Mundo
Primeiro-ministro do Nepal apela a união após cheias devastadoras
O primeiro-ministro do Nepal, Balendra Shah, pediu na quarta-feira que a nação dos Himalaias "permaneça unida" após as cheias devastadoras que fizeram pelo menos 95 mortos.
"A dor e as perdas que sofreram são imensas. Mas quero assegurar-vos que não estão sozinhos neste momento difícil: o Estado está ao vosso lado com todos os vossos meios e recursos", disse Shah num comunicado publicado nas redes sociais.
"Peço-vos que tenham paciência. O governo está a cobrir integralmente os custos das operações de ajuda, assistência médica, bem como abrigo e alimentação. Perante um desastre como este, devemos manter-nos unidos", acrescentou. Pelo menos 95 pessoas morreram arrastadas pelas torrentes de água barrenta nesta região fronteiriça com o Tibete, disse à AFP o porta-voz da polícia nepalesa, Abi Narayan Kafle.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, afirmou ter conversado com o seu homólogo nepalês, a quem ofereceu a assistência da Índia nas operações de resgate.
"O povo indiano está ao lado dos seus irmãos e irmãs nepaleses neste momento difícil", disse Modi em comunicado.
"Peço-vos que tenham paciência. O governo está a cobrir integralmente os custos das operações de ajuda, assistência médica, bem como abrigo e alimentação. Perante um desastre como este, devemos manter-nos unidos", acrescentou. Pelo menos 95 pessoas morreram arrastadas pelas torrentes de água barrenta nesta região fronteiriça com o Tibete, disse à AFP o porta-voz da polícia nepalesa, Abi Narayan Kafle.
O Presidente nepalês, Ram Chandra Paudel, apelou por
seu lado às forças de segurança, ao Governo e à sociedade civil para
mobilizarem todos os meios de socorro disponíveis após a inundação que
atingiu o norte do país.
"Neste momento de crise, apelo ao Governo, aos partidos políticos, às organizações sociais, a todas as agências, incluindo as forças de segurança, e aos cidadãos em geral para que intensifiquem os trabalhos de salvamento e socorro", escreveu nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
"Neste momento de crise, apelo ao Governo, aos partidos políticos, às organizações sociais, a todas as agências, incluindo as forças de segurança, e aos cidadãos em geral para que intensifiquem os trabalhos de salvamento e socorro", escreveu nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
Torrentes de água lamacenta atingiram hoje de manhã (hora local) o distrito montanhoso de Rasuwa, na fronteira com a China.
Cerca de 403 turistas, incluindo 341 estrangeiros, permaneciam desaparecidos horas depois do desastre, segundo o Ministério da Cultura e Turismo.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal confirmou que há uma cidadã portuguesa entre os desaparecidos.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, afirmou ter conversado com o seu homólogo nepalês, a quem ofereceu a assistência da Índia nas operações de resgate.
"O povo indiano está ao lado dos seus irmãos e irmãs nepaleses neste momento difícil", disse Modi em comunicado.
Acrescentou que o seu país estava "pronto para prestar toda a assistência humanitária possível ao Nepal" e que as autoridades indianas e nepalesas estavam a coordenar de perto as operações de busca e salvamento.