Aumentou para seis o número de mortos em queda de avião dos EUA no Iraque
Os primeiros dados apontavam para quatro mortos.
Explosão ouvida no Dubai
"Os sistemas de defesa aérea estão atualmente sob ameaça de mísseis", afirmou ainda o Ministério da Defesa.
Emirados Árabes Unidos afirmam que o Irão deve cessar ataques contra vizinhos para permitir a diplomacia
Lana Nusseibeh, antiga embaixadora dos Emirados Árabes Unidos nas Nações Unidas e atual ministra de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros do país, manifestou confiança de que a guerra terminará num acordo negociado. “Mas os países vizinhos ficaram chocados com os ataques iranianos”.
"Em última análise, será uma solução diplomática, mas é preciso haver um momento decisivo, e acredito que o presidente Trump nos conduzirá a esse momento do seu mandato", disse Nusseibeh em entrevista. Questionada sobre os esforços de mediação, afirmou que o Irão precisa primeiro de cessar os ataques: "É difícil falar de mediação quando se está sob ataque... A mediação só pode acontecer quando as armas se calam."
Lana Nusseibeh frisou que as autoridades iranianas não lhe deram qualquer indicação de que os EAU eram um alvo quando visitou Teerão para conversações com o objetivo de encontrar uma solução diplomática para a crise, duas semanas antes de esta se transformar num conflito. Esta falta de aviso tornou os ataques do Irão aos EAU "tão chocantes e tão graves".
O Irão afirmou que os seus ataques visam a presença dos EUA na região. Os Emirados Árabes Unidos, juntamente com outros países do Golfo, Iraque, Jordânia e Turquia, albergam instalações militares americanas.
Sem criticar os EUA ou Israel pelo ataque ao Irão, Lana Nusseibeh afirmou que campanha militar deve ser analisada separadamente do que chamou de "ataques ilegais e ilícitos flagrantes do Irão contra os países do Golfo e a Jordânia".
Seria difícil restaurar as relações com o Irão ao status quo pré-guerra "ao observarmos a destruição e o caos que o Irão causou na região”.
A governante dos Emirados Árabes Unidos sublinhou que o Irão estava a tentar atacar o modelo económico dos EAU, que atraiu 700 mil iranianos para lá viver, mas que os ataques iranianos demonstraram que "a nossa economia é forte, robusta e resiliente".
"As pessoas voltaram ao trabalho, os nossos aeroportos estão abertos, os voos estão a levantar voo. É a economia iraniana, que já estava estrangulada pelas sanções e pela pressão económica, que está a colapsar. É a moeda deles que está a colapsar", acrescentou.
EUA ameaçam Irão. "Sexta-feira trará o maior número de ataques"
Donald Trump diz que o Irão está "quase a render-se". A garantia foi deixada pelo presidente dos EUA aos países do G7, com quem esteve reunido por videochamada. Entretanto, milhares de pessoas saíram à rua em Teerão numa marcha de apoio à Palestina.
Cortes na saúde. Mais de 150 entidades alertam para restrições
Os representantes do setor da saúde acusam o diretor executivo do SNS de não estar a cumprir a função. 159 entidades garantem, em conjunto, que há cortes reais que estão já afetar milhares de doentes. Falam de adiamento de cirurgias, consultas, tratamentos e falta de medicamentos em todo o país.
Bolsas europeias passam para terreno positivo e petróleo cai
As principais bolsas europeias, que começaram a sessão com quedas, estavam ao princípio da tarde em terreno positivo, perante o otimismo provocado pela descida dos preços do petróleo e do gás.
Cerca das 13:15 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a avançar 0,22% para 600,12 pontos.
As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt ganhavam 0,30%, 0,06% e 0,35%, respetivamente, enquanto as de Madrid e Milão se valorizavam 0,75% e 0,65%.
No mesmo sentido, a bolsa de Lisboa invertia a tendência da abertura e o principal índice, o PSI, avançava 0,35% para 9.184,33 pontos.
O euro mantinha a desvalorização face ao dólar e descia 0,30% para 1,1478 dólares.
Os mercados refletem a queda do preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em maio, que desce 1,47%, para 98,98 dólares, enquanto a descida do petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) para entrega em abril, acentua o recuo para 2,16%, para 95,73 dólares por barril.
A queda do preço do petróleo ocorre depois do anúncio da decisão do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos de suspender temporariamente as sanções contra o petróleo russo já em trânsito, uma medida destinada a aliviar a escalada de preços provocada pela guerra no Irão.
O gás natural para entrega em abril no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, cedia 3,30% para 49,19 euros por megawatt-hora (MWh), contra 50,87 euros na quinta-feira.
O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou hoje que o Irão já não tem a capacidade de se defender dos bombardeamentos conjuntos de Washington e Israel, porque a sua aviação foi destruída e que em breve não poderá fabricar novas armas.
Por sua vez, os metais preciosos registam um comportamento estável, com o ouro a subir 0,83% e a prata a valorizar-se 0,64%.
O preço da onça de ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a subir, com a onça a ser negociada a 5.121,02 dólares, depois de ter terminado num novo máximo de sempre, de 5.417,21 dólares, em 28 de janeiro.
A onça da prata também estava a valorizar-se para 84,38 dólares, depois de ter subido até ao máximo de sempre de 116,6974 dólares em 28 de janeiro.
Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, mantinham-se em 2,962%, um máximo desde outubro de 2023, contra 2,955% na quinta-feira.
O bitcoin continua a subir 3% e está a cotar-se a 72.411,4 dólares.
Governo garante mecanismos europeus para proteger consumidores se gás subir 70%
A ministra do Ambiente e Energia disse hoje, na Marinha Grande, que existem vários mecanismos europeus, que poderão ser acionados caso o preço do gás aumente cerca de 70%, no sentido de ajudar os consumidores e empresas.
"Se chegarmos a um aumento do gás que corresponda a cerca de 70%, nem precisamos de nova legislação europeia, os Estados-membros podem atuar, e podem atuar no sentido de ajudar os consumidores e as empresas", disse Maria da Graça Carvalho à margem de uma visita à Praia da Vieira, no concelho da Marinha Grande, distrito de Leiria.
Segundo a ministra, existem "vários instrumentos preparados para atuar".
"Trabalhei muito nesta legislação europeia, porque estava no Parlamento Europeu quando foi a crise da Ucrânia, e um dos meus trabalhos foi exatamente preparar o regulamento do gás, o regulamento da eletricidade, o desenho do mercado elétrico europeu para crises, definir os critérios de uma crise energética", acrescentou a governante.
Israel não respondeu a oferta do Líbano para negociações diretas
"Manifestei a minha disponibilidade para negociar" com Israel, "mas até agora não recebemos resposta da outra parte", disse o líder libanês ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que se encontra de visita a Beirute, segundo o mesmo comunicado.
"Esperamos o apoio da comunidade internacional ao Líbano durante este período delicado", acrescentou o presidente libanês.
O chefe de Estado tinha proposto na segunda-feira "que o Líbano e Israel iniciassem negociações diretas sob os auspícios internacionais".
Apelou ainda a uma trégua com Israel, seguida de apoio logístico ao exército libanês para que este se pudesse mobilizar nas zonas de conflito e desarmar o Hezbollah.
Israel lança nos céus do Líbano panfletos para recrutamento
Arábia Saudita reduz produção de petróleo em 20%, para oito milhões de barris por dia
Os produtores de petróleo do Golfo Pérsico tiveram de interromper grandes volumes de produção devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz, uma estreita passagem marítima entre o Irão e Omã, desde que os EUA e Israel iniciaram ataques aéreos contra o Irão, a 28 de Fevereiro. O Irão afirmou que o mundo deve preparar-se para preços do petróleo a 200 dólares por barril.
Enquanto a Arábia Saudita direciona mais petróleo para Yanbu, na costa do Mar Vermelho, para evitar o Estreito, a produção caiu para cerca de oito milhões de barris por dia (bpd) após o encerramento dos campos offshore de Safaniya e Zuluf, disse uma fonte, que pediu para não ser identificada. Outra fonte afirmou que a produção saudita caiu para menos de oito milhões de bpd.
Os dois campos offshore produzem mais de dois milhões de bpd, principalmente de crude pesado e médio-pesado, enquanto o oleoduto para Yanbu transporta principalmente crude leve.
A gigante petrolífera estatal Saudi Aramco recusou comentar.
Um corte na produção saudita para oito milhões de bpd representa uma queda considerável em relação a Fevereiro, quando a Arábia Saudita forneceu 10,111 milhões de bpd ao mercado e produziu 10,882 milhões de bpd. O aumento da produção em fevereiro foi um plano de contingência caso um ataque dos EUA ao Irão interrompesse o fornecimento ao Médio Oriente, disseram fontes na altura.
Produtores de petróleo perdem mais de 13.080 milhões de euros desde o início do conflito
Os produtores de petróleo perderam mais de 15 mil milhões de dólares (cerca de 13.080 milhões de euros) em receitas energéticas desde o início do conflito no Irão, revelou um estudo publicado hoje pelo Financial Times (FT).
Estima-se que passem diariamente pelo Estreito de Ormuz cerca de 1.200 milhões de dólares em petróleo, produtos refinados e gás natural liquefeito, de acordo com os preços e volumes médios do ano passado.
Este estreito é a rota de exportação de petróleo mais importante do mundo, uma vez que liga os maiores produtores do Golfo Pérsico, como a Arábia Saudita, o Irão, o Iraque e os Emirados Árabes Unidos, ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.
Desde que Israel e os Estados Unidos iniciaram a guerra contra o Irão no dia 28 de fevereiro, o tráfego através desta rota marítima ficou praticamente paralisado devido aos ataques iranianos a navios e ao aviso do regime de Teerão de que o manterá bloqueado.
A Arábia Saudita, o maior exportador de petróleo, foi o país mais prejudicado pela crise, uma vez que se estima que o país tenha perdido 4.500 milhões de dólares desde o início da guerra, embora tenha previsto compensar estas perdas com um aumento das suas exportações a partir dos portos do Mar Vermelho (no oeste do país) nos próximos dias, referiu o estudo.
O diretor económico da empresa de análise Wood Mackenzie, Peter Martin, indicou ao jornal britânico, que o Iraque é outro dos grandes prejudicados, porque depende da produção de petróleo para 90% das suas receitas governamentais.
"O Kuwait e o Qatar também estão muito expostos, mas ambos podem recorrer a grandes fundos soberanos para amortecer o impacto a curto prazo", acrescentou.
Segundo a Kpler, outra empresa de análise, pelo menos 10.700 milhões de dólares em cargas de crude e produtos refinados permanecem retidos nas proximidades de Ormuz, carregados, mas sem poderem chegar aos seus destinos.
Algumas das cargas já tinham sido vendidas ao abrigo de contratos de longo prazo antes do conflito armado, o que significa que ainda poderão gerar receitas, dependendo do prazo de pagamento, que costuma ser de 15 a 30 dias após o carregamento, segundo a empresa de análise.
O estudo, divulgado pelo FT, acrescentou que a Arábia Saudita armazena petróleo em instalações no estrangeiro, pelo que poderá continuar a abastecer os clientes durante algum tempo, beneficiando simultaneamente de preços mais elevados que poderão compensar parcialmente a perda de receitas de exportação.
A guerra iniciada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irão no passado dia 28 de fevereiro provocou um forte aumento dos preços do petróleo, que rondam os 100 dólares por barril.
Na segunda-feira, o petróleo chegou a ser cotado a 119,50 dólares por barril, embora nos dias seguintes tenha descido, mas continua sujeito a fortes flutuações.
Governo aprova nova redução do ISP para o gasóleo e gasolina
A partir de segunda-feira, as taxas do ISP sobre o gasóleo rodoviário e a gasolina sem chumbo vão ser novamente reduzidas num desconto extraordinário e temporário em 1,4 e 2,7 cêntimos por litro, respetivamente.
“Aplicar-se-á um desconto extraordinário e temporário no ISP sobre o gasóleo rodoviário no valor de 1,4 cêntimos por litro, e na gasolina sem chumbo no valor de 2,7 cêntimos por litro, devolvendo aos contribuintes a receita adicional do IVA que seria arrecadada pelo Estado com este aumento”, lê-se num comunicado do Ministério das Finanças.
A esta redução do ISP acresce ainda a incidência do IVA, pelo que o desconto real sentido pelos contribuintes será de 1,8 cêntimos por litro no caso do gasóleo rodoviário e de 3,3 cêntimos por litro na gasolina sem chumbo.
Na quinta-feira, após a reunião do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, garantiu que o Governo mantinha a intenção de preservar o desconto no ISP em caso de aumentos superiores a dez cêntimos.
Donald Trump ameaça "destruir totalmente" o Irão
"Temos um poder de fogo incomparável, munições ilimitadas e todo o tempo do mundo. Vejam o que está a acontecer a estes sacanas loucos hoje", escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social antes de poderosas explosões voltarem a abanar Teerão esta sexta-feira.
“Estamos a destruir completamente o regime terrorista iraniano — militarmente, economicamente e de todas as outras formas”, afirmou o republicano.
“A marinha iraniana já não existe, a sua força aérea já não existe, os seus mísseis, os seus drones e tudo o resto estão a ser dizimados, e os seus líderes foram varridos da face da Terra”, gabou-se.
“Há 47 anos que matam pessoas inocentes em todo o mundo, e agora eu, como 47.º presidente dos Estados Unidos da América, estou a matá-los. Que honra fazer isso!”, concluiu o presidente norte-americano.
Israel ameaça fazer o Líbano pagar "um preço cada vez mais elevado" na destruição
Na noite passada, as forças israelitas "atacaram e destruíram uma ponte (...) sobre o rio Litani, que estava a ser utilizada por terroristas do Hezbollah para transportar armas para o sul do Líbano", afirmou Katz numa mensagem vídeo.
Segundo a agência de notícias oficial libanesa ANI, esta ponte estratégica, localizada num vale rodeado de montanhas no rio Litani, foi alvejada ao amanhecer.
"Isto é apenas o início", acrescentou
Segundo Katz, “o Governo e o Estado libaneses pagarão um preço cada vez maior em danos nas infraestruturas nacionais libanesas utilizadas pelos terroristas do Hezbollah, devido a (...) os ataques deste último contra o Estado de Israel", ameaçou nesta declaração, lida na presença de generais, incluindo o tenente-general Eyal Zamir, chefe do Estado-Maior do Exército.
“O governo libanês, que nos enganou e não cumpriu o seu compromisso de desarmar o Hezbollah, pagará preços cada vez mais elevados em danos nas infraestruturas e perdas territoriais — até cumprir o seu compromisso fundamental de desarmar” o movimento pró-Irão, insistiu.
Guterres apela ao Hezbollah e a Israel para pararem a guerra
O secretário-geral da ONU, António Guterres, exortou hoje Israel e o movimento pró-iraniano Hezbollah a "pararem a guerra" no Líbano, onde o exército israelita está a intensificar os ataques.
"Apelo veementemente a ambas as partes, Hezbollah e Israel, a [concluírem] um cessar-fogo para pararem a guerra", declarou Guterres durante uma visita a Beirute.
"Não é o momento para grupos armados, é o momento para Estados fortes", afirmou Guterres, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).O Líbano é um dos países mais afetados pela guerra em curso no Médio Oriente, para a qual foi arrastado pelo movimento xiita libanês Hezbollah quando lançou mísseis contra Israel em 2 de março.
"Espero sinceramente que, na minha próxima visita (...), possa ver um Líbano em paz", disse Guterres, antes de um encontro com o Presidente libanês, Joseph Aoun.
"Que possa visitar um Líbano onde o Estado detenha o monopólio da força e onde a integridade territorial esteja plenamente restabelecida e seja respeitada", acrescentou.
Pouco depois de ter aterrado em Beirute, Guterres assinalara que os libaneses estavam "a sofrer enormemente" por o Líbano ter sido "arrastado para uma guerra que o povo nunca quis".
Preços dos combustíveis em rota ascendente. Líder supremo do Irão "provavelmente desfigurado"
- Os combustíveis voltam a aumentar na próxima segunda-feira. Os preços da gasolina e do gasóleo deverão sofrer acréscimos de dez e 10,3 cêntimos por litro, respetivamente, de acordo com os revendedores;
- O ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, reitera que o Governo vai conservar o mecanismo de descontos. Ou seja, "aquilo que seria o imposto que as pessoas iam pagar a mais é devolvido no ISP";
- O Departamento de Defesa dos Estados Unidos mostra-se convicto de que Mojtaba Khamenei, que sucedeu ao pai, Ali Khamenei, com líder supremo do Irão, está "ferido e provavelmente desfigurado". O secretário norte-americano da Defesa, Pete Hegseth, afiançou entretanto que as forças iranianas sofreram uma redução de 90 por cento no seu volume de armamento balístico;
- “A guerra no Irão não justifica tais ataques”. Foi assim que o presidente francês reagiu à morte de Arnaud Frion, operacional com 43 anos do 7.º Batalhão de Caçadores Alpinos em Varces, no Curdistão iraquiano, “durante um ataque”. É a primeira baixa das forças francesas no contexto da guerra desencadeada pela ofensiva de israelitas e norte-americanos contra o Irão a 28 de fevereiro;
- O presidente norte-americano, Donald Trump, revelou em entrevista ao canal televisivo Fox News que que os Estados Unidos admitem escoltar navios através do Estreito de Ormuz, se tal se revelar necessário;
- Uma explosão após um ataque, esta sexta-feira, no centro de Teerão, onde decorria um desfile de apoio à causa palestiniana e à oposição a Israel, matou pelo menos uma pessoa, segundo a agência de notícias iraniana IRNA;
- O secretário-geral da ONU, António Guterres, revelou na rede social X que aterrou em Beirute para uma visita de solidariedade ao povo do Líbano, debaixo de sucessivas vagas de bombardeamentos israelitas;
- Um terceiro míssil disparado a partir do Irão foi destruído pela NATO em espaço aéreo turco, anunciou o Ministério turco da Defesa em comunicado;
- Quatro dos seis tripulantes de um avião militar norte-americano que se despenhou no oeste do Iraque morreram, confirmou o Exército norte-americano, enquanto as buscas pelos outros dois continuavam;
- Um navio de propriedade turca que aguardava junto ao Irão foi autorizado a passar pelo Estreito de Ormuz, após as autoridades terem recebido permissão de Teerão, anunciou o ministro turco dos Transportes, Abdulkadir Uraloglu, segundo a imprensa local;
- A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou uma nova vaga de ataques contra bases militares dos Estados Unidos e de Israel em território israelita e outros locais do Médio Oriente, comprometendo-se com a libertação de Jerusalém.
Pentágono acredita que novo líder supremo do Irão está "ferido e provavelmente desfigurado"
O secretário norte-americano da Defesa, Pete Hegseth, afiançou entretanto que as forças iranianas sofreram uma redução de 90 por cento no seu volume de armamento balístico.
Pete Hegseth retomou a retórica belicista para afirmar que o regime dos ayatollahs apenas verá "as estrelas e as listas dos Estados Unidos e a estrela de David de Israel", descrevendo-as como "o pior pesadelo" da República Islâmica.Além de uma redução do volume de mísseis iranianos em 90 por cento, Hegseth acenou com uma baixa de 95 por cento no arsenal de drones do regime.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos quis ainda garantir que as forças norte-americanas "estão a lidar" com os ataques do Irão no Estreito de Ormuz, desvalorizando os impactos destas ações.
"As suas linhas de produção, as suas fábricas militares, os centros de inovação em defesa estã derrotados. A liderança do Irão não está em melhor forma. Desesperados e a esconderem-se, foram para os subterrâneos, acobardando-se. É o que fazem os ratos", atirou.
Preços de gasolina e gasóleo vão subir. Governo exclui "tirar vantagens fiscais da guerra"
Os combustíveis voltam a aumentar na próxima segunda-feira. Os preços da gasolina e do gasóleo vão sofrer acréscimos de dez e 10,3 cêntimos por litro, respetivamente, de acordo com os revendedores.
O cálculo assenta nos atual valores da Direção-Geral de Energia e Geologia e nos aumentos adiantados à agência Lusa pela Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis, tendo em conta os valores da abertura do mercado - a média final, contudo, só ficará fechada ao final do dia.
“Ajustar o sistema fiscal da gasolina e do gasóleo para diminuir o aumento dos preços” – foi esta a fórmula enunciada esta sexta-feira pelo titular da pasta da Economia.
“Com o aumento do petróleo, a gasolina e o gasóleo teriam de ficar mais caros e o Governo iria receber mais dinheiro de IVA. O que o Governo fez foi prescindir desse acréscimo de receita, como que a dizer que o Governo não vai lucrar, não vai tirar vantagens fiscais da guerra”, afirmou Castro Almeida.
“Aquilo que seria o imposto que as pessoas iam pagar a mais é devolvido no ISP para baixa o preço da gasolina e do gasóleo”, completou. Foto: Hugo Delgado - Lusa
Questionado sobre se o desconto do ISP é para manter a partir de segunda-feira, o governante insistiu na ideia de que, para “todo o valor” acima dos dez cêntimos relativamente ao “início da guerra”, o “diferencial da parte do IVA é devolvido aos consumidores”.Na quinta-feira, após a reunião do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência, Leitão Amaro, garantira que o Governo mantinha a intenção de preservar o desconto no ISP em caso de aumentos superiores a dez cêntimos.
Castro Almeida foi ainda questionado pelos jornalistas sobre os efeitos que se arrastam desde as intempéries sobre o cabaz de produtos essenciais.
“O Governo está, todos os dias, a olhar com atenção parta os preços dos diversos produtos, da gasolina, dos derivados do petróleo e não só. Estamos sempre a ponderar medidas que possam vir a ser tomadas, caso estas alterações tenham uma natureza estrutural”, retorquiu.
“Se estas alterações perdurarem no tempo, se perdurarem por mais de quatro a cinco semanas, transformam-se num problema estrutural que pode precisar de uma intervenção do Estado”, sustentou Castro Almeida.
“Até lá, ainda não decidimos tomar novas medidas para além da que foi já tomada. Depende de como vai ser a evolução. Se a guerra terminar rapidamente, não haverá nenhum problema estrutural. Se a guerra se prolongar, aí justifica-se uma intervenção do Governo”, acentuou.
Quanto ao potencial efeito positivo do desvio de rotas para o turismo português, o ministro da Economia admitiu que, “objetivamente, isso é verdade”.
“Não legitima a guerra. Não queremos a guerra para valorizar o turismo, mas objetivamente é previsível que haja um acréscimo de procura, que já se começa a sentir por causa o efeito da guerra”, reconheceu.
Castro Almeida referiu um “aumento de reservas por todo o país”.
c/ Lusa
A reação de Macron à primeira baixa francesa. "Guerra no Irão não justifica tais ataques"
O ataque que matou o soboficial Arnaud Frion teve por alvo forças de contraterrorismo no Curdistão iraquiano e terá sido efetuado com um drone de produção iraniana.
É a primeira baixa das forças francesas no contexto da guerra desencadeada pela ofensiva de israelitas e norte-americanos contra o Irão a 28 de fevereiro.
“O suboficial Arnaud Frion, do 7.º Batalhão de Caçadores Alpinos em Varces, morreu pela França durante um ataque na região de Erbil, no Iraque”, escreveu Emmanuel Macron.Em comunicado, o Estado-Maior das Forças Armadas francesas confirmou que, além da morte de Frion, outros seis operacionais franceses sofreram ferimentos. O comando local francês indicou que o ataque envolveu um drone Shaded.
O ataque em Erbil, ainda de acordo com o presidente francês, visou forças de contraterrorismo. O Eliseu sublinha o “papel defensivo” assumido pelas forças de França posicionadas no Iraque setentrional.
L’adjudant-chef Arnaud Frion du 7ème bataillon de chasseurs alpins de Varces est mort pour la France lors d’une attaque dans la région d’Erbil en Irak.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) March 13, 2026
À sa famille, à ses frères d’armes, je veux dire toute l’affection et la solidarité de la Nation.
Plusieurs de nos militaires…
Forças militares de diferentes países - entre os quais Itália e França – integradas numa aliança internacional anti-jihadista estão a treinar operacionais das forças de segurança locais no Curdistão iraquiano.
Nas últimas horas, um movimento armado pró-Irão, designado Ashab al-Kahf, prometeu atacar interesses franceses na região, na sequência do destacamento do porta-aviões Charles de Gaulle para o Mediterrâneo oriental.
“Após a chegada do porta-aviões francês à área de operações do Comando Central dos EUA e o seu envolvimento em operações, anunciamos que, a partir desta noite, todos os interesses franceses no Iraque e na região serão visados”, declarou o Ashab al-Kahf na plataforma de mensagens Telegram.
O movimento enunciou mesmo um aviso às forças de segurança, instando-as a manterem uma distância de pelo menos 500 metros de uma base em Kirkuk, no norte do Iraque, onde estarão estacionados militares franceses.
Os Estados Unidos confirmaram, nos últimos dias, as mortes de sete dos seus soldados no quadro da ofensiva contra o regime iraniano. Um avião de reabastecimento da Força Aérea norte-americana despenhou-se, na quinta-feira, no oeste do Iraque. Uma perda, assinalou o Comando Central, “não se deveu a disparos hostis ou aliados”.
Mais de 200 alvos em 24 horas
As máquinas de guerra norte-americana e israelita mantêm as sucessivas campanhas de bombardeamentos sobre o Irão no dia em que o regime assinala o Qods, jornada anual de manifestações, que se realiza desde 1979, contra a ocupação israelita dos territórios palestinianos.
As Forças de Defesa de Israel reivindicaram entretanto ataques a mais de 200 alvos, num único dia, em solo iraniano, entre os quais lançadores de mísseis e sistemas defensivos da República Islâmica.Pelo menos duas pessoas ficaram feridas, no norte de Israel, após nova vaga de mísseis lançados pelo Irão.
O Tsahal anunciou também ter visado um presumível membro do Hezbollah xiita libanês em Beirute.
Esta sexta-feira, de acordo com a agência France-Presse, foram ouvidas mais explosões no Dubai. Por sua vez, a Arábia Saudita adiantou ter abatido 45 drones no leste do país.
c/ agências
EUA escoltarão navios no Estreito de Ormuz se for necessário e ataques ao Irão vão intensificar-se
No entanto, Trump acrescentou que esperava que os esforços de guerra liderados pelos EUA fossem bem-sucedidos.
Na entrevista, o presidente norte-americano revelou ainda que os EUA vão atacar o Irão "com muita força na próxima semana".
Trump afirma que EUA escoltarão navios no Estreito de Ormuz se for necessário e ataques ao Irão vão intensificar-se
Um morto em Teerão durante desfile de apoio à causa palestiniana
A agência não forneceu mais detalhes até ao momento. Antes, o exército israelita tinha pedido aos residentes que abandonasse duas zonas no centro de Teerão, perto do local do desfile em apoio da causa palestiniana e da oposição a Israel, no 14.º dia de guerra que assola o Médio Oriente.
Um dos principais líderes do Irão, Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, esteve presente no desfile e elogiou a população iraniana.
"O problema com (Donald) Trump é que ele não compreende que o povo iraniano é uma nação corajosa, uma nação forte, uma nação determinada. Quanto mais aumenta a pressão, mais forte se torna a determinação da nação. Estes ataques estão ligados ao medo, ao desespero", disse Ali Larijani à televisão estatal.
"Se o conflito dura mais duas ou três semanas, a economia mundial não aguenta", afirma António Costa Silva
"Se o conflito dura mais duas ou três semanas, a economia mundial não aguenta", afirma António Costa Silva.
Ouvido na rubrica Ponto Central, da Antena 1, António Costa Silva diz que o fôlego é curto, de duas a três semanas no máximo, e se a guerra não acabar o mundo está em apuros.
O antigo ministro da Economia e do Mar desenhou o plano de recuperação e resiliência à saída da pandemia e da crise económica de 2022. Agora, António Costa Silva avisa que Portugal está particularmente vulnerável, porque há crises em cima de crises. E para vigiar a situação de perto, acredita que a solução é abrir um gabinete de crise, que dê respostas imediatas aos sobressaltos de economia.
O antigo ministro da Economia enumera uma série de medidas que devem ser ponderadas de imediato pelo governo para criar uma almofada às empresas e à economia nacionais. Neste momento há setores que estão mais expostos, como o setor do vidro, da cerâmica ou da produção de componentes. Estas são medidas apontadas por António Costa Silva para ajudar a mitigar os efeitos da Guerra no Médio Oriente.
Distribuidores pedem menos impostos sobre os combustíveis
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição afirma que a única alternativa face à crise provocada pelos aumentos combustíveis passa por baixar os impostos sobre os produtos energéticos.
Guilherme de Sousa - Antena 1
Guterres em Beirute para visita de solidariedade ao povo libanês
I have just landed in Beirut for a visit of solidarity with the people of Lebanon.
— António Guterres (@antonioguterres) March 13, 2026
They did not choose this war. They were dragged into it.
The @UN & I will spare no effort in striving for the peaceful future that Lebanon & this region so richly deserve.
Terceiro míssil iraniano abatido pela NATO em espaço aéreo da Turquia
"Um míssil balístico disparado do Irão e que entrou no espaço aéreo turco foi neutralizado por elementos de defesa aérea e antimíssil da NATO destacados no Mediterrâneo Oriental. Todas as medidas necessárias estão a ser tomadas com firmeza (...) e estão em curso discussões com o país em questão para esclarecer todos os aspetos do incidente", avançou o Ministério.
"Todas as medidas necessárias estão a ser tomadas de forma decisiva e sem hesitação contra qualquer ameaça dirigida ao território e espaço aéreo do nosso país. Estão a ser realizadas consultas com o país em questão para esclarecer todos os aspetos do incidente", acrescentou o Ministério em comunicado.
Não houve comentários imediatos por parte do Irão, mas o país tem negado reiteradamente ter como alvo a Turquia no meio da sua guerra com os Estados Unidos e Israel.
Após os incidentes, a NATO reforçou as suas defesas antimíssil balístico na região e implementou um sistema de defesa aérea Patriot dos EUA na província turca de Malatya, no sudeste do país, para aumentar a defesa da base de radar de Kurecik, utilizada pela aliança.
Quatro militares norte-americanos mortos em queda de avião no Iraque
Uma aeronave militar norte-americana de reabastecimento despenhou-se no oeste do Iraque na quinta-feira, num incidente que, segundo o Exército, envolveu outra aeronave, mas não foi resultado de fogo amigo ou hostil.
Estas mortes somam-se às sete mortes de militares norte-americanos já ocorridas em operações dos EUA contra o Irão.
"As circunstâncias do incidente estão a ser investigadas. No entanto, a perda da aeronave não foi causada por fogo hostil ou amigo", referiu um comunicado do Comando Central dos EUA.
Oito estudantes mortos em ataques com drones no Sudão
A UNICEF reportou hoje a morte de pelo menos oito estudantes e um profissional de saúde num ataque com drones na quarta-feira contra uma escola e um centro de saúde na cidade sudanesa de Shukairi.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lamentou que "pelo menos oito estudantes, quatro deles menores, e um profissional de saúde" tenham morrido nestes ataques, adiantando que "muitos outros estudantes e civis ficaram feridos e todas as escolas da cidade foram encerradas".
O representante da UNICEF no Sudão, Sheldon Yett, sublinhou que "este ataque é uma violação ultrajante do direito das crianças à segurança e proteção", acrescentando que é também "uma dolorosa recordação do impacto brutal deste conflito nas crianças".
"As escolas devem ser sempre espaços seguros onde as crianças possam aprender, crescer e ter esperança. Nunca devem ser atacadas", salientou Yett.
As escolas e os hospitais são locais civis protegidos pelo Direito Internacional Humanitário, mas têm sido alvo de dezenas de ataques nos últimos anos no âmbito do conflito no Sudão.
Segundo a organização, desde o início da guerra ocorreram "pelo menos 200 ataques a escolas e hospitais, privando inúmeras crianças de locais seguros para aprender e do acesso a cuidados de saúde essenciais em todo o Sudão".
A organização não governamental sudanesa Rede de Médicos do Sudão afirmou, após o ataque a Shukairi, que pelo menos 17 pessoas morreram no incidente.
"Este crime horrível representa uma continuação das violações cometidas pelas RSF no estado do Nilo Branco", afirmou a organização num comunicado de imprensa publicado nas redes sociais.
A guerra civil no país africano eclodiu em abril de 2023, quando uma luta pelo poder entre o exército e as Forças de Apoio Rápido (RSF) desencadeou combates abertos em Cartum, a capital, e noutros locais do país.
De acordo com dados das Nações Unidas, a guerra já matou mais de 40.000 pessoas e deslocou mais de 14 milhões.
O conflito mergulhou o país numa das piores crises humanitárias do mundo, com milhões de deslocados e refugiados e alarme internacional sobre a propagação de doenças e os danos em infraestruturas críticas, o que dificulta a assistência a centenas de milhares de vítimas.
Austrália retira pessoal diplomático não essencial de Israel, Líbano e EAU
O governo australiano ordenou hoje a evacuação das suas representações diplomáticas, de pessoal não essencial, em Israel, Líbano e Emirados Árabes Unidos (EAU), devido ao escalar do conflito no Médio Oriente.
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Austrália, Penny Wong, declarou que a decisão foi tomada em resposta ao aumento dos riscos na região e indicou que ficaria apenas o pessoal considerado essencial para a manutenção das funções diplomáticas e para o auxílio a cidadãos australianos.
A mesma responsável governamental reiterou a recomendação aos cidadãos australianos para que abandonem a zona, dias depois de Camberra ter anunciado o envio de apoio militar defensivo aos países do golfo Pérsico afetados por ataques de mísseis e drones iranianos.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, confirmou o envio de 85 militares e uma aeronave de alerta aéreo antecipado E-7A Wedgetail para os EAU, para reforçar a vigilância e a defesa do espaço aéreo regional.
Segundo o governo australiano, o destacamento terá duração inicial de quatro semanas e faz parte da cooperação em defesa com os parceiros daquela região.
O ministro da Defesa, Richard Marles, frisou que a participação das forças armadas da Austrália exclui operações ofensivas contra a República Islâmica iraniana.
Segundo dados oficiais, há cerca de 115 mil australianos a residir atualmente no Médio Oriente, incluindo cerca de 24 mil nos EAU.
Primeiro soldado francês morto na guerra do Médio Oriente
"O suboficial Arnaud Frion, do 7.º Batalhão de Caçadores Alpinos em Varces, morreu pela França durante um ataque na região de Erbil, no Iraque", escreveu o presidente, confirmando que vários soldados franceses ficaram feridos.
Esta é a primeira morte de um soldado francês desde o início da guerra do Médio Oriente, que começou com ataques israelitas e americanos contra o Irão a 28 de fevereiro e desde então se alastrou a vários países da região.
O Estado Maior das Forças Armadas de França revelou ainda, em comunicado, que que seis soldados franceses ficaram feridos. Estavam a dar formação a soldados iranianos. Foram imediatamente retirados e estão a ser tratados, acrescenta o comunicado.
Emmanuel Macron não especificou explicitamente se Arnaud Frion estava entre os soldados franceses feridos neste ataque.
Desde o início da guerra, sete soldados norte-americanos foram mortos no Kuwait e na Arábia Saudita, de acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom).
O ataque teve como alvo as forças antiterroristas, segundo o presidente francês. No âmbito de uma coligação internacional anti-jihadista liderada por Washington, militares de diversos países, incluindo Itália e França, estão a treinar membros das forças de segurança curdas no Curdistão iraquiano.
"A guerra no Irão não justifica tais ataques", enfatizou o presidente, sem especificar quem seria o responsável.
Entretanto, um grupo armado pró-Irão, chamado Ashab al-Kahf, anunciou na sexta-feira, via Telegram, que iria atacar os interesses franceses na região após o envio do porta-aviões francês Charles de Gaulle para o Mediterrâneo Oriental.
"Após a chegada do porta-aviões francês à área de operações do Comando Central dos EUA e o seu envolvimento em operações, anunciamos que, a partir desta noite, todos os interesses franceses no Iraque e na região serão visados", declarou o grupo pró-Irão no Iraque pelo Telegram.
O grupo instou as forças de segurança a manterem uma distância de, pelo menos, 500 metros de uma base em Kirkuk (norte do Iraque), onde, segundo o grupo, estão estacionados militares franceses, sem reivindicarem diretamente a autoria de um ataque.
Navio de propriedade turca autorizado a passar pelo estreito de Ormuz
Ancara prossegue em contacto com as autoridades iranianas a propósito da situação dos restantes 14 navios de propriedade turca na região, disse Uraloglu aos jornalistas na noite de quinta-feira, de acordo com o site de notícias Haberturk.
"Quinze navios (com proprietários turcos) estavam lá; obtivemos permissão das autoridades iranianas para um deles, que tinha utilizado um porto iraniano, e ele passou", avançou Uraloglu, segundo a publicação.
Teerão reivindicou ataques contra Israel e bases dos EUA no Bahrein
A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou hoje uma nova vaga de ataques contra bases militares dos Estados Unidos e de Israel em território israelita e outros locais do Médio Oriente, comprometendo-se com a libertação de Jerusalém.
"A libertação de Jerusalém está próxima e a vitória está ao alcance dos oprimidos e dos que procuram a liberdade no mundo", afirmou a Guarda Revolucionária em comunicado, sublinhando que os últimos ataques coincidiram com o Dia Internacional de Jerusalém, celebrado hoje, a última sexta-feira do Ramadão.
A Guarda Revolucionária especificou que o ataque, utilizou mísseis de precisão e drones contra as cidades israelitas de Kiryat Shmona, Jedrela e Haifa, bem como contra uma base dos Estados Unidos no Bahrein.
Até ao momento, a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos fez mais de 1.200 mortos no Irão, de acordo com as autoridades de Teerão.
Entre os mortos estão o líder supremo iraniano, ayatollah Ali Khamenei, bem como vários ministros e oficiais de alta patente das Forças Armadas iranianas.
Ataque com drones a campo petrolífero
O campo de Majnoon, alvo do ataque noturno na província de Bassorá, é um dos principais campos petrolíferos do sul do Iraque, um importante produtor da OPEP que obtém mais de 90% das suas receitas provenientes do petróleo.
Israel está a pedir aos residentes que abandonem duas áreas no centro de Teerão
Enviado chinês opõe-se no Barém a ataques contra civis
O enviado especial chinês para o Médio Oriente Zhai Jun disse hoje ao chefe da diplomacia do Barém, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, que a linha vermelha de proteção dos civis "não deve ser ultrapassada".
Durante o encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Barém, em Manama, Zhai opôs-se ao uso da força como primeira opção e apelou à resolução dos problemas regionais "através do diálogo e da consulta", segundo um comunicado divulgado pelo ministério dos Negócios Estrangeiros da China.
"Não devem ser atacados alvos não militares, como infraestruturas energéticas, económicas ou de subsistência", nem se deve "colocar em risco a segurança das rotas marítimas", sublinhou Zhai.
Isto depois de várias embarcações terem sido atacadas no estreito de Ormuz e de o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, ter encerrado esta passagem, por onde transita cerca de 20% do petróleo consumido no mundo.
O enviado especial valorizou a "atitude calma, moderada e responsável" demonstrada desde o início do conflito pelo Barém, que nos últimos dias sofreu ataques do Irão em retaliação pelos bombardeamentos israelitas e norte-americanos.
A atual escalada de tensões na região "não beneficia nenhuma das partes", afirmou Zhai, que apelou igualmente a "interromper imediatamente as operações militares e evitar uma maior propagação do conflito".
Al Zayani afirmou que "o Barém é um país empenhado em alcançar a paz, a estabilidade, o desenvolvimento e a prosperidade regionais através do diálogo e da reconciliação", acrescentando que "não deve ser alvo de ataques injustificados".
O ministro acrescentou que "o Irão deve responder aos apelos da comunidade internacional, cessar imediatamente os seus ataques contra os Estados árabes do Golfo e garantir a segurança e o fluxo sem obstáculos das rotas marítimas internacionais".
Zayani saudou "os esforços de mediação itinerante do enviado especial chinês na região" e elogiou a "posição imparcial da China", com quem está disposto a trabalhar "para promover um cessar-fogo rápido e restabelecer a estabilidade e a calma regionais".
A conversa soma-se à série de contactos que o ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, tem mantido nos últimos dias com os homólogos de vários países do Médio Oriente, incluindo o Barém, bem como com membros da comunidade internacional, no âmbito dos esforços diplomáticos de Pequim para travar a escalada.
Zhai, cuja agenda de reuniões nos países do Médio Oriente não foi detalhada, encontra-se na região a realizar uma "mediação ativa" no conflito e a manter contactos com as partes envolvidas para promover um reduzir das tensões e o regresso às negociações, informou recentemente a diplomacia chinesa.
Arábia Saudita abate drones
O Ministério da Defesa afirma ainda ter destruído pelo menos 28 drones que entraram no seu espaço aéreo.
Nas últimas horas, o Ministério informou ter destruído drones em zonas como a província de Al-Kharj e a província Oriental.
Caças britânicos mobilizados para auxiliar na interceção de drones sobre o Bahrein
Dois dos quatro caças enviados para o Catar foram especificamente alocados para ajudar o Bahrein a intercetar drones.
As autoridades do Bahrein afirmam que um total de 190 drones e 114 mísseis foram intercetados (principalmente pelas suas próprias defesas aéreas) desde o início do conflito.
As autoridades dizem que ainda há uma necessidade urgente de defesa aérea de curto alcance para combater os drones. Os tanques de armazenamento de combustível do aeroporto do Bahrein foram atingidos por um drone iraniano há duas noites.
Exército israelita ataca ponte sobre o rio Litani
O exército israelita disse que a ponte Zrariyeh, que atravessa o rio Litani, foi alvo do ataque por ser uma passagem crucial utilizada pelos militantes do Hezbollah que se deslocam entre o norte e o sul do Líbano, mas não apresentou provas que sustentassem a alegação.
Afirmou ainda que militantes do Hezbollah posicionaram lançadores perto da ponte e realizaram ataques contra Israel a partir da área.
O ataque à ponte foi necessário para eliminar uma ameaça aos civis israelitas, afirmou o exército em comunicado.
Antes, os meios de comunicação estatais libaneses noticiaram que um drone atingiu um apartamento residencial no distrito de Burj Hammoud, em Beirute, nos arredores norte da capital libanesa, na sexta-feira.
Esta é a primeira vez que a área é alvo de um ataque.
Série de fortes explosões em Teerão após anúncio israelita de nova ofensiva
Uma série de fortes explosões abalou hoje Teerão, segundo jornalistas da agência noticiosa francesa AFP, após Israel anunciar nova onda de ataques, neste 14.º dia de ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra a República Islâmica.
Os impactos e deflagrações, descritos como fora do normal, aconteceram pelas 10:00 horas locais (06:30 de Lisboa), e sentidos em localizações diferentes a quilómetros uma da outra, no norte e no centro da capital iraniana.
A AFP relatou pelo menos duas colunas de fumo no perímetro da cidade iraniana, sem identificar os alvos atingidos, uma vez que a chuva que se faz sentir dificulta a visibilidade.
As Forças da Defesa de Israel (IDF) anunciaram, já pelas 07:00 horas de Lisboa, ter lançado uma nova onda de ataques de larga escala contra Teerão, visando "as infraestruturas do regime terrorista iraniano", segundo comunicado militar.
Irão promete uma resposta "mais devastadora"
"Hoje, o inimigo, incapaz de atingir os seus objetivos militares no terreno, procura mais uma vez semear o terror e provocar distúrbios", afirmou a Guarda num comunicado transmitido pela televisão, prometendo "uma resposta ainda mais devastadora do que a de 8 de janeiro" caso se verifiquem novos distúrbios.
As autoridades reconhecem a morte de mais de três mil pessoas, mas afirmam que a grande maioria eram membros das forças de segurança ou civis mortos por "terroristas" que agiam em nome dos Estados Unidos e de Israel.
De acordo com a ONG americana Human Rights Activists News Agency (HRANA), mais de sete mil pessoas, na sua maioria manifestantes, foram mortas — um número provisório devido à falta de acesso a todos os certificados de óbito.
Cruz Vermelha da China vai fornecer 200 mil dólares à Cruz Vermelha iraniana
"A China condena todos os ataques indiscriminados contra civis e alvos não militares", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Guo Jiakun, numa conferência de imprensa diária.
Pequim está preparada para prestar a assistência necessária ao Irão e apoio ao povo iraniano, disse Guo.
Sirenes ouvidas na Base Aérea de Incirlik
"As sirenes foram ouvidas esta sexta-feira na Base Aérea de Incirlik, na Turquia", informou a agência na sua edição em inglês, sem especificar o horário nem fornecer mais pormenores.
As autoridades turcas ainda não emitiram um comunicado oficial sobre o incidente, que ocorreu quatro dias depois de a NATO ter intercetado um segundo míssil disparado do Irão no espaço aéreo turco.
As tropas norte-americanas estão estacionadas na Base Aérea de Incirlik, como parte da missão da NATO.
Duas pessoas mortas em ataque com drone em Omã
Duas pessoas morreram num ataque com um drone no norte de Omã, informou hoje a imprensa estatal, numa altura em que o Irão continuava os ataques de retaliação em países vizinhos.
"Dois drones caíram na província de Sohar. Um deles caiu na zona industrial de Al-Awahi, matando dois trabalhadores estrangeiros e ferindo vários outros. O segundo caiu numa zona aberta sem causar vítimas", informou a agência de notícias de Omã, citando uma fonte das forças de segurança.
António Guterres apela ao regresso imediato às negociações
O Secretário Geral das Nações Unidas insiste que o diálogo é a única solução para a guerra no Médio Oriente.
Guterres esteve na Turquia, onde recebeu o Prémio Internacional da Paz Atatürk e reuniu-se com o presidente turco, para falarem de questões regionais e globais.
Erdogan diz que vai manter intensos esforços diplomáticos para evitar que a guerra entre Irão, Israel e Estados Unidos se intensifique ainda mais...
E António Guterres lembrou o legado do primeiro Presidente da Turquia, Atatürk, e o caminho por ele percorrido para a construção da paz no seu próprio país e no mundo.
NATO insiste no reforço da segurança dos seus membros
O Secretário-Geral da NATO repete o apelo aos estados membros da Aliança Atlântica para investirem na Defesa e acelerarem a produção de armamento. Mark Rutte sublinha a necessidade de todos estarem preparados.
Primeiro soldado francês morto na guerra do Médio Oriente
Um soldado francês morreu "durante um ataque" na região de Erbil, no Curdistão iraquiano, anunciou o presidente da França, Emmanuel Macron, marcando a primeira morte registada no exército francês durante a guerra do Médio Oriente.
"O suboficial Arnaud Frion, do 7º Batalhão de Caçadores Alpinos em Varces, morreu pela França durante um ataque na região de Erbil, no Iraque", escreveu Macron, na noite de quinta-feira, confirmando que vários soldados franceses ficaram feridos.
O conflito no Médio Oriente começou com ataques israelitas e norte-americanos contra o Irão a 28 de Fevereiro e desde então se alastrou a vários países da região.
Desde o início da guerra, sete soldados norte-americanos foram mortos no Kuwait e na Arábia Saudita, de acordo com o Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (EUA).
O ataque em Erbil teve como alvo as forças antiterroristas, disse o Presidente francês.
No âmbito de uma coligação internacional de combate ao fundamentalismo islâmico, liderada por Washington, militares de diversos países, incluindo Itália e França, estão a treinar membros das forças de segurança curdas no Curdistão iraquiano.
"A guerra no Irão não justifica tais ataques", enfatizou Macron.
O grupo armado iraquiano Ashab al-Kahf anunciou hoje, na plataforma de mensagens Telegram, que estava a atacar os interesses franceses na região, após o envio do porta-aviões francês Charles de Gaulle para o Golfo.
"Após a chegada do porta-aviões francês à área de operações do Comando Central dos EUA e o seu envolvimento em operações, anunciamos que, a partir desta noite, todos os interesses franceses no Iraque e na região serão visados", declarou o grupo pró-Irão.
O Ashab al-Kahf instou as forças de segurança a manterem uma distância de, pelo menos, 500 metros de uma base em Kirkuk (norte do Iraque), onde alegou estarem destacados militares franceses.
No entanto, o grupo não reivindicou explicitamente a autoria do ataque.
O Estado-Maior das Forças Armadas francesas tinha informado na quinta-feira que vários soldados franceses ficaram feridos num "ataque com um drone na região de Erbil".
Emmanuel Macron não especificou explicitamente se Arnaud Frion estava entre os soldados franceses feridos neste ataque.
Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas francesas, os soldados feridos estavam "a participar em treinos antiterroristas com parceiros iraquianos".
O governador de Erbil indicou que o ataque que feriu os soldados envolveu dois drones e ocorreu numa base em Mala Qara, a cerca de 40 quilómetros a sudoeste de Erbil.
Desde o início da guerra no Médio Oriente, a região autónoma do Curdistão iraquiano e Erbil sofreram inúmeros ataques atribuídos a fações pró-Irão, a maioria dos quais foi neutralizada pelas defesas aéreas.
O Presidente francês enfatizou nos últimos dias o "papel defensivo" da França na guerra do Médio Oriente.
Netanyahu ameaça novo líder supremo do Irão
O Primeiro-Ministro israelita ameaça o novo Líder Supremo do Irão, ainda que de forma velada.
Presidente dos Estados Unidos Donald Trump volta a ameaçar Teerão
O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, lançou uma nova ameaça ao Irão, escrevendo: "Observem o que vai acontecer a estes canalhas desvairados hoje".
"A Marinha do Irão acabou, a sua Força Aérea já não existe, mísseis, drones e tudo o resto estão a ser dizimados, e os seus líderes foram varridos da face da Terra", acrescentou o líder norte-americano, na rede social que detém, a Truth Social.
"Há 47 anos que matam pessoas inocentes em todo o mundo, e agora eu, como 47.º presidente dos Estados Unidos da América, estou a matá-los", escreveu Trump. "Que grande honra é fazê-lo!", acrescentou.
A ameaça do líder dos EUA surgiu horas depois do Irão ter dito que um míssil disparado por grupos iraquianos pró-Teerão atingiu um avião de reabastecimento norte-americano que se despenhou no oeste do Iraque, com seis tripulantes a bordo.
O Comando Central das Forças Armadas dos EUA confirmou que um avião de reabastecimento se tinha despenhado no oeste do Iraque, mas garantiu que a perda do KC-135 "não foi causada por fogo inimigo ou amigo".
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o `ayatollah` Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.
As autoridades da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do Bahrein reportaram hoje novos ataques do Irão contra os seus territórios, à medida que o conflito no Médio Oriente se aproxima da segunda semana.
c/Lusa
Teerão diz que grupos iraquianos atacaram avião de reabastecimento dos EUA
O Irão afirmou hoje que um avião de reabastecimento dos Estados Unidos (EUA) que se despenhou no oeste do Iraque foi atingido por um míssil disparado por grupos iraquianos e que os seis tripulantes morreram.
De acordo com declarações divulgadas por agências de notícias iraniana, o porta-voz do Comando de Operações Unificadas do Irão, Khatam al-Anbiya, disse que o avião foi "atingido por um míssil disparado por grupos de resistência no oeste do Iraque".
Posteriormente, a Guarda Revolucionária iraniana emitiu um comunicado alegando que o ataque de quinta-feira, que resultou na morte de toda a tripulação, ocorreu enquanto o avião reabastecia um caça dos EUA.
Horas antes, o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (conhecido como Centcom) anunciou que um avião de reabastecimento se tinha despenhado no oeste do Iraque, mas adiantou que a perda do KC-135 "não foi causada por fogo inimigo ou amigo".
"As operações de resgate estão em curso", acrescentou o Centcom, em comunicado, referindo que outra aeronave envolvida no acidente aterrou em segurança.
O Centcom referiu ainda que o incidente "ocorreu em espaço aéreo amigo durante a Operação Epic Fury", em que os EUA e Israel têm atacado o Irão.
Não foram fornecidos detalhes sobre o número de pessoas a bordo da aeronave ou o seu estado de saúde atual.
"Mais informações serão fornecidas à medida que os destacamentos ocorrerem", concluiu o Centcom, solicitando paciência enquanto "reúne detalhes adicionais e presta esclarecimentos às famílias dos militares" envolvidos.
A perda do KC-135 marca o quarto acidente aéreo de aeronaves norte-americanas desde o início da guerra contra o Irão, após o abate de três caças F-15 por fogo amigo do Kuwait.
Com 41,5 metros de comprimento e quase 40 metros de envergadura, o Boeing KC-135 "Stratotanker" possui quatro motores e uma capacidade de carga útil até mais de 38 toneladas, dependendo da sua configuração.
Sobre a duração do conflito no Médio Oriente, o Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu na quinta-feira que a guerra com o Irão está a "avançar rapidamente", reiterando a sua visão otimista sobre o desenvolvimento do conflito, para o qual ainda não apresentou um calendário.
Durante um evento na Casa Branca, o republicano defendeu que "o que é preciso fazer está a ser feito" para alcançar os objetivos dos EUA no Médio Oriente.
A breve referência ao conflito foi feita pelo Presidente durante um evento do Mês da História das Mulheres, ao qual compareceu acompanhado pela primeira-dama Melania Trump.
Antes, Trump tinha declarado que o aumento dos preços do petróleo provocado pela guerra e a interrupção do fluxo através do Estreito de Ormuz trariam "muito dinheiro" aos Estados Unidos, o maior produtor mundial de petróleo.