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Pedidos de repatriamento aparecem "a todo o momento" de vários países" do Médio Oriente, diz Montenegro

Pedidos de repatriamento aparecem "a todo o momento" de vários países" do Médio Oriente, diz Montenegro

O primeiro-ministro português afirmou hoje que os pedidos de repatriamento devido à guerra no Médio Oriente continuam a "aparecer a todo o momento" e de "vários países da região", assegurando que se manterá a solidariedade europeia.

Lusa /

Luís Montenegro falava na conferência de imprensa conjunta da 36.ª Cimeira Luso-espanhola, ao lado do chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, que decorreu hoje de manhã em Huelva (Espanha) e teve como tema central a segurança climática.

Questionado se o Governo português prevê efetuar mais voos de repatriamento, Montenegro admitiu que os pedidos "estão a aparecer a todo o momento e de vários países da região" do Médio Oriente.

O primeiro-ministro lembrou que, quando foi questionado sobre o tema, no parlamento, não podia dar muitos pormenores por razões de segurança.

"Hoje já se sabe que uma das aeronaves é um C-130 da Força Aérea que, entretanto, já transportou 39 pessoas (24 nacionais) e um avião A-330 fretado à TAP, que já transportou 147 passageiros daquela região, 139 dos quais portugueses e outros oito de outras nacionalidades", disse.

Montenegro assegurou que está a ser utilizada a capacidade nacional para a realização de voos de repatriamento "num contexto de solidariedade europeia", que contempla a possibilidade de nacionais de outros Estados - não apenas europeus, poderem viajar em voos portugueses, e vice-versa.

"Estamos também em contacto com as companhias aéreas para realizar viagens com a inclusão dos nossos cidadãos nacionais em todas as possibilidades que se vão abrindo. Isto pressupõe muitas vezes viagens intercalares, as pessoas têm que se deslocar a pontos de contacto, têm que se deslocar depois aos aeroportos onde esses voos são disponibilizados", precisou.

Um avião fretado à TAP com 147 passageiros, dos quais 139 são portugueses, em fuga da guerra no irão aterrou hoje em Lisboa às 10:16 no âmbito de uma operação de repatriamento das autoridades portuguesas.

De madrugada, já tinha aterrado no Aeroporto de Figo Maduro o avião militar com 39 passageiros.

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