Mundo
Satélites Galileo já em órbita
Os dois primeiros satélites operacionais do Galileo, o primeiro sistema civil de navegação por satélite, foram colocados em órbita, anunciou Arianespace. Foram lançados esta manhã por um foguetão russo Soyuz-2 especialmente concebido para operar com Galileo. Dois novos satélites deverão ser lançados em 2012, seguindo 10 outros, até 2014.
No total, no fim da década, Galileo será composto por 30 satélites, 27 operacionais e 3 de reserva. O sistema fica completo com duas estações terrestres e uma rede de retransmissores em todo o planeta.
O Galileo deverá ser o sistema de posicionamento mais preciso alguma vez concebido, podendo ser utilizado para pilotar comboios, guiar carros e aterrar aviões.
Dará ainda apoio a diversos projectos científicos de mapeamento, incluindo o fundo dos Oceanos.
Lançamento passo a passo
Os motores do foguetão russo começaram a funcionar como previsto às 7:30 locais (11:30 em Lisboa) e cerca de dois minutos mais tarde, o foguetão Soyuz-2
separou-se dos quatro propulsores e continuou o percurso para o espaço.
Menos de dez minutos depois da descolagem, o terceiro módulo do foguetão separou-se do andar superior "Fregat", onde se encontravam os satélites. Os motores dos "Fregat" entraram então em funcionamento para pôr em órbita, a mais de 23.000 quilómetros de altitude às 11:20 na Guiana Francesa (15:20 em Lisboa) os dois satélites "Galileo".
Financiado a 100 por cento pela Comissão europeia e executado pela Agência Espacial Europeia (ESA), Galileo assegura poder fornecer uma melhor cobertura
e uma melhor precisão que os concorrentes (GPS norte-americano e GLONASS russo).
Benefícios de 90 milhões de euros
Reagindo à colocação em órbita dos dois primeiros satélites de Galileo, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso considerou hoje que o sistema "é de importância estratégica, não só para a competitividade na indústria europeia e a criação de emprego, mas também para assegurar a independência da Europa na tecnologia e política espacial".
O sistema Galileo, que estará operacional em 2014, "irá melhorar o quotidiano", referiu ainda Durão Barroso, exemplificando com o aperfeiçoamento
do sistema de posicionamento e da segurança nas transações bancárias. O líder do executivo comunitário salientou ainda que os benefícios que
as indústrias europeias podem tirar do Galileo -- como uma melhor gestão de frotas -- poderão ascender ao 90 mil milhões de euros, nos próximos 20
anos.
"O lançamento dos primeiros satélites 'Galileo' é um grande passo para a Europa e cidadãos", salientou Durão Barroso.
O Galileo deverá ser o sistema de posicionamento mais preciso alguma vez concebido, podendo ser utilizado para pilotar comboios, guiar carros e aterrar aviões.
Dará ainda apoio a diversos projectos científicos de mapeamento, incluindo o fundo dos Oceanos.
Lançamento passo a passo
Os motores do foguetão russo começaram a funcionar como previsto às 7:30 locais (11:30 em Lisboa) e cerca de dois minutos mais tarde, o foguetão Soyuz-2
separou-se dos quatro propulsores e continuou o percurso para o espaço.
Menos de dez minutos depois da descolagem, o terceiro módulo do foguetão separou-se do andar superior "Fregat", onde se encontravam os satélites. Os motores dos "Fregat" entraram então em funcionamento para pôr em órbita, a mais de 23.000 quilómetros de altitude às 11:20 na Guiana Francesa (15:20 em Lisboa) os dois satélites "Galileo".
Financiado a 100 por cento pela Comissão europeia e executado pela Agência Espacial Europeia (ESA), Galileo assegura poder fornecer uma melhor cobertura
e uma melhor precisão que os concorrentes (GPS norte-americano e GLONASS russo).
Benefícios de 90 milhões de euros
Reagindo à colocação em órbita dos dois primeiros satélites de Galileo, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso considerou hoje que o sistema "é de importância estratégica, não só para a competitividade na indústria europeia e a criação de emprego, mas também para assegurar a independência da Europa na tecnologia e política espacial".
O sistema Galileo, que estará operacional em 2014, "irá melhorar o quotidiano", referiu ainda Durão Barroso, exemplificando com o aperfeiçoamento
do sistema de posicionamento e da segurança nas transações bancárias. O líder do executivo comunitário salientou ainda que os benefícios que
as indústrias europeias podem tirar do Galileo -- como uma melhor gestão de frotas -- poderão ascender ao 90 mil milhões de euros, nos próximos 20
anos.
"O lançamento dos primeiros satélites 'Galileo' é um grande passo para a Europa e cidadãos", salientou Durão Barroso.