Mundo
Ordem de evacuação imediata em Tianjin, na China
Foi dada ordem de evacuação a todos os moradores de Tianjin, na China, num raio de três quilómetros do epicentro do local das explosões ocorridas na quarta-feira , 12.
Possível contaminação com “cianeto de sódio”. Este é o novo problema que as autoridades chinesas estão enfrentar depois da violenta explosão registada há três dias, junto ao porto de Tianjin.
Foi detetado no ar um composto químico, cianeto de sódio, que pode ser fatal se for ingerido ou inalado.

A ordem de evacuação foi dada depois de uma equipa militar especializada em produtos químicos entrara no local das explosões com o objetivo de encontrar possíveis sobreviventes e investigar as causas da tragédia.
Segundo a agência de noticias chinesa 'Xinhua', a população de Tianjin está a ser retirada num raio de três quilómetros do epicentro do local onde ocorreu a explosão.
As autoridades chinesas desmentem contudo que esteja a decorrer uma plano de evacuação da cidade.
Especialistas advertem para o perigo que existe derivado do produtos químicos existentes na atmosfera.Esta cidade de chinesa tem cerca de 11 milhões de habitantes.
A série de explosões que abalou Tianjin no dia 12 de agosto atingiu a área industrial deixando um rasto de destruição, estando já confirmados 104 mortos.

Passado quatro dias ainda existem relatos de pequenas explosões e incêndios no local da catástrofe, surgindo algumas informações nas redes socias que os químicos que circulam no ar são as fontes de ignição desses focos de incêndio.
Segundo o jornal "South China Morning Post" na edição deste sábado, os especialistas advertem para o perigo de que os gases ainda não identificados, emanados da queima de produtos químicos, podem representar para a saúde humana e o meio ambiente.
O material armazenado no local da explosão consistia em compostos como Nitrato de amónia, Nitrato de potássio e Carboneto de cálcio, mas também Di-isocianato de Tolueno um componente altamente tóxico e reagente.
De acordo com este jornal chinês, no terreno estão a ser feitas várias analises ao ar e a águas residuais tendo sido encontrado, nas amostras recolhidas, cianeto e outros produtos químicos que excediam cerca de oito vezes os limites de segurança permitidos.
A polícia chinesa já fez saber que no terminal em que ocorreram as explosões, o principal material armazenado consistia em compostos como Nitrato de amónia, Nitrato de potássio e Carboneto de cálcio, mas nos papéis da empresa também aparece, Di-isocianato de Tolueno um componente altamente tóxico e reagente.

O balanço do número de vitimas continua a ser provisório, 104 mortos, incluindo os 21 bombeiros que estavam a combater um incêndio no momento em que ocorreram as explosões.
Os números oficiais dão conta também de 721 pessoas hospitalizadas, mas há ainda um grande número de desaparecidos.
Familias desesperadas devido a falta de informação
Furiosos, frustrados e com medo, estes são os sentimentos presentes nas várias famílias que continuam sem ter notícias de vários parentes desaparecidos.
São cada vez mais aqueles que continuam a apelar as autoridades para fornecer mais esclarecimentos sobre o nome das vítimas mas alegam que as autoridades não têm dado qualquer informação.
Foi detetado no ar um composto químico, cianeto de sódio, que pode ser fatal se for ingerido ou inalado.
A ordem de evacuação foi dada depois de uma equipa militar especializada em produtos químicos entrara no local das explosões com o objetivo de encontrar possíveis sobreviventes e investigar as causas da tragédia.
Segundo a agência de noticias chinesa 'Xinhua', a população de Tianjin está a ser retirada num raio de três quilómetros do epicentro do local onde ocorreu a explosão.
As autoridades chinesas desmentem contudo que esteja a decorrer uma plano de evacuação da cidade.
Especialistas advertem para o perigo que existe derivado do produtos químicos existentes na atmosfera.Esta cidade de chinesa tem cerca de 11 milhões de habitantes.
A série de explosões que abalou Tianjin no dia 12 de agosto atingiu a área industrial deixando um rasto de destruição, estando já confirmados 104 mortos.
Passado quatro dias ainda existem relatos de pequenas explosões e incêndios no local da catástrofe, surgindo algumas informações nas redes socias que os químicos que circulam no ar são as fontes de ignição desses focos de incêndio.
Segundo o jornal "South China Morning Post" na edição deste sábado, os especialistas advertem para o perigo de que os gases ainda não identificados, emanados da queima de produtos químicos, podem representar para a saúde humana e o meio ambiente.
O material armazenado no local da explosão consistia em compostos como Nitrato de amónia, Nitrato de potássio e Carboneto de cálcio, mas também Di-isocianato de Tolueno um componente altamente tóxico e reagente.
De acordo com este jornal chinês, no terreno estão a ser feitas várias analises ao ar e a águas residuais tendo sido encontrado, nas amostras recolhidas, cianeto e outros produtos químicos que excediam cerca de oito vezes os limites de segurança permitidos.
A polícia chinesa já fez saber que no terminal em que ocorreram as explosões, o principal material armazenado consistia em compostos como Nitrato de amónia, Nitrato de potássio e Carboneto de cálcio, mas nos papéis da empresa também aparece, Di-isocianato de Tolueno um componente altamente tóxico e reagente.
O balanço do número de vitimas continua a ser provisório, 104 mortos, incluindo os 21 bombeiros que estavam a combater um incêndio no momento em que ocorreram as explosões.
Os números oficiais dão conta também de 721 pessoas hospitalizadas, mas há ainda um grande número de desaparecidos.
Familias desesperadas devido a falta de informação
Furiosos, frustrados e com medo, estes são os sentimentos presentes nas várias famílias que continuam sem ter notícias de vários parentes desaparecidos.
São cada vez mais aqueles que continuam a apelar as autoridades para fornecer mais esclarecimentos sobre o nome das vítimas mas alegam que as autoridades não têm dado qualquer informação.