sul do país.
Isto depois de três elementos da missão, soldados indonésios, terem sido mortos em menos de uma semana.
Também na sexta-feira, a Embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute alertou para a possibilidade de o Irão ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano.
Num comunicado, a missão diplomática indicou que "o Irão e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano" e salientou que Teerão "ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Médio Oriente".
O Departamento de Estado recomendou que os cidadãos norte-americanos abandonem o Líbano "enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis", de acordo com o comunicado, que destaca a natureza "volátil e imprevisível" da situação de segurança no país.
"Instamos os cidadãos norte-americanos a não viajarem para o Líbano. Recomendamos que os cidadãos norte-americanos que se encontrem no Líbano e optarem por não sair do país elaborem planos de contingência de emergência e estejam preparados para procurar abrigo caso a situação se agrave", prosseguiu o comunicado.
O governo dos EUA alertou os cidadãos de que a Embaixada no Líbano "está a prestar serviços limitados de passaporte a cidadãos norte-americanos a título de emergência" e que "todos os serviços consulares regulares estão suspensos até novo aviso".
O alerta surge após uma recente onda de controvérsias nos círculos políticos e mediáticos libaneses, na sequência da disseminação de ameaças por parte de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irão Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como potenciais alvos.
EUA alertam para possíveis ataques contra universidades no Líbano
A Embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute alertou para a possibilidade de o Irão ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano, onde o conflito já causou 1.300 mortos.
Num comunicado divulgado na sexta-feira, a missão diplomática indicou que "o Irão e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano" e salientou que Teerão "ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Médio Oriente".
O Departamento de Estado recomendou que os cidadãos norte-americanos abandonem o Líbano "enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis", de acordo com o comunicado, que destaca a natureza "volátil e imprevisível" da situação de segurança no país.
"Instamos os cidadãos norte-americanos a não viajarem para o Líbano. Recomendamos que os cidadãos norte-americanos que se encontrem no Líbano e optarem por não sair do país elaborem planos de contingência de emergência e estejam preparados para procurar abrigo caso a situação se agrave", prosseguiu o comunicado.
O governo dos EUA alertou os cidadãos de que a Embaixada no Líbano "está a prestar serviços limitados de passaporte a cidadãos norte-americanos a título de emergência" e que "todos os serviços consulares regulares estão suspensos até novo aviso".
O alerta surge após uma recente onda de controvérsias nos círculos políticos e mediáticos libaneses, na sequência da disseminação de ameaças por parte de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irão Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como potenciais alvos.
O Líbano foi arrastado para o conflito em curso no Médio Oriente quando o Hezbollah lançou morteiros sobre Israel, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão.
Israel ripostou com ataques aéreos maciços em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre.
Segundo as autoridades libanesas, o conflito fez, em 30 dias, mais de 1.300 mortos e mais de um milhão de deslocados, o que representa mais de um sexto da população do país.
Guerra já fez 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos
A operação militar `Fúria Épica`, contra o Irão, causou até ao momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono.
Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que explicou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército norte-americano.
Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros e 36 da Força Aérea.
Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea.
Os números divulgados não incluem quaisquer baixas ou ferimentos que possam ter ocorrido na sexta-feira, quando as forças iranianas abateram um caça norte-americano.
Um dos tripulantes do caça F-15 atacado por Teerão foi resgatado com vida, mas as forças norte-americanas continuam a tentar encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou hoje que o ataque iraniano afete as alegadas negociações com Teerão.
Míssil iraniano abate caça norte-americano
O Irão abateu um caça americano. Teerão ofereceu de imediato dinheiro a quem capturasse os pilotos.
Avião de ataque A-10 Warthog despenhou-se perto do Golfo Pérsico, piloto resgatado
O avião de ataque A-10 Warthog despenhou-se perto do Estreito de Ormuz quase ao mesmo tempo que o F-15E da Força Aérea foi abatido sobre o Irão.