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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Portugal entre os cinco países da UE que pedem imposto sobre lucros extraordinários das empresas de energia

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Portugal entre os cinco países da UE que pedem imposto sobre lucros extraordinários das empresas de energia

Cinco ministros das Finanças da UE, incluindo de Portugal, pediram um imposto sobre os lucros extraordinários das empresas do setor energético. A operação militar "Fúria Épica", contra o Irão, causou até ao momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono. Acompanhamos aqui, ao minuto, todos os desenvolvimentos.

Joana Raposo Santos - RTP /

Emissão RTP Notícias


Foto: Denis Balibouse - Reuters

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RTP /

Iraque fecha posto fronteiriço com Irão após ataques aéreos

O Iraque fechou o posto fronteiriço de Shalamcheh, no sul do país, com o Irão, depois de ataques aéreos no lado iraniano terem matado um cidadão iraquiano.
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RTP /

Um morto em ataque perto da central nuclear de Bushehr

A zona da central nuclear de Bushehr, no sul do Irão, foi atacada este sábado, matando um agente de segurança mas sem causar danos nas instalações, de acordo com os meios de comunicação estatais.

"Na sequência dos ataques criminosos americano-sionistas, esta manhã de sábado (...), um projétil atingiu uma zona próxima da central nuclear de Bushehr, no sudoeste", indicou a agência Irna.
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RTP /

Ministro português entre os que pediram imposto sobre lucros extraordinários

Segundo a agência Reuters, Joaquim Miranda Sarmento é um dos cinco ministros das Finanças da União Europeia que apelaram à criação de um imposto sobre os lucros extraordinários das empresas de energia.

Para além do ministro português, os restantes signatários desta carta enviada à Comissão Europeia foram os ministros da Alemanha, Itália, Áustria e Espanha.

Segundo os ministros, esta medida seria um sinal de que "estamos unidos e somos capazes de agir".

"Além disso, estaríamos a passar a mensagem clara de que aqueles que lucram com as consequências da guerra devem fazer a sua parte para aliviar o fardo que recai sobre a população em geral", escreveram.

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RTP /

Cinco ministros das Finanças da UE pedem imposto sobre lucros extraordinários das empresas do setor energético

Cinco ministros das Finanças da União Europeia apelam à criação de um imposto sobre os lucros extraordinários das empresas de energia, em reação ao aumento dos preços dos combustíveis devido à guerra no Irão, de acordo com uma carta dos ministros à Comissão Europeia a que a agência Reuters teve acesso.
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Lusa /

Nova explosão no sul do Líbano deixa três `capacetes azuis` feridos

Uma explosão no sul do Líbano causou ferimentos em três soldados indonésios que fazem parte da missão de manutenção de paz da ONU, anunciou hoje a organização.

Num comunicado, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) disse que a explosão, de origem ainda por determinar, ocorreu na sexta-feira, no interior de uma instalação da ONU perto de El Adeisse.

Os três `capacetes azuis` foram levados de urgência para o hospital, sendo que dois estão em estado grave.

O Centro de Informação das Nações Unidas na capital indonésia, Jacarta, confirmou que todos eram indonésios.

O incidente de sexta-feira ocorreu poucos dias depois da morte de três soldados de manutenção da paz indonésios, a 29 e 30 de março, no sul do Líbano, onde Israel e o Hezbollah combatem desde o início da guerra no Médio Oriente.

Dois capacetes azuis indonésios morreram em 30 de março numa explosão, que poderá ter sido causada por uma mina, horas depois de outro militar indonésio ter sido morto, vítima de um possível disparo de um tanque israelita, disse uma fonte de segurança da ONU.

Mas, na terça-feira, o exército de Israel garantiu que o incidente de 30 de março "não foi causado por atividades" dos militares israelitas.

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) conseguiram, após uma "análise operacional minuciosa", determinar que as suas tropas "não plantaram quaisquer engenhos explosivos na área" e que "nenhum militar das IDF estava presente" na zona.

As IDF sublinharam que as ações no Líbano são contra a milícia xiita pró-Irão Hezbollah e não contra a missão da ONU, as Forças Armadas do país ou a população libanesa.

O exército israelita instou a FINUL a abandonar "zonas de combate onde as Forças de Defesa de Israel emitiram ordens de evacuação para a população civil para sua própria segurança".

A FINUL, que opera numa região no sul do país, junto à fronteira com Israel e supostamente vedada tanto aos militares israelitas como aos combatentes do Hezbollah, termina o mandato este ano, após quase 50 anos no terreno.

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Lusa /

Dubai interceta ataque contra sede da norte-americana Oracle

As autoridades do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, intercetaram hoje um ataque contra o edifício da Oracle, uma das 18 empresas norte-americanas que a Guarda Revolucionária do Irão tinha ameaçado no início da semana.

"As autoridades confirmaram que responderam a um incidente menor envolvendo a queda de destroços após um ataque aéreo à fachada do edifício da Oracle", informou o gabinete de imprensa do Dubai, nas redes sociais.

O ataque, que não fez feridos, teve como alvo a sede local da gigante tecnológica Oracle, localizada na Internet City.

Uma hora antes, as autoridades da cidade tinham dado conta de um outro ataque intercetado na Marina do Dubai, muito próximo do edifício da empresa norte-americana.

As autoridades do Dubai não forneceram informações sobre quem terá levado a cabo o ataque.

Na terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irão ameaçou realizar ataques contra as instalações de grandes empresas norte-americanas no Médio Oriente, incluindo a Oracle.

A Guarda Revolucionária já tinha na quinta-feira anunciado um ataque contra o edifício da Oracle no Dubai, uma alegação posteriormente negada pelo gabinete de imprensa da cidade.

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Lusa /

Ataque com munições de fragmentação faz um ferido no centro de Israel

Uma pessoa ficou hoje ferida num ataque com um míssil balístico iraniano que lançou munições de fragmentação no centro de Israel, noticiaram os meios de comunicação israelitas.

O serviço de emergência Magen David Adom informou que "um homem de 79 anos ficou ferido ao ser atingido por destroços carregados pela onda de choque de um míssil com munições de fragmentação em Kiryat Ata, perto de Haifa".

As Forças de Defesa de Israel identificaram o ataque e emitiram um alerta instruindo os residentes para "procurarem abrigo", enquanto "os sistemas de defesa operavam para intercetar a ameaça".

A emissora Canal 12 de Israel informou que, devido à emergência, "foram recebidas chamadas de 17 locais onde ocorreram os impactos. Entre as cidades que receberam relatos de danos estão Telavive, Bnei Brak, Givatayim, Givat Shmuel, Petah Tikva e Rosh Haayin".

"Tratava-se de um míssil fragmentado que atingiu seis cidades diferentes, provocando um incêndio num apartamento em Rosh Haayin, danos num edifício em Petah Tikva e destruição também em Telavive", segundo o portal de notícias Ynet.

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Lusa /

Subúrbios do sul de Beirute alvos de pelo menos dois bombardeamentos

Os subúrbios do sul da capital do Líbano, Beirute, foram bombardeados pelo menos duas vezes durante a madrugada, avançou a agência de notícias France-Presse (AFP).

Um jornalista da AFP ouviu fortes explosões e viu fumo a elevar-se no céu.

Simultaneamente, as Forças de Defesa de Israel anunciaram nas redes sociais que tinham "iniciado ataques às infraestruturas do Hezbollah em Beirute".

O Líbano foi arrastado para o conflito em curso no Médio Oriente quando o Hezbollah lançou morteiros sobre Israel, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão.

Israel ripostou com ataques aéreos maciços em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre.

Segundo as autoridades libanesas, o conflito fez, em 30 dias, mais de 1.300 mortos e mais de um milhão de deslocados, o que representa mais de um sexto da população do país.

Na sexta-feira, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano anunciou que três "capacetes azuis" ficaram feridos devido a uma explosão, de origem ainda por determinar, no interior de uma das posições no sul do país.

Isto depois de três elementos da missão, soldados indonésios, terem sido mortos em menos de uma semana.

Também na sexta-feira, a Embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute alertou para a possibilidade de o Irão ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano.

Num comunicado, a missão diplomática indicou que "o Irão e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano" e salientou que Teerão "ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Médio Oriente".

O Departamento de Estado recomendou que os cidadãos norte-americanos abandonem o Líbano "enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis", de acordo com o comunicado, que destaca a natureza "volátil e imprevisível" da situação de segurança no país.

"Instamos os cidadãos norte-americanos a não viajarem para o Líbano. Recomendamos que os cidadãos norte-americanos que se encontrem no Líbano e optarem por não sair do país elaborem planos de contingência de emergência e estejam preparados para procurar abrigo caso a situação se agrave", prosseguiu o comunicado.

O governo dos EUA alertou os cidadãos de que a Embaixada no Líbano "está a prestar serviços limitados de passaporte a cidadãos norte-americanos a título de emergência" e que "todos os serviços consulares regulares estão suspensos até novo aviso".

O alerta surge após uma recente onda de controvérsias nos círculos políticos e mediáticos libaneses, na sequência da disseminação de ameaças por parte de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irão Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como potenciais alvos.

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Lusa /

EUA alertam para possíveis ataques contra universidades no Líbano

A Embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute alertou para a possibilidade de o Irão ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano, onde o conflito já causou 1.300 mortos.

Num comunicado divulgado na sexta-feira, a missão diplomática indicou que "o Irão e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano" e salientou que Teerão "ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Médio Oriente".

O Departamento de Estado recomendou que os cidadãos norte-americanos abandonem o Líbano "enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis", de acordo com o comunicado, que destaca a natureza "volátil e imprevisível" da situação de segurança no país.

"Instamos os cidadãos norte-americanos a não viajarem para o Líbano. Recomendamos que os cidadãos norte-americanos que se encontrem no Líbano e optarem por não sair do país elaborem planos de contingência de emergência e estejam preparados para procurar abrigo caso a situação se agrave", prosseguiu o comunicado.

O governo dos EUA alertou os cidadãos de que a Embaixada no Líbano "está a prestar serviços limitados de passaporte a cidadãos norte-americanos a título de emergência" e que "todos os serviços consulares regulares estão suspensos até novo aviso".

O alerta surge após uma recente onda de controvérsias nos círculos políticos e mediáticos libaneses, na sequência da disseminação de ameaças por parte de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irão Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como potenciais alvos.

O Líbano foi arrastado para o conflito em curso no Médio Oriente quando o Hezbollah lançou morteiros sobre Israel, em retaliação pela ofensiva aérea lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel sobre o Irão.

Israel ripostou com ataques aéreos maciços em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre.

Segundo as autoridades libanesas, o conflito fez, em 30 dias, mais de 1.300 mortos e mais de um milhão de deslocados, o que representa mais de um sexto da população do país.

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Lusa /

Guerra já fez 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos

A operação militar `Fúria Épica`, contra o Irão, causou até ao momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono.

Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que explicou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército norte-americano.

Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros e 36 da Força Aérea.

Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea.

Os números divulgados não incluem quaisquer baixas ou ferimentos que possam ter ocorrido na sexta-feira, quando as forças iranianas abateram um caça norte-americano.

Um dos tripulantes do caça F-15 atacado por Teerão foi resgatado com vida, mas as forças norte-americanas continuam a tentar encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou hoje que o ataque iraniano afete as alegadas negociações com Teerão.

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Míssil iraniano abate caça norte-americano

O Irão abateu um caça americano. Teerão ofereceu de imediato dinheiro a quem capturasse os pilotos.

Forças especiais norte-americanas resgataram um deles, mas há ainda um segundo piloto a ser procurado. Em resposta à ameaça de Trump destruir as fontes de energia iranianas a Guarda Revolucionária diz que vai fazer o mesmo a empresas americanas e israelitas.
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Avião de ataque A-10 Warthog despenhou-se perto do Golfo Pérsico, piloto resgatado

Um segundo avião de combate da Força Aérea norte-americana despenhou-se na região do Golfo Pérsico na sexta-feira. O único piloto a bordo foi resgatado em segurança, segundo dois responsáveis norte-americanos que confirmaram a informação ao New York Times. 

O avião de ataque A-10 Warthog despenhou-se perto do Estreito de Ormuz quase ao mesmo tempo que o F-15E da Força Aérea foi abatido sobre o Irão.
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