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Presidenciais 2026. Eleitores escolhem o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa

Presidenciais 2026. Eleitores escolhem o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa

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Presidenciais 2026. Eleitores escolhem o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa

Concretiza-se este domingo a segunda volta das eleições presidenciais, processo fortemente marcado pelo contexto dos estragos, em diferentes municípios, de contínuas intempéries. Acompanhamos aqui o decorrer da votação e atualizamos todas as informações sobre o evoluir das condições meteorológicas.

Cristina Sambado, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP3


António Antunes - RTP

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Momento-Chave
RTP /

Em Vila Real estão inscritos 49 mil eleitores e a afluência está a ser normal

A afluência às urnas em Vila Real está a ser normal e está a ter uma boa afluência. Às 8h00 algumas pessoas já estavam a aguardar a abertura das seções de voto. ### 1717201###
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Momento-Chave
RTP /

Na Escola Manoel de Oliveira no Porto várias dezenas de pessoas votaram na 1ª hora

Onze mil eleitores estão inscritos e a votação está a decorrer com normalidade.
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Momento-Chave
RTP /

Votação na Cidade Universitária de Lisboa com boa afluência durante a 1ª hora de votação

A reportagem da RTP falou com alguns membros das mesas de voto que afirmaram que a votação está a decorrer com normalidade e explicaram o que os levou a pertencer às mesas de voto.


Na reitoria da Cidade Universitária de Lisboa exercem o direito de voto cerca de sete mil pessoas, o que dá uma média de 1.100 em cada mesa.
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Concelho de Pombal
RTP /

Votação decorre com normalidade na freguesia de São Simão de Litém

O presidente da junta de freguesia de São Simão de Litém, no concelho de Pombal, tinha apelado à população para boicotar a segunda volta das eleições. No entanto, as urnas abriram às 8h25 e a votação está a decorrer com normalidade.


Estão inscritos 1.314 eleitores para votar nas duas seções de voto.
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Lusa /

Comboios suspensos em vários troços de linhas do Norte até Évora

A circulação ferroviária está com a circulação condicionada nas linhas Norte, Douro, Oeste, Beira Baixa, Cascais e Vendas Novas, devido ao mau tempo que assola o país há mais de uma semana, alertou hoje a Infraestruturas de Portugal.

Numa informação publicada na sua página de Internet às 08:00, a empresa Infraestruturas de Portugal (IP) avisa que, na linha do Norte, a circulação está suspensa entre Alfarelos e Coimbra B, enquanto a linha do Douro está fechada entre a Régua e o Pocinho.

No Oeste, os comboios não estão a circular entre Mafra e Amieira, e na Beira Baixa não fazem a ligação entre Mouriscas e Sarnadas.

Na região da Grande Lisboa, há condicionamentos na linha de Cascais, que está fechada na via ascendente entre Algés e Caxias, e na concordância de Xabregas, que tem a circulação suspensa entre Lisboa Santa Apolónia e Bifurcação Chelas.

Na linha de Vendas Novas (Évora), não se está a realizar a circulação entre Lavre e Canha.

A IP avisa que os condicionamentos na circulação ferroviária registados em linhas da rede nacional se devem às "condições meteorológicas adversas da última semana, com impacto na infraestrutura devido a inundações, à queda de árvores e detritos".

"Estas ocorrências estão a afetar a normal exploração ferroviária em vários troços, exigindo intervenções técnicas das equipas no terreno para a reposição das condições de segurança e da regularidade do serviço", acrescenta.

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Lusa /

Água da rede pública da Batalha em condições para consumo humano

A água da rede pública do concelho da Batalha, no distrito de Leiria, que esteve temporariamente imprópria para consumo humano em várias localidades devido às cheias, já está em boas condições, anunciou a Câmara.

"O Município da Batalha informa que, após análises laboratoriais realizadas e validadas, a água da rede pública do concelho encontra-se em boas condições para consumo humano", refere uma publicação nas redes sociais no sábado.

De acordo com a autarquia, "as análises foram efetuadas por laboratórios acreditados e confirmadas pela Saúde Pública de Leiria, não existindo, neste momento, qualquer indicação de restrição ao consumo".

Ainda assim, o município recomenda à população, "em zonas onde tenha ocorrido interrupção do abastecimento ou se a água apresentar ligeira turvação", para "deixar correr a água da torneira durante alguns minutos antes da sua utilização para consumo".

A autarquia vai continuar "a monitorizar permanentemente a qualidade da água", acrescenta.

Na quinta-feira, a água da rede pública esteve temporariamente imprópria para consumo humano em várias localidades do concelho da Batalha, devido às cheias.

Num aviso à população nesse dia, a autarquia alertou que "a água da rede não deve ser utilizada para beber, cozinhar ou higiene oral, até nova comunicação".

Nesse dia, as localidades afetadas eram Golpilheira, Casal Mil Homens, Cividade, Garruchas, Colipo, Alcaidaria, Rio Seco, Celeiro, Casal Quinta, Golfeiros, Cela e Casal Novo.

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Lusa /

Gondomar ativa Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil

A Câmara de Gondomar ativou no sábado o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, em resposta à manutenção de condições meteorológicas extremas e ao risco elevado de ocorrência de cheias e inundações no concelho, anunciou hoje o município.

A decisão decorre da declaração da situação de contingência, determinada pelo Despacho do Governo n.º 1532-E/2026, de 7 de fevereiro, que vigora entre as 00:00 do dia 5 de fevereiro de 2026 e as 23:59 do dia 15 de fevereiro de 2026, e que abrange um conjunto alargado de concelhos do país, entre os quais se inclui Gondomar, lê-se no comunicado enviado à Lusa.

A ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil tem como objetivo assegurar uma resposta coordenada, integrada e eficaz de todos os agentes de proteção civil e entidades envolvidas nas operações de prevenção, vigilância, proteção e socorro, permitindo reforçar a prontidão operacional, a mobilização de meios e a articulação institucional a nível municipal.

No âmbito desta ativação, encontram-se mobilizados os serviços municipais, as forças de segurança, os bombeiros, os serviços de proteção civil e as restantes entidades com dever especial de cooperação, em estreita articulação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

O anúncio surge no mesmo dia em que o concelho foi atingido pela depressão Marta e horas depois de o mesmo município, em comunicado, ter alertado para rajadas de 100 km/h, no concelho, entre as 18:00 e as 21:00.

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Lusa /

Assembleias de voto abriram em Portugal Continental e na Madeira

As assembleias de voto abriram às 08:00 de hoje em Portugal Continental e na Madeira para a segunda volta das eleições presidenciais, encerrando às 19:00.

Nos Açores, as mesas de voto abrem e encerram uma hora depois em relação à hora de Lisboa, devido à diferença horária.

Mais de 11 milhões de eleitores são chamados a escolher o novo Presidente da República, num sufrágio que opõe António José Seguro a André Ventura, os dois mais votados em 18 de janeiro.

No primeiro sufrágio, Seguro obteve 31,1% dos votos e Ventura, 23,52%, segundo o edital do apuramento geral dos resultados.

António José Seguro, apoiado pelo PS desde a primeira volta e pelos partidos à esquerda depois, surgirá em primeiro lugar no boletim de voto, seguido por André Ventura, presidente do Chega.

O universo eleitoral é idêntido ao das eleições de 18 de janeiro: 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.

Na primeira volta da eleição que vai determinar o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa ficaram para trás Luís Marques Mendes, Henrique Gouveia e Melo, Cotrim Figueiredo, António Filipe, Catarina Martins, Jorge Pinto, Humberto Correia, André Pestana e Manuel João Vieira.

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Segunda volta
RTP /

António José Seguro e André Ventura medem forças nas urnas em contexto de crise climática

É um país ainda a braços com os efeitos destrutivos de sucessivas intempéries aquele que é este domingo chamado a pronunciar-se nas urnas, até às 19h00, para a segunda volta das eleições presidenciais. Há condicionamentos ou adiamentos da votação em diferentes municípios.

São oito os concelhos que se decidiram por adiamentos - totais ou parciais - da votação para o próximo dia 15 de fevereiro. Decisões que abrangem mais de 31 mil eleitores inscritos.

  • Alcácer do Sal adia a votação em todas as seis freguesias;


  • Arruda dos Vinhos adia em todas as quatro freguesias;


  • Golegã adia em todas as três freguesias;


  • Santarém adia a votação em São Vicente do Paúl (secção n.º 3) e Cidade de Santarém (secção n.º 13);


  • Rio Maior adia a votação em Alcobertas e Rio Maior (secção n.º 11);


  • Leiria adia a votação em Bidoeira de Cima;


  • Cartaxo adia a votação em Valada;


  • Salvaterra de Magos adia a votação nas secções de voto da freguesia de Salvaterra de Magos.

As decisões de adiamento podem ser consultadas individualmente aqui.
"Em segurança"
"Conhecida a previsão das condições climatéricas para o dia da realização do segundo sufrágio, 8 de fevereiro, através de ofício da Autoridade Nacional da Proteção Civil, com base na previsão do estado do tempo do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Comissão Nacional de Eleições apela a todos os cidadãos eleitores que exerçam o seu direito de voto na eleição do Presidente da República, devendo ser garantida a participação de todos os cidadãos, em segurança", lê-se em comunicado ontem difundido pela CNE.Na mesma nota, a estrutura sublinha que "tem cooperado com todas as entidades envolvidas para que, apesar de circunstâncias adversas em alguns locais, sejam criadas as melhores condições para garantir um exercício de um direito que é fundamental".

"Neste contexto, a CNE recomenda a organização de transportes públicos especiais, na medida do possível, para eleitores que se encontrem em zonas onde a mobilidade possa vir a ser afetada. O transporte deve considerar o referido no Caderno de Apoio à Eleição PR 2026".

"Até à hora da divulgação do presente comunicado, a CNE tomou conhecimento do adiamento da votação em 16 freguesias e 3 assembleias de voto. O total de mesas de voto cujo adiamento está confirmado corresponde a um universo de 31.862 de eleitores inscritos, dos quais uma percentagem já votou antecipadamente. O número total de eleitores inscritos para o segundo sufrágio da eleição do presidente da República é de 11.039.672", prossegue.

"A CNE recomenda ainda que os eleitores confirmem o seu local de voto através do número 3838* ou em www.recenseamento.pt.".

Também no sábado, questionado pelos jornalistas sobre a segunda volta das presidenciais, o primeiro-ministro afirmou ter a "certeza absoluta de que tudo está a ser feito para salvaguardar a segurança e a normalidade do funcionamento desse ato eleitoral".Recorde-se que o Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 de fevereiro para 68 concelhos.

Pelas 21h00, o presidente da República dirigiu-se, por seu turno, ao país para apelar à participação na segunda volta das eleições presidenciais, num contexto de danos materiais e humanos causados pela sucessão de intempéries dos últimos dias. “Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro”, clamou Marcelo Rebelo de Sousa.

A RTP tem preparada uma emissão especial
para o acompanhamento da noite eleitoral com divulgação de projeções da abstenção, às 19h00, e de resultados, às 20h00, apuramento de resultados, reações e discursos das candidaturas e análise política.
Telejornal | 7 de fevereiro de 2026

Acompanhamos aqui, ao minuto, o decorrer da jornada de votação, assim como o evoluir das condições meteorológicas no país.
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Carlos Santos Neves - RTP /

"Vencer a calamidade". Marcelo apela ao voto na segunda volta das presidenciais

Numa declaração ao país, em véspera da segunda volta das eleições presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa começou por agradecer “a todos a resistência, a coragem, a determinação de não ceder, de não desistir, de não largar um centímetro do que é vosso”.

António Pedro Santos - Lusa

O presidente da República dirigiu-se, na noite deste sábado, ao país para apelar à participação na segunda volta das eleições presidenciais, num contexto de danos materiais e humanos causados pela sucessão de intempéries dos últimos dias. “Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro”, clamou Marcelo Rebelo de Sousa.

“Hoje, como sempre, falo para todos vós, mas falo em especial para os que perderam familiares e próximos, os que ficaram sem casa ou sem casa sem condições para nela viverem, os que perderam culturas agrícolas, lojas, oficinas, fábricas, os que ficaram dias e noite sem água, luz, telefone, os que viram florestas vergarem, os que sofreram e sofrem cheias imprevisíveis, os que desanimaram, tiveram medo, se sentiram isolados, angustiados ou desesperados”, começou por enumerar o chefe de Estado.

“A todos vós e a todos os que vos têm dado o que podem e não podem agradeço a resistência, a coragem, a determinação de não ceder, de não desistir, de não largar um centímetro do que é vosso”, prosseguiu.

Marcelo assinalou, em seguida, “a resposta dada no dia 1, quatro dias apenas depois da calamidade de 28 de janeiro”: “A vossa resposta foi votarem, votarem em massa e também nas áreas devastadas, também no voto antecipado, tal como há cinco anos foi votarem em pandemia, em todo o país, sem vacinas, com hospitais a transbordarem, com mortes a subirem, com contágios a galoparem”.
“Nascemos para resistirmos e resistirmos até vencermos. Somos um país de lutadores. Votar amanhã é como votar na pandemia em estado de emergência, ou agora, quatro dias depois da tragédia”, continuou.

“Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro. Votar amanhã chama-se liberdade. Votar amanhã chama-se democracia. Votar amanhã chama-se, acima de tudo, Portugal”, concluiu o presidente.

Horas antes desta comunicação a partir de Belém, a Comissão Nacional de Eleições apelara já à participação na segunda volta das presidenciais, apesar das previsões de mau tempo, defendendo que fossem facultadas as “melhores condições” para tal.

A CNE sublinhou que “tem cooperado com todas as entidades” no sentido de que “sejam criadas as melhores condições para garantir um exercício de um direito que é fundamental”, mesmo com “circunstâncias adversas em alguns locais”.

A estrutura recomendou a organização de “transportes públicos especiais, na medida do possível, para eleitores que se encontrem em zonas onde a mobilidade possa vir a ser afetada”.

c/ Lusa
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RTP /

Milhares de eleitores no estrangeiro votam com críticas

A obrigação de voto presencial, nestas eleições presidenciais, provoca duras críticas.

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RTP /

Montenegro sobre votação: "Democracia funciona mesmo com desafios grandes"

O primeiro-ministro disse que "a democracia funciona" mesmo perante desafios grandes.

Foto: Carlos M. Almeida - Lusa

Luís Montenegro foi a Santarém ver os efeitos da subida do Tejo e afirmou que o governo tudo fará para que no domingo se consiga "a normalidade possível" para as eleições.
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Lusa /

Ventura acusa Seguro de "inutilidade, vazio e falta de empatia"

O candidato presidencial diz que manter eleição no domingo é "pôr os votos à frente das pessoas".

Foto: Tiago Petinga - Lusa

O candidato André Ventura acusou hoje o adversário na segunda volta das presidenciais, António José Seguro, de mostrar "inutilidade, vazio e falta de empatia" por ter defendido ser essencial que as eleições se realizem no domingo.

"Acho que ontem ficou bem claro a inutilidade e também o vazio mas, sobretudo, a falta de empatia do meu adversário que, perante uma circunstância destas, não tinha nenhuma proposta, nem nenhuma ideia, mas também, sobretudo, usou a frase 'o que é essencial é que as eleições se realizem'. Ou seja, perante a devastação do país, o que é essencial é as eleições, perante a dor das pessoas, o que é mesmo importante é as eleições", ironizou.

André Ventura, que propôs um adiamento geral da segunda das eleições presidenciais para meados de fevereiro, considerou que o posicionamento de António José Seguro "mostra bem a diferença de candidatos e a diferença de projetos para o futuro do país".

O candidato apoiado pelo Chega disse que não chegou a falar com o adversário sobre esta proposta.

"A única coisa que eu ouvi dizer foi que não tem o meu número de telefone e que nunca falou comigo ao telefone. O que já agora, para além de ser falso, ser mentira e de haver todas as provas disso, acho que, sinceramente, só mostra bem, lamento dizê-lo no último dia de campanha, o tipo de Presidente que vamos ter. Quando se mente, descaradamente, em público, perante uma tragédia destas, só para mostrar qualquer espécie de superioridade moral, isto são aqueles momentos que definem o carácter de uma pessoa", afirmou.

O também líder do Chega referiu que falou "durante a noite" com o Presidente da República e que este lhe transmitiu que "não há condições, quer de natureza política, sobretudo de natureza política, para (declarar) o estado de emergência que permitiria adiar o ato eleitoral".

O candidato falava aos jornalistas antes de se reunir com o presidente da Câmara Municipal de Beja, Nuno Palma Ferro, eleito por uma coligação PSD/CDS-PP/IL e que lidera um executivo que inclui um acordo de governação com a CDU.

André Ventura sustentou que a manutenção da votação no domingo é "pôr os votos à frente das pessoas" e manifestou "esperança de que alguma solução seja encontrada".

O candidato antecipou que pode verificar-se uma taxa de abstenção elevada no domingo, "talvez a maior que alguma vez" se registou, e questionou "com que motivação e dignidade vão votar" os eleitores dos municípios que pediram o adiamento, numa altura em que os resultados provisórios já forem conhecidos.

Questionado se propor o adiamento das eleições a nível nacional na reta final da campanha não pode ser desmobilizador, o candidato considerou que "é o contrário" e que "basta olhar para o estado em que o país está e perceber que as pessoas não estão em condições de votar, que as pessoas, que o país, não só fisicamente, do ponto de vista das infraestruturas, como do ponto de vista daquele que deve ser o espírito de um país para votar, estas não são as condições para isso".

Ventura voltou a ser questionado sobre qual o enquadramento jurídico para este adiamento e defendeu que devia ter sido declarado o estado de emergência "perante a calamidade em que o país está".

"Então se houvesse um estado de guerra iríamos continuar a ter eleições?", perguntou.

À pergunta se as duas situações são comparáveis, referiu que "há momentos em que se pode adiar as eleições" e pediu aos jornalistas que "não sejam vazios".

Na quinta-feira, confrontado com a proposta do candidato apoiado pelo Chega, Seguro considerou essencial que as eleições se realizem no domingo, afirmando que só aceitará adiamentos "dentro do quadro legal e constitucional".

"Aquilo que eu considero essencial é que as eleições se realizem e que todos os portugueses possam ter a possibilidade de votar", defendeu o candidato mais votado na primeira volta das presidenciais.
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RTP /

Seguro vai exigir explicações sobre o que falhou nas intempéries

António José Seguro disse que for eleito Presidente vai exigir explicações sobre o que falhou na resposta às tempestades.

Foto: José Coelho - Lusa

O candidato está no Norte do país para terminar a campanha no Porto e insistiu que não há vitórias antecipadas.
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