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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Israel vai "intensificar" ataques contra o Irão para pôr fim aos disparos de mísseis

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Israel vai "intensificar" ataques contra o Irão para pôr fim aos disparos de mísseis

Israel anunciou que os ataques contra o Irão vão intensificar-se e alargar-se a mais "alvos e áreas" que alegadamente ajudam Teerão a construir armas contra civis israelitas. A gasolina pode descer dois cêntimos e meio por litro e o gasóleo deverá ficar mais barato um cêntimo na próxima semana. Atualizamos aqui todas as informações sobre o conflito.

Joana Raposo Santos, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Foto: Ilan Rosenberg - Reuters

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RTP /

Berlim acusa Rússia de ajudar Irão a identificar alvos para ataques

O ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Johann Wadephul, acusou a Rússia de ajudar o Irão a identificar potenciais alvos para ataques, afirmando que o presidente Vladimir Putin esperava usar a guerra no Irão como uma manobra de diversão do seu ataque à Ucrânia.

Em declarações aos jornalistas numa reunião do G7 em França, Wadephul avançou ainda que falou com o secretário de Estado norte-americano, Marcio Rubio, para delinear a posição da Alemanha, que está disposta a desempenhar um papel no Estreito de Ormuz após o fim das hostilidades.

"Putin espera cinicamente que a escalada no Médio Oriente desvie a nossa atenção dos seus crimes na Ucrânia", afirmou Wadephul. "Este plano não pode ter sucesso. Vemos muito claramente como os dois conflitos estão intimamente interligados. A Rússia está evidentemente a apoiar o Irão com informações sobre alvos potenciais".
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RTP /

Mais de 1.900 mortos no Irão desde o início da guerra

Mais de 1.900 pessoas morreram e pelo menos 20.000 ficaram feridas no Irão desde o início dos ataques dos EUA e Israel, de acordo com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Esta entidade lembrou que o Crescente Vermelho Iraniano continua a ser a única organização humanitária a nível nacional a operar em todo o país.
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RTP /

Israel vai "intensificar" ataques contra o Irão para pôr fim aos disparos de mísseis

O ministro israelita da Defesa, Israel Katz, afirmou há momentos que os ataques contra o Irão vão intensificar-se e alargar-se a mais "alvos e áreas" que alegadamente ajudam Teerão a construir armas contra civis israelitas.
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RTP /

Não há refúgio da guerra em Beirute, afirma UNICEF

Os civis ⁠não têm lugares seguro onde se refugiar no ⁠Líbano, nem mesmo ⁠na ⁠capital, ​Beirute, afirmou o representante da UNICEF nesse país, ⁠Marcoluigi Corsi.

Um responsável do ACNUR alertou, por sua vez, que cerca de 150.000 pessoas ficaram isoladas no Líbano após a destruição de pontes.
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RTP /

Mais de 370.000 crianças deslocadas no Líbano e 121 mortas

Segundo o representante da UNICEF no Líbano, Marcoluigi Corsi, mais de 370.000 crianças foram forçadas a abandonar as suas casas no Líbano devido à guerra. Pelo menos 121 crianças morreram e 399 ficaram feridas, acrescentou.
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RTP /

Preço dos combustíveis deverá descer na próxima semana

A gasolina pode descer dois cêntimos e meio por litro e o gasóleo deverá ficar mais barato um cêntimo na próxima semana. É a primeira descida depois dos aumentos significativos das últimas semanas.
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RTP /

Guarda Revolucionária frisa que transporte marítimo de e para portos de aliados dos EUA e de Israel é proibido

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirmou esta sexta-feira que o transporte marítimo "de e para portos de aliados e apoiantes dos inimigos israelo-americanos" está proibido através de qualquer corredor ou para qualquer destino.

Acrescentou ainda que o Estreito de Ormuz está fechado e que qualquer trânsito pela via navegável enfrentará "medidas severas".

De acordo com a imprensa iraniana, três navios porta-contentores de várias nacionalidades foram mandados voltar para trás no Estreito de Ormuz após avisos da marinha da Guarda Revolucionária.
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RTP /

Autoridade reguladora da aviação da UE prolonga aviso às companhias aéreas para evitarem espaço aéreo do Golfo

A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) prolongou até 10 de abril o seu aviso às companhias aéreas para que evitem o espaço aéreo do Irão, de Israel e de vários Estados do Golfo devido ao aumento da atividade militar, de acordo com um boletim atualizado sobre zonas de conflito.

A recomendação era anteriormente válida até 27 de março.
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Momento-Chave
RTP /

Irão apela a civis para que abandonem zonas próximas das forças americanas na região

A Guarda Revolucionária Iraniana apelou hoje aos civis para que se mantenham afastados dos locais onde se encontram as forças americanas no Médio Oriente.

As "cobardes" forças americano-israelitas "tentam usar locais civis e inocentes como escudos humanos", alertou a Guarda no seu site Sepah News, depois de o Irão ter ameaçado atacar hotéis no Golfo.

"Recomendamos que abandonem com urgência os locais onde estão estacionadas as tropas americanas, para que nenhum mal vos seja feito", acrescentam.
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RTP /

Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de cooperação na área da defesa

A Ucrânia e a Arábia Saudita assinaram um acordo de cooperação na área da defesa que estabelece as bases para futuros contratos, cooperação tecnológica e investimentos, avançou hoje o presidente Volodymyr Zelensky.

Zelensky, que se encontra de visita à Arábia Saudita, afirmou que o acordo foi assinado antes de uma reunião com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman.

"Estamos prontos para partilhar a nossa experiência e os nossos sistemas com a Arábia Saudita e para trabalhar em conjunto no sentido de reforçar a proteção de vidas", afirmou Zelensky na aplicação Telegram.
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Lusa /

ONU pede responsabilidades aos EUA pelo ataque contra uma escola no Irão

O Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou hoje veementemente o bombardeamento norte-americano contra uma escola iraniana no dia 28 de fevereiro pedindo responsabilidades.   

O ataque que atingiu a escola iraniana fez 165 mortos e ocorreu no primeiro dia da campanha militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.

"O bombardeamento contra a Escola Primária Shajareh Tayyebeh em Minab causou um profundo horror", disse Volker Turk perante o Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Volker Turk sublinhou que é obrigação dos autores do ataque conduzir uma investigação rápida, imparcial, transparente e completa.

O alto-comissário recordou que a Administração dos Estados Unidos afirmou que o bombardeamento está a ser investigado e apelou para que as conclusões sejam tornadas públicas.

"A justiça deve ser feita pelos terríveis danos causados", acrescentou Volker Turk.

Hoje, o Conselho de Direitos Humanos da ONU vai realizar uma nova reunião sobre a segurança das crianças no conflito do Médio Oriente na sequência do bombardeamento contra a escola da região iraniana de Minab.

A reunião foi pedida pelo Irão, República Popular da China e Cuba e vai concentrar-se na "proteção das crianças e das instituições de ensino em conflitos armados internacionais".

O Governo iraniano acusou os militares norte-americanos de terem atacado a escola.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, negou inicialmente qualquer envolvimento dos Estados Unidos no bombardeamento que atingiu a escola de Minab e culpou o Irão, antes de indicar que "aceitaria" o resultado de uma investigação.

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RTP /

Reino Unido e aliados do G7 "profundamente preocupados" com ligações entre Rússia e Irão

A ministra britânica dos Negócios Estrangeiros, Yvette Cooper, afirmou esta manhã que o Reino Unido e os aliados do G7 estão profundamente preocupados com os laços crescentes entre a Rússia e o Irão, depois de as potências europeias terem acusado Moscovo de ajudar Teerão a atacar as forças norte-americanas na guerra no Médio Oriente.

"Estamos profundamente preocupados com as ligações entre a Rússia e o Irão, que são de longa data em termos de capacidades partilhadas", afirmou Cooper antes do segundo dia de reunião do G7, em França.
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RTP /

Secretário de Estado norte-americano chegou à reunião do G7 em França

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, chegou esta sexta-feira à Abadia de Vaux-de-Cernay, perto de Paris, para participar no segundo dia da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do G7, amplamente dominada pela guerra no Médio Oriente e pelas suas consequências económicas globais.

Na sua primeira visita ao estrangeiro desde a ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, o chefe da diplomacia norte-americana será pressionado pelos seus homólogos a esclarecer a estratégia da Casa Branca sobre este conflito que já dura há quase um mês.

Marco Rubio deverá pedir aos ministros alemão, britânico, canadiano, francês, italiano e japonês que ajudem Washington na reabertura do estreito de Ormuz.
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Lusa /

Israel lança nova vaga de ataques antes de negociações de paz na ONU

Israel lançou uma vaga de ataques contra o Irão na madrugada de hoje, antes de uma reunião planeada do Conselho de Segurança da ONU para discutir os bombardeamentos de infraestruturas civis iranianas.

A ofensiva visou locais "no coração de Teerão" utilizados para produzir mísseis balísticos e outras armas, assim como lançadores de mísseis e locais de armazenamento no oeste do Irão, afirmaram os militares israelitas.

Fumo foi também avistado sobre Beirute, embora Israel não tenha reportado de imediato ataques contra a capital libanesa. Sirenes de ataque aéreo soaram em Israel, com os militares a afirmar que estavam a trabalhar para intercetar mísseis iranianos.

O Irão continuou a disparar mísseis e drones contra os vizinhos árabes do Golfo, com sirenes a alertar para ataques no Bahrein, Qatar e Emirados Árabes Unidos.

O Kuwait afirmou que o porto de Shuwaikh, na Cidade do Kuwait, sofreu "danos materiais" num ataque, mas que ninguém ficou ferido.

O Conselho de Segurança da ONU agendou consultas à porta fechada sobre o Irão para hoje em Nova Iorque, de acordo com dois diplomatas da ONU que pediram para não ser identificados por a reunião não ser pública.

As mesmas fontes acrescentaram que a Rússia solicitou a reunião sobre os ataques israelo-americanos contra infraestruturas civis no Irão, com os Estados Unidos (EUA), que detêm a presidência do Conselho de Segurança, a agendar a reunião.

Os EUA pressionaram o Irão a iniciar conversações tendo como base uma proposta de cessar-fogo de 15 pontos, mas, ao mesmo tempo ordenaram o envio de mais tropas para a região, no que se suspeita serem preparações para uma tentativa militar de retirar o estreito de Ormuz do controlo apertado do Irão.

O enviado do Presidente norte-americano Donald Trump, Steve Witkoff, afirmou que Washington entregou uma proposta para um possível cessar-fogo utilizando o Paquistão como intermediário. A lista inclui restrições ao programa nuclear do Irão e a reabertura do estreito de Ormuz.

O Irão rejeitou a oferta dos EUA e apresentou a sua própria proposta de cinco pontos, que inclui reparações e o reconhecimento da sua soberania sobre o estreito de Ormuz.

Depois de Wall Street ter registado o pior dia desde o início da guerra, as ações asiáticas tiveram quedas consideráveis hoje devido às crescentes dúvidas sobre as hipóteses de um conflito prolongado.

Os preços do petróleo voltaram a subir com o Brent, o padrão internacional, fixou-se em 107 dólares por barril hoje de manhã, uma subida de mais de 45% desde que Israel e os EUA atacaram o Irão a 28 de fevereiro e iniciaram a guerra.

O controlo do Irão sobre a navegação através do estreito de Ormuz causou crescentes preocupações de uma crise energética global e parece fazer parte de uma estratégia para forçar os EUA a recuar, perturbando a economia mundial.

O bloco árabe do Golfo afirmou na quinta-feira que o Irão está agora a cobrar portagens aos navios para garantir a sua passagem segura pela via navegável.

À medida que os esforços diplomáticos prosseguiam, um grupo de navios dos EUA aproximou-se da região com cerca de 2.500 fuzileiros navais. Pelo menos mil paraquedistas da 82.ª Divisão Aerotransportada --- treinados para aterrar em território hostil para garantir território estratégico e aeródromos --- receberam ordens de mobilização para a região.

O secretário-geral do Conselho Norueguês para os Refugiados, Jan Egeland, afirmou que os trabalhadores da organização humanitária no Irão lhe comunicaram que "inúmeras casas, hospitais e escolas foram danificados ou destruídos" e que quase todos os bairros de Teerão sofreram danos.

"Os civis estão a pagar o preço mais elevado por esta guerra --- ela tem de acabar", afirmou num comunicado.

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RTP /

Principal porto do Kuwait atingido por ataque de drones

O principal porto comercial do Kuwait foi hoje alvo de um ataque com drones inimigos, anunciaram as autoridades portuárias locais, esclarecendo que a infraestrutura de Shuwaikh teve somente danos materiais, sem quaisquer vítimas, em comunicado na rede social X.

c/ Lusa
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Ponto de situação
RTP /

Pentágono pondera envio de mais dez mil operacionais para o Médio Oriente

  • O Irão anunciou o lançamento de uma nova vaga de bombardeamentos sobre Israel e alvos norte-americanos em países do Golfo Pérsico. Foram também ouvidas explosões no sul de Beirute e em Teerão, consequência de contínuos bombardeamentos das Forças de Defesa de Israel;


  • O Pentágono está a ponderar o envio de mais dez mil operacionais para o Médio Oriente, incluindo tropas terrestres. A notícia foi avançada pelo jornal The Wall Street Journal, que cita fontes não identificadas do Departamento de Defesa. Este potencial destacamento inntegraria infantaria e veículos blindados;


  • O presidente dos Estados Unidos alargou a moratória aos planos para atacar infraestruturas energéticas do Irão por dez dias, até 6 de abril. Donald Trump alega que o pedido para este novo adiamento partiu do Irão e insiste na ideia de que as conversações com Teerão estão a correr "muito bem";


  • O preço do barril de petróleo Brent, referência para a Europa, caiu após o anúncio de Donald Trump. Esta semana, a escalada fixou um novo máximo de 108 dólares por barril;


  • Depois de Teerão ter batido com a porta ao plano de 15 pontos dos Estados Unidos para um cessar-fogo, considerando-o "unilateral e injusto", o presidente norte-americano reiterou também que os iranianos estariam a "implorar por um acordo";


  • Trump afirmou ainda que o Irão está a permitir que alguns petroleiros cruzem Ormuz com suposto sinal de boa-fé;


  • Os Houthis do Iémen desvalorizam a noticiada intenção norte-americana de ocupar a Ilha de Kharg, no Estreito de Ormuz. Não há razões para preocupação, reagem os rebeldes conotados com o regime iraniano;


  • O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel avisou que o Tsahal corre o risco de "colapsar sobre si mesmo", à medida que enfrenta exigências crescentes em múltiplas frentes. Em causa, segundo a imprensa israelita, está a falta de efetivo;


  • Dois navios da transportadora chinesa COSCO Shipping começaram a atravessar o Estreito de Ormuz, dois dias depois de a empresa ter retomado as reservas de contentores com destino a vários países da região;


  • O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, avisou que atacar instalações nucleares no Médio Oriente "teria consequências incalculáveis" e mergulharia a região na miséria. Palavras deixadas durante uma reunião com o diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica, Rafael Grossi.
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RTP /

Donald Trump alarga ultimato ao Irão até 6 de abril

O presidente norte-americano deu na tarde desta quinta-feira uma conferência de imprensa com os seus adjuntos durante a qual deixou vários recados a Teerão.

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RTP /

Israel mobiliza reservistas e Teerão redobra ataques contra Israel

Os enviados especiais da RTP Paulo Jerónimo e José Pinto Dias acompanham no terreno, a partir de Israel, os desenvolvimentos da guerra no Irão.

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RTP /

EUA, Israel e Irão prosseguem bombardeamentos

Mesmo com as negociações de paz em curso, Israel e Estados Unidos continuam a bombarder o Irão.

Foto: Majid Asgaripour - WANA via Reuters

Israel anunciou ter morto o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica. Os Estados Unidos revelaram ter já atingido mais de dez mil alvos em território iraniano.
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RTP /

Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de cooperação de defesa

O acordo visa uma "protecção dos céus" e foi assinado durante uma visita Volodymyr Zelensky a Riade.

Foto: António Mateus - RTP

Kiev enviou para diversos países do Médio Oriente, incluindo a Arábia Saudita, mais de 200 especialistas em defesa contra drones de fabrico iraniano.
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RTP /

Estreito de Ormuz domina agenda do G7

O Estreito de Ormuz poderia reabrir de imediato, se o Irão assim o permitisse. Esta é a convicção de Marco Rubio, que coloca a segurança da via marítima no topo da agenda do G7.

Foto: Brendan Smialowski - Pool via Reuters

O secretário de Estado norte-americano confirma que a tensão na região será um dos temas centrais no encontro de chefes da diplomacia, que arranca agora.
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