Mundo
ONU reporta morte de dezenas de civis no Sudão do Sul
A Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) referiu em comunicado que, no início deste domingo, "jovens armados não identificados atacaram a sede do condado de Abiemnom, ferindo cerca de 20 pessoas"
A missão da ONU observou ainda "com preocupação relatos de dezenas
de civis e autoridades locais mortos" durante os confrontos, sem
fornecer mais detalhes.
A ONU referiu alarme "com o ressurgimento da violência".
Quinta-feira passada, o responsável pelos direitos humanos das Nações Unidas referiu em relatório que o número de mortes de civis na guerra do Sudão mais do que duplicou em 2025 em comparação com o ano anterior, alertando ainda que milhares de mortos ainda não foram identificados ou continuam desaparecidos.
“Em 2025, a documentação do meu gabinete aponta para um aumento de mais de duas vezes e meia no número de mortes de civis em comparação com o ano anterior. Muitos milhares ainda estão desaparecidos ou não identificados”, disse Volker Turk ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.
A Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) informou em fevereiro que está a acolher dezenas de milhares de civis deslocados em Akobo, enquanto os confrontos continuam.
O responsável humanitário da ONU, Tom Fletcher, que visitou Akobo no dia 21 de Fevereiro, descreveu o Sudão do Sul como “uma das crises mais negligenciadas do mundo neste momento”.
“Quero tornar esta crise mais visível para o público. E quero que as pessoas exijam mudanças. Que exijam financiamento. Que exijam envolvimento político para pôr fim a esta guerra”, disse Fletcher.
Durante a sua visita, Fletcher disse aos civis deslocados que estava a ser mobilizada assistência adicional, afirmando: "A ajuda está a caminho".
“Em 2025, a documentação do meu gabinete aponta para um aumento de mais de duas vezes e meia no número de mortes de civis em comparação com o ano anterior. Muitos milhares ainda estão desaparecidos ou não identificados”, disse Volker Turk ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.
A Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS) informou em fevereiro que está a acolher dezenas de milhares de civis deslocados em Akobo, enquanto os confrontos continuam.
O responsável humanitário da ONU, Tom Fletcher, que visitou Akobo no dia 21 de Fevereiro, descreveu o Sudão do Sul como “uma das crises mais negligenciadas do mundo neste momento”.
“Quero tornar esta crise mais visível para o público. E quero que as pessoas exijam mudanças. Que exijam financiamento. Que exijam envolvimento político para pôr fim a esta guerra”, disse Fletcher.
Durante a sua visita, Fletcher disse aos civis deslocados que estava a ser mobilizada assistência adicional, afirmando: "A ajuda está a caminho".
c/agências