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Pólos terrestres estão a perder massa gelada desde 2002
As massas de gelo existentes na Gronelândia e na Antártida estão a diminuir, pelo menos, desde 2002. O dados são avançados pela NASA que tem monitorizado estas zonas do planeta desde o início do século.
O departamento da NASA ligado às mudanças climáticas no nosso planeta deu a conhecer recentemente os dados referentes ao degelo que está a ocorrer nos pólos terrestres.
Segundo dados recolhidos desde 2002 pela sonda Grace, em órbita terrestre, as massas geladas polares (Antártida e Gronelândia) diminuíram drasticamente.
Só para se ter a noção da escala, o continente da Antártida tem vindo a perder cerca de 134 mil milhões de toneladas de gelo por ano desde 2002.
Também a zona geográfica do polo norte, a camada gelada da Gronelândia, tem sofrido alterações, registando-se uma perda estimada em 287 mil milhões de toneladas por ano.


Desde 2002, as perdas têm sido praticamente constantes, sendo certo que a partir de 2008/2009 as massas dos dois continentes nunca mais conseguiram recuperar positivamente os valores volumétricos de gelo.
Dados agora revelados mostram que desde essas datas (2008/09) o pico mais negativo deu-se em 2012, na Antártida, em março, com um valor de perda a rondar os 1127 mil milhões de metros cúbicos de gelo e, na Gronelândia, em setembro do mesmo ano, com uma perda de 2024 mil milhões de metros cúbicos de massa gelada.
Legendas em Português ( Legendas/definições/traduzir /português)
Créditos: NASA
Segundo os cientistas que estão a acompanhar a evolução do clima na Terra, afirmam que o ano de 2014 registou-se a menor quantidade de formação de gelo, no polo norte, desde o ínicio dos registos em 1979.
Segundo dados recolhidos desde 2002 pela sonda Grace, em órbita terrestre, as massas geladas polares (Antártida e Gronelândia) diminuíram drasticamente.
Só para se ter a noção da escala, o continente da Antártida tem vindo a perder cerca de 134 mil milhões de toneladas de gelo por ano desde 2002.
Também a zona geográfica do polo norte, a camada gelada da Gronelândia, tem sofrido alterações, registando-se uma perda estimada em 287 mil milhões de toneladas por ano.
Desde 2002, as perdas têm sido praticamente constantes, sendo certo que a partir de 2008/2009 as massas dos dois continentes nunca mais conseguiram recuperar positivamente os valores volumétricos de gelo.
Dados agora revelados mostram que desde essas datas (2008/09) o pico mais negativo deu-se em 2012, na Antártida, em março, com um valor de perda a rondar os 1127 mil milhões de metros cúbicos de gelo e, na Gronelândia, em setembro do mesmo ano, com uma perda de 2024 mil milhões de metros cúbicos de massa gelada.
Legendas em Português ( Legendas/definições/traduzir /português)
Créditos: NASA
Segundo os cientistas que estão a acompanhar a evolução do clima na Terra, afirmam que o ano de 2014 registou-se a menor quantidade de formação de gelo, no polo norte, desde o ínicio dos registos em 1979.