Netanyahu defende remoção de todo o urânio do Irão
O primeiro-ministro israelita defende que todo o urânio enriquecido deve ser retirado do Irão. Benjamin Netanyahu acrescenta que Telavive está em "plena coordenação" com os Estados Unidos sobre os objetivos a alcançar.
Paquistão assegura estar a fazer "todos os esforços" para fim da guerra no Médio Oriente
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão diz que Islamabad está a fazer todos os esforços para alcançar o fim definitivo da guerra no Médio Oriente.
Irão diz-se pronto a prestar serviços marítimos e apoio a embarcações comerciais
A mensagem, divulgada pela agência de notícias estatal iraniana IRNA, surge depois de Trump ter suspendido a operação militar norte-americana "Projecto Liberdade", que visava a abertura do Estreito de Ormuz, alegando progressos nas negociações com o Irão.
Macron apela ao levantamento de todos os bloqueios do Estreito de Ormuz
“Todas as partes devem suspender o bloqueio do estreito, sem demora e sem condições. Devemos regressar de forma duradoura ao regime de plena liberdade de navegação que prevalecia antes do conflito”, disse Macron num comunicado divulgado à imprensa.
O líder francês incentivou outros países a considerarem a possibilidade de se juntarem a uma missão multinacional proposta pela França e pelo Reino Unido, que procuraria garantir a segurança da navegação na via navegável.
“Os acontecimentos recentes demonstram claramente a utilidade que uma missão deste tipo teria. Convidei o presidente iraniano a aproveitar esta oportunidade e pretendo discutir o assunto com o presidente (Donald) Trump”, disse Macron.
“O regresso da calma no estreito ajudará a fazer avançar as negociações sobre a questão nuclear, a questão balística e a situação regional”, acrescentou.
Durante a conversa telefónica com Macron, Pezeshkian falou sobre a "profunda desconfiança do Irão em relação aos Estados Unidos", de acordo com um comunicado dos meios de comunicação estatais iranianos.
Paz à vista? Trump volta a ameaçar Irão caso não haja acordo
Donald Trump voltou a ameaçar com novos bombardeamentos se o Irão não aceitar um acordo de paz.
Trump reuniu-se com altos executivos de grandes empresas petrolíferas dos EUA
“Os inimigos têm muito orgulho. Entrámos na Venezuela, com pessoas inteligentes, pessoas excelentes, um exército realmente forte. Vencemos muito rapidamente, e isso tem sido ótimo para a Venezuela”, disse Trump aos jornalistas no Salão Oval, depois de afirmar que os iranianos “têm muito orgulho”.
O presidente acrescentou que as empresas de energia estão ansiosas por expandir as suas operações. Reuniu-se também com alguns executivos do setor petrolífero na semana passada, ocasião em que alguns elogiaram a sua decisão de bloquear os portos iranianos, segundo uma notícia anterior da CNN.
“Estive com a ExxonMobil ontem à noite. O presidente estava aqui, e falámos sobre a Venezuela, juntamente com muitos outros da Chevron. Todos eles estiveram aqui ontem à noite. Todos querem ir para lá e para outros lugares”, disse.
O presidente recebeu convidados na Casa Branca na noite de terça-feira para um jantar do “Rose Garden Club”.
Trump. Conversações "muito positivas" com quem "quer realmente chegar a um acordo"
"Veremos se conseguem ou não chegar a um acordo que nos satisfaça", acrescentou na conferência de imprensa na Sala Oval.
"Se não concordarem agora, acabarão por concordar logo a seguir", acrescentou.
“É muito possível que cheguemos a um acordo”, acrescentou.
Questionado sobre se há um prazo para receber uma resposta do Irão sobre a última proposta dos EUA, Trump insinuou um prazo indeterminado. “Nunca há um prazo; vai acontecer. Vai acontecer, mas nunca há um prazo”, disse.
Trump voltou também a afirmar que o Irão concordou com a sua principal exigência de não possuir armas nucleares.
“O Irão não pode ter uma arma nuclear, e não terá, e eles concordaram com isso, entre outras coisas”, disse o presidente, embora ainda não haja qualquer indicação sobre o que o Irão concordou ou não.
Navio da CMA CGM abandona com sucesso o Golfo Pérsico, através do Estreito de Ormuz
O navio, que foi localizado pela última vez por satélite "a 5 de maio, às 12h30 GMT, dentro do Golfo", foi "localizado novamente a 6 de maio, às 13h30 GMT, ao largo da costa de Mascate, Omã", ou seja, fora do Golfo, nos monitores de tráfego marítimo da empresa de análise Kpler, especificou a fonte.
O navio, que estava retido no Golfo desde o início da guerra, "desligou o seu transceptor AIS", que transmite a posição do navio, "e desapareceu dos monitores durante 24 horas", acrescentou a fonte.
A CMA CGM confirmou a informação à AFP.
Acordo precisa de garantias devido ao historial de Israel diz presidente do parlamento libanês
Berri declarou à Al Jazeera que o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão confirmou que o Líbano fará parte de qualquer acordo que os EUA consigam para pôr fim à guerra, acrescentando que espera que as negociações entre o Irão e os EUA cheguem a uma "conclusão positiva em breve".
Marinha dos EUA "neutraliza" navio que procurou romper bloqueio aos portos do Irão
“Depois de a tripulação do Hasna ignorar os repetidos avisos, as forças norte-americanas desativaram o leme do navio-tanque disparando vários tiros do canhão de 20 mm de um caça F/A-18 Super Hornet da Marinha dos EUA, lançado a partir do porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN 72)”, referia a publicação do CENTCOM no Facebook.
Os EUA e o Irão têm trocado tiros nos últimos dias, apesar do cessar-fogo de quase um mês, que as autoridades norte-americanas insistiram na terça-feira que ainda estava em vigor.
Israel diz que matou comandante da força Radwan do Hezbollah, Hezbollah confirmou
O bombardeamento fez pelo menos 17 feridos.
Netanyahu. Israel está "preparado para todos os cenários" em relação ao Irão
"Estamos... preparados para todos os cenários, e é essa a instrução que dei ao exército e aos nossos serviços de segurança", disse Netanyahu, segundo um vídeo divulgado pelo seu gabinete, na abertura de uma reunião do gabinete de segurança.
Líbano. Forte detonação registada no sul de Beirute
Bahrein deteve indivíduos ligados à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão
O anúncio surge depois de o Bahrein ter declarado, no final de abril, a cassação da cidadania a 69 pessoas por alegadamente apoiarem ataques iranianos contra o país. O governo acusou estas pessoas de simpatizarem com o Irão e de "conspirarem com entidades estrangeiras".
Irão pede à ONU que rejeite resolução dos EUA sobre Estreito de Ormuz
“A única solução viável no Estreito de Ormuz é clara: o fim permanente da guerra, o levantamento do bloqueio marítimo e o restabelecimento da passagem normal”, afirmou a missão iraniana na ONU numa publicação no X.
A missão prosseguiu acusando os EUA de utilizarem a resolução para “promover a sua agenda política e legitimar ações ilegais – e não para resolver a crise”.
Trump. Possível acordo com Irão incluirá envio do seu stock de urânio enriquecido para os EUA
Notícias de avanços positivos por parte dos mediadores paquistaneses ajudaram a impulsionar Trump, na terça-feira, a anunciar uma pausa no “Projecto Liberdade” - uma operação para guiar navios presos no Estreito de Ormuz - citando progressos nas negociações com o Irão, disseram dois responsáveis governamentais.
A principal prioridade de Trump é encontrar uma saída diplomática para a guerra e reabrir o estreito rapidamente, disseram os responsáveis governamentais.
O presidente expressou otimismo na quarta-feira sobre as perspetivas de um acordo em breve, mas reconheceu que os EUA já passaram por isso antes. “Sim, acho que sim, mas já me senti assim antes com eles, por isso vamos ver o que acontece”, disse à PBS News.
Presidente dos EAU e Netanyahu conversam por telefone e condenam ações de Teerão
Os dirigentes condenaram os recentes ataques iranianos contra o país do Golfo e “reafirmaram a solidariedade dos seus países para com os Emirados Árabes Unidos e o apoio às medidas que o país tomar para salvaguardar a sua segurança e estabilidade e garantir a segurança dos seus cidadãos”, informou a agência de notícias estatal WAM.
Noutra nota, a conta árabe X de Israel afirmou que Netanyahu, indiciado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra, expressou a “forte condenação” de Israel aos ataques, descrevendo-os como uma “flagrante violação da soberania e uma ameaça à estabilidade regional”.
Israel, que a 28 de fevereiro lançou ataques com os EUA contra o Irão, manifestou ainda a sua “firme solidariedade com os Emirados Árabes Unidos e o seu total apoio a todas as medidas que o país tomar para proteger a sua segurança e estabilidade”, referiu a nota.
Em 2020, os EAU tornaram-se o primeiro Estado do Golfo a normalizar as relações com Israel, ao abrigo de um acordo mediado pelos Estados Unidos. Desde então, os dois países têm aprofundado os seus laços económicos e de defesa.
Troca de mensagens prossegue, contudo sem "resposta à proposta dos EUA", indica MNE do Irão
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou que o país ainda não emitiu uma resposta formal à última proposta dos EUA, mas continua a trocar mensagens diplomáticas através do mediador paquistanês.
“As mensagens estão a ser trocadas através do mediador paquistanês, e as análises dos textos trocados estão em curso”, disse Baghaei, citado pela emissora iraniana IRIB.
Bolsas europeias encerram em forte alta
Irão. Líder das negociações acusa EUA de tentar forçar Teerão a "render-se"
“O inimigo está muito esperançoso quanto à pressão económica, e é evidente que, mais uma vez, recebeu informações falsas e, com base nelas, tomou decisões erradas”, disse Ghalibaf em declarações divulgadas pela agência de notícias iraniana Fars.
“Esta decisão errada fará com que todos sofram”, avisou.
Os EUA procuram “destruir a unidade do país para nos obrigar à rendição”, disse Ghalibaf. “É claro que também quero deixar claro que não subestimamos a possibilidade de ataques militares, especialmente ataques terroristas”.
"Posso afirmar que estamos a sufocar o regime, que já não conseguem pagar aos seus soldados", declarou Scott Bessent.
"Este é um verdadeiro bloqueio económico", acrescentou, sublinhando que a Marinha norte-americana está a desempenhar um papel fundamental para impedir que os navios viajem de e para o Irão. "Nenhum navio está a conseguir passar", afirmou.
Numa entrevista simultânea na CBS, na manhã de domingo, o conselheiro económico do presidente, Kevin Hassett, afirmou por seu lado que a economia iraniana está à beira de uma "calamidade extrema; têm hiperinflação".
"Estão a começar a sofrer com a fome", declarou.
Israel em contacto com Administração Trump para acompanhar contornos de entendimento eventual com Teerão
Um responsável norte-americano disse à CNN que Netanyahu tem conversado regularmente com responsáveis norte-americanos para se manter a par das negociações entre os EUA e o Irão.
Israel está disse a fonte, e está a pressionar para que sejam impostas restrições à rede de grupos paramilitares iranianos, bem como ao seu programa de mísseis balísticos. Além disso, Israel quer garantir que qualquer acordo preserva a liberdade de ação das Forças Armadas israelitas contra as ameaças regionais.
Na quarta-feira, um responsável israelita disse: "os americanos não nos surpreenderam". O responsável afirmou que Netanyahu está em "contacto contínuo" com o presidente Donald Trump. "Ficou claro para nós nestas conversas que o presidente Trump está firme nas suas linhas vermelhas, principalmente na remoção do material nuclear", disse o responsável.
Trump volta a acusar a Igreja Católica de defender o Irão
Donald Trump voltou a criticar o Papa. Acusou Leão XIV de defender que o Irão desenvolva armas nucleares.
Irão está a analisar propostas dos EUA e vai comunicar decisão ao Paquistão
Cessar-fogo violado. Israel volta a realizar ataques no sul do Líbano
Os Estados Unidos também acreditam num acordo para um cessar-fogo definitivo no Líbano. Estão em curso negociações, apesar das frequentes violações da trégua.
Porta-aviões norte-americano USS Ford deixa o Mediterrâneo
Imagens captadas por fotógrafos amadores e publicadas nas redes sociais mostram o navio norte-americano, o maior porta-aviões do mundo, a navegar pelo estreito de Gibraltar em direção a oeste com várias dezenas de caças no seu convés de voo.
O USS Gerald Ford esteve no mar durante mais de dez meses, o mais longo período de um porta-aviões norte-americano em operação desde o fim da Guerra Fria, de acordo com o Instituto Naval dos EUA.
Este mais recente porta-aviões norte-americano deverá regressar a Norfolk, o seu porto de origem na Virgínia, na costa leste dos EUA, segundo relatos do Wall Street Journal e do Washington Post.
Cerca de vinte navios de guerra norte-americanos, incluindo os porta-aviões USS Abraham Lincoln e USS George Bush, continuam em operação na região, disse um responsável norte-americano à AFP na sexta-feira.
Antes de ser enviado para o Médio Oriente e participar na luta contra o Irão, o USS Gerald Ford contribuiu para as operações americanas nas Caraíbas, onde Washington conduziu uma intensa campanha de ataques aéreos contra navios alegadamente envolvidos no tráfico de droga, apreendeu petroleiros sob sanções e, principalmente, capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.
O imponente navio foi redirecionado por Donald Trump para o Médio Oriente em meados de fevereiro. No final de março, fez uma breve escala no porto da Croácia para manutenção, após um incêndio na lavandaria principal, duas semanas antes, que feriu dois marinheiros.
Grupo de porta-aviões francês desloca-se para o Mar Vermelho e para o Golfo de Áden
O Ministério acrescentou em comunicado que o grupo de porta-aviões atravessou o Canal do Suez esta quarta-feira, a caminho do sul do Mar Vermelho.
Este grupo de ataque de porta-aviões francês foi destacado para o Mediterrâneo Oriental pouco depois de os EUA e Israel terem lançado ataques aéreos contra o Irão, podendo permanecer no mar entre quatro a cinco meses.
Bolsas europeias sobem e petróleo cai quase 11% com possibilidade de acordo no Médio Oriente
As principais bolsas europeias subiam hoje mais de 2% e o preço do petróleo descia quase 11% devido à possibilidade de que seja alcançado em breve um acordo de paz no Médio Oriente e aberto o estreito de Ormuz.
Cerca das 12:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 2,58% para 625,44 pontos.
As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 2,44%, 3,28% e 2,95%, bem como as Madrid e Milão, que subiam 2,86% e 2,08%, respetivamente.
A bolsa de Lisboa invertia a tendência da abertura, com o principal índice, o PSI, a recuar 0,55% para 9.114,40 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).
O euro estava em alta e subia 0,80% para 1,1787 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.
A esta hora, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq acentuam os ganhos, para 1,90% para o primeiro e para 1,66% para o segundo.
A subida das bolsas e a queda do preço do petróleo ocorreu depois de que se conhecessem informações de que os EUA esperam a resposta iraniana a uma proposta de memorando para finalizar a guerra.
Os investidores mostram-se otimistas com o preço do petróleo Brent, o de referência na Europa, para entrega em julho, a recuar 10,92% para 97,87 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, baixava 10,84% para 87,44 dólares.
O gás natural para entrega a um mês no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, descia 10,66% para 41,854 euros por megawatt-hora (MWh).
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tinha afirmado que a ofensiva contra Teerão iniciada no passado dia 28 de fevereiro "terminou", o que também contribuía para a queda do preço do gás natural no mercado europeu da Holanda (TFF).
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, advertia que só aceitarão "um acordo justo e completo", depois de se reunir em Pequim com o seu homólogo chinês, Wang Yi, ao mesmo tempo que o Irão anunciava que os navios que navegarem por Ormuz precisarão de uma autorização.
Israel continuava a bombardear o Líbano.
Na Ásia, Seul subiu 6,45% devido ao setor tecnológico e aos avanços nas negociações da guerra no Irão, enquanto Hong Kong ganhou 1,22% devido ao setor imobiliário, e Xangai 1,17% depois do crescimento da atividade no setor de serviços chinês em abril. Tóquio continuava fechada por feriado.
Por sua vez, os metais preciosos registam destacadas subidas, que no caso do ouro são de 3,28%, para 4.706,59 dólares a onça, enquanto a prata avança 6,25%, para 77,39 dólares.
No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos descia significativamente, para 2,990%, depois de ter fechado em 3,062% na sessão anterior.
No mercado das criptomoedas, a bitcoin subia 0,45%, para 82.015 dólares.
Os investidores vão estar atentos esta tarde aos dados da consultora ADP do emprego dos Estados Unidos em abril.
Trump diz que guerra pode terminar se Irão aceitar proposta
"Assumindo que o Irão concorda em ceder o que foi acordado, o que talvez seja uma grande suposição, a já lendária Operação Fúria Épica chegará ao fim, e o altamente eficaz Bloqueio permitirá que o Estreito de Ormuz fique ABERTO A TODOS, incluindo o Irão.
"Se não concordarem, os bombardeamentos começarão e, infelizmente, serão a um nível e intensidade muito maiores do que antes", disse Trump numa publicação no Truth Social.
Preços do petróleo em queda após anúncio de eventual acordo
O petróleo Brent, a referência global mais utilizada para o preço do petróleo, caiu cerca de 7%, para 101,97 dólares por barril atualmente.
Ataque israelita mata quatro pessoas no leste do Líbano
De acordo com o ministério, "o ataque do inimigo israelita contra Zellaya", no Vale do Bekaa, "matou quatro pessoas, incluindo duas mulheres e um idoso". A Agência Nacional de Notícias (NNA, a agência de notícias oficial) informou que o ataque teve como alvo a casa do presidente da câmara, matando-o a ele e a três membros da sua família.
Israel atacou "várias áreas" do Líbano
Antes, o exército israelita tinha pedido a evacuação de residentes de doze aldeias no sul do país.
Lufthansa garante que interesse na TAP "não mudou" apesar da crise no Médio Oriente
A Lufthansa mantém o interesse na privatização da TAP, apesar da crise no Médio Oriente agravar os custos com combustível, defendendo que a companhia portuguesa reforçaria a posição do grupo alemão na América do Sul.
"O nosso interesse na TAP não mudou", afirmou o presidente executivo do grupo, Carsten Spohr, numa conferência telefónica com jornalistas no âmbito dos resultados do primeiro trimestre.
Questionado sobre o impacto da crise no Médio Oriente na privatização da transportadora portuguesa, o gestor defendeu que os mercados do hemisfério sul estão a ganhar importância para o grupo alemão.
"No que diz respeito à América do Sul, acreditamos que estaríamos numa posição ideal com a TAP", disse Spohr, acrescentando que a Lufthansa é atualmente "o menor dos grupos europeus" naquela região.
O gestor afirmou que, com a TAP, a Lufthansa ficaria "ao nível dos outros" grupos europeus na América do Sul, destacando em particular o Brasil, onde considera que a combinação das marcas Swiss, Lufthansa e TAP daria ao grupo "uma posição muito forte".
Carsten Spohr sublinhou ainda que Portugal é visto como um parceiro relevante para a Lufthansa no setor da aviação, não apenas por causa da TAP.
"É importante saber que, no que diz respeito a Portugal na aviação, não estamos a olhar apenas para a TAP", afirmou, referindo que o grupo está "prestes a abrir" uma fábrica de componentes da Lufthansa Technik no país, em Santa Maria da Feira, e que está também à procura de uma localização para uma escola de aviação para a Força Aérea alemã e membros da NATO.
O responsável referiu ainda uma conversa recente entre o chanceler alemão e o primeiro-ministro português, em Lisboa, sobre o potencial das relações entre Portugal e Alemanha.
Além disso, referiu que a crise atual "não vai durar para sempre" e que a orientação estratégica e as prioridades do grupo estão definidas.
O presidente executivo recordou que a Lufthansa já manifestou interesse na TAP através de uma proposta não vinculativa e confirmou que o grupo pretende avançar no processo. "Daremos o próximo passo. Fomos convidados a apresentar uma proposta vinculativa. E aguardamos com expectativa a próxima fase e os próximos passos que temos agora pela frente", afirmou.
As declarações foram feitas no dia em que a Lufthansa apresentou os resultados do primeiro trimestre, período em que reduziu os prejuízos e manteve as perspetivas anuais, apesar do impacto da crise no Médio Oriente nos custos com combustível.
Entre janeiro e março, a Lufthansa registou um prejuízo líquido de 665 milhões de euros, abaixo das perdas de 885 milhões apuradas no mesmo período do ano passado.
O grupo alemão alertou, contudo, que o encerramento do Estreito de Ormuz está a provocar escassez no fornecimento de querosene e uma subida significativa dos preços, criando custos adicionais estimados em 1,7 mil milhões de euros em 2026.
Apesar do aumento das incertezas, a Lufthansa manteve a previsão de alcançar em 2026 um resultado operacional ajustado significativamente acima dos 1.960 milhões de euros registados no ano anterior.
A Lufthansa e a Air France-KLM são as duas interessadas que estão na corrida pela privatização da TAP, depois de a IAG, dona da Iberia e da British Airways, não ter avançado com uma proposta.
O Governo quer alienar até 49,9% do capital da companhia, dos quais 44,9% a um investidor de referência e até 5% reservados a trabalhadores, num processo em que serão tidos em conta o preço, o plano industrial, a conectividade e a capacidade financeira do comprador.
O executivo espera concluir a alienação este ano, admitindo tomar uma decisão sobre o comprador em Conselho de Ministros no final de agosto.
Primeiro-ministro do Paquistão `grato` pela pausa de Trump no `Projeto Liberdade`
Sharif disse que a pausa “contribuirá muito para o avanço da paz, estabilidade e reconciliação regional durante este período delicado”.I am grateful to President Donald Trump for his courageous leadership and timely announcement regarding the pause in Project Freedom in the Strait of Hormuz.
— Shehbaz Sharif (@CMShehbaz) May 6, 2026
President Trump's gracious response to the request made by Pakistan and other brotherly countries, particularly the…
O Paquistão tem atuado como mediador nas negociações em curso entre os EUA e o Irão, tendo sido recentemente realizadas conversações em Islamabad.
“O Paquistão continua firmemente empenhado em apoiar todos os esforços que promovam a moderação e a resolução pacífica de conflitos através do diálogo e da diplomacia”, disse Sharif.
Vinte e seis embarcações atacadas desde o início do conflito
Desde 28 de fevereiro, recebeu relatos de 46 incidentes "dentro e à volta" do Golfo Pérsico, do Golfo de Omã e do Estreito de Ormuz.
Destes, 26 foram ataques e 18 foram relatos de "atividade suspeita", além de dois raptos reportados.
EUA e Irão perto de acordo sobre memorando de uma página para pôr fim à guerra
Os Estados Unidos esperam uma resposta de Teerão nas próximas 48 horas.
"O acordo prevê que o Irão se comprometa com uma moratória no enriquecimento de urânio, os Estados Unidos concordem em levantar as sanções e libertar milhares de milhões de dólares em fundos iranianos congelados, e ambas as partes suspendam as restrições ao trânsito através do Estreito de Ormuz", afirmou o site.
"Ainda nada foi finalizado, mas as fontes indicam que as partes nunca estiveram tão perto de um acordo desde o início da guerra".
Lufthansa reduz prejuízos para 665 milhões de euros e mantém metas apesar da crise no Médio Oriente
A Lufthansa reduziu os prejuízos no primeiro trimestre e manteve as perspetivas anuais, apesar de a crise no Médio Oriente estar a agravar os custos com combustível, com um impacto adicional estimado em 1,7 mil milhões de euros. A par com a Air France-KLM, a Lufthansa está na corrida pela privatização de até 49,9 do capital da TAP.
O grupo alemão alertou que o encerramento do estreito de Ormuz está a provocar escassez no fornecimento de querosene e uma subida significativa dos preços. Ainda assim, cerca de 80% das necessidades de querosene para este ano já estão protegidas contra subidas de preços através de instrumentos financeiros de cobertura (`hedging`).
Entre janeiro e março, a Lufthansa registou um prejuízo líquido de 665 milhões de euros, abaixo das perdas de 885 milhões apuradas no mesmo período do ano passado.
A par com a Air France-KLM, a Lufthansa está na corrida pela privatização de até 49,9 do capital da TAP.
O resultado operacional ajustado (Adjusted EBIT) também melhorou, passando de 722 milhões negativos para 612 milhões de euros negativos, enquanto as receitas aumentaram 8%, para 8,7 mil milhões.
As receitas totais aumentaram 8%, para 8,7 mil milhões de euros, um novo máximo para um primeiro trimestre, que é tradicionalmente o período mais fraco do ano para as companhias aéreas devido à menor procura sazonal por viagens.
"A crise em curso no Médio Oriente, combinada com o aumento dos custos do combustível e constrangimentos operacionais, representa enormes desafios para o mundo como um todo, para o transporte aéreo global e também para a nossa empresa", afirmou o presidente executivo do Grupo, Carsten Spohr, citado em comunicado.
O gestor defendeu, contudo, que o grupo está "resiliente" e destacou a proteção contra oscilações nos preços do combustível e a presença em vários aeroportos de ligação (multi-hub), através de diferentes companhias aéreas, como fatores que dão maior flexibilidade à Lufthansa.
Nas companhias aéreas de rede, que incluem Lufthansa, Swiss, Austrian Airlines e Brussels Airlines, o prejuízo operacional ajustado melhorou em 135 milhões de euros, para 605 milhões de euros negativos.
O grupo ajustou a programação para responder ao aumento da procura, sobretudo em rotas para a Ásia e África, acrescentando voos adicionais.
Já a Eurowings retirou temporariamente do programa ligações para a região do Golfo, anteriormente em forte crescimento, e o segmento ponto-a-ponto agravou o prejuízo operacional ajustado em 14 milhões de euros, para -215 milhões.
Fora do transporte de passageiros, a Lufthansa Cargo melhorou o resultado operacional ajustado para 83 milhões de euros, face aos 62 milhões no ano anterior, beneficiando do aumento da capacidade e da subida da receita média por carga transportada (yield), em especial em março.
Já a Lufthansa Technik, empresa do grupo dedicada à manutenção e reparação de aeronaves e que prepara a abertura de uma unidade em Santa Maria da Feira, registou um resultado operacional ajustado de 158 milhões de euros, praticamente em linha com os 161 milhões do período homólogo.
A dívida líquida do grupo caiu para 5,3 mil milhões de euros no final de março, contra 6,4 mil milhões no final de 2025, enquanto a liquidez disponível se situava em 10,3 mil milhões de euros.
Apesar da melhoria dos resultados, a Lufthansa alertou que o encerramento do estreito de Ormuz está a provocar escassez no fornecimento de querosene e aumentos dos preços, criando custos adicionais estimados em 1,7 mil milhões de euros em 2026.
Ainda assim, mantém a previsão de alcançar em 2026 um resultado operacional ajustado "significativamente acima" dos 1.960 milhões de euros registados no ano anterior, apoiado na procura robusta, na otimização da rede, no desempenho da carga aérea e em medidas adicionais de controlo de custos.
Irão exige garantias da FIFA para participar na competição
"Precisamos de receber as garantias necessárias da FIFA para participar nesta competição, para que incidentes semelhantes a situações passadas não se repitam", disse MehdiTaj aos jornalistas na terça-feira à noite, segundo a agência de notícias IRNA.
O dirigente iraniano indicou que a presença do seu país no Mundial depende de uma reunião com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, que poderá ter lugar em Zurique, na Suíça, nas próximas semanas, e exigiu que o país anfitrião garanta "absoluto respeito" pela comitiva iraniana.
"Não teremos problemas em participar, desde que não haja insultos, especialmente dirigidos às instituições oficiais e militares do país", declarou Taj, numa aparente referência à Guarda Revolucionária iraniana, considerada uma organização terrorista pelos Estados Unidos.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol (FFI) afirmou que, em caso de insultos, "será dada uma resposta proporcional" e "existe a possibilidade de a equipa regressar ao país".
Taj, antigo membro da Guarda Revolucionária, recordou ainda o sucedido no Canadá, país para o qual viajou no final de abril para participar no 76.º Congresso da FIFA, mas de onde decidiu regressar ao Irão depois de ter sido insultado num escritório de imigração canadiano em Toronto.
Os meios de comunicação social canadianos, no entanto, noticiaram que Taj foi deportado devido à sua antiga filiação na força militar de elite, designada organização terrorista pelo Canadá em 2014.
A participação do Irão no Mundial continua confirmada, segundo a FIFA, embora o acesso das delegações e dos membros da equipa continue sujeito às políticas de imigração dos países anfitriões: Estados Unidos, Canadá e México.
ONU exige a libertação imediata e incondicional dos ativistas da flotilha
As Nações Unidas exigiram hoje a libertação "imediata e incondicional" dos dois ativistas detidos durante a abordagem da flotilha Global Sumud na semana passada em águas internacionais do Mar Mediterrâneo e levados para Israel.
"Israel deve libertar imediata e incondicionalmente Saif Abukeshek e Thiago Ávila, membros da Flotilha Global Sumud, que foram detidos em águas internacionais e levados para Israel, onde permanecem detidos sem acusação", disse Thameen al Kheetan, porta-voz do gabinete do Alto-Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk.
O porta-voz sublinhou que "mostrar solidariedade e tentar entregar ajuda humanitária à população palestiniana em Gaza, que dela necessita urgentemente, não é crime".
"Os relatos perturbadores dos graves maus-tratos sofridos por Abukeshek e Ávila devem ser investigados e os responsáveis levados à justiça", afirmou.
Al Kheetan pediu ainda a Israel que cesse o uso da "detenção arbitrária" e da sua legislação antiterrorista, que descreveu como "vaga", considerando-a "incompatível com o Direito Internacional dos Direitos Humanos".
"Israel deve também suspender o bloqueio a Gaza e permitir e facilitar a entrada de ajuda humanitária suficiente na Faixa de Gaza cercada", acrescentou, poucas horas antes de uma audiência num tribunal israelita para analisar o recurso apresentado pela organização Adalah contra a decisão de prolongar a detenção dos dois ativistas por seis dias, até ao próximo domingo.
Abukeshek e Ávila foram detidos na quinta-feira em águas internacionais e foram acusados de crimes de terrorismo pelas autoridades israelitas.
Os dois foram detidos juntamente com outros cerca de 170 ativistas, quando o Exército israelita intercetou cerca de metade dos navios pertencentes à Flotilha Global Sumud, a cerca de 100 quilómetros a oeste da ilha grega de Creta, em águas internacionais.
No entanto, no caso destes dois, Israel decidiu extraditá-los para o seu território para serem julgados. Os demais ativistas foram levados para a Grécia e libertados.
Abukeshek e Ávila estão em greve de fome desde a detenção e estão a ser interrogados por agentes israelitas.
Segundo a defesa, não existe qualquer ligação entre a entrega de ajuda humanitária à população civil através da flotilha, que visava quebrar o bloqueio israelita a Gaza, e uma "organização terrorista".
A defesa realçou ainda que as leis israelitas não se aplicam porque os dois ativistas foram sequestrados a mil quilómetros da costa de Gaza e não são cidadãos de Israel.
A Flotilha Global Sumud para Gaza era inicialmente composta por cerca de 50 barcos e, segundo os seus organizadores, visava quebrar o bloqueio israelita ao território palestiniano devastado pela guerra e levar ajuda humanitária, que permanece severamente restringida.
Pequim pede cessação "completa" e imediata das hostilidades
"A China acredita que uma cessação completa das hostilidades deve ser alcançada sem demora, que o retomar das hostilidades é ainda mais inaceitável e que a continuidade das negociações continua a ser essencial", disse Wang Yi, segundo um comunicado divulgado pelo gabinete.
"A China espera que as partes envolvidas respondam o mais rapidamente possível ao apelo urgente da comunidade internacional" para a retoma normal e segura do tráfego marítimo através do estreito de Ormuz, afirmou.
"Sobre a questão nuclear, a China congratula-se com o compromisso do Irão de não desenvolver armas nucleares, ao mesmo tempo que reconhece o direito legítimo do Irão à utilização pacífica da energia nuclear", acrescentou.
A China é diretamente afetada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz. Mais de metade das importações chinesas de petróleo bruto por via marítima têm origem no Médio Oriente e transitam sobretudo pelo estreito, segundo Kpler.
Pequim tem-se empenhado, de forma discreta, mas ativa, em esforços para resolver a crise. A sua diplomacia é reconhecida por ter desempenhado um papel significativo no frágil cessar-fogo acordado entre Washington e Teerão.
Empresa francesa confirmou ataque a cargueiro no estreito de Ormuz
Na sequência do ataque, membros da tripulação ficaram feridos tendo sido retirados para receberam tratamento.
Em comunicado enviado à Agência France Presse, a empresa indicou ainda que o navio ficou danificado, mas os estragos não foram especificados.
A agência britânica de segurança marítima UKTMO tinha divulgado informações sobre o navio de carga atingido por um projétil na terça-feira.
A autoria do disparo que atingiu o cargueiro não foi apurada.
Israel pede evacuação de 12 aldeias no sul do Líbano
"Para vossa segurança, devem evacuar as vossas casas imediatamente e deslocar-se pelo menos 1.000 metros para áreas abertas", escreveu Avichai Adraee, porta-voz do exército israelita em árabe, na sua conta na rede social X.
Irão cria novo organismo para gerir tráfego no estreito de Ormuz
A nova entidade, designada por Autoridade do Golfo do Estreito Pérsico (PGSA, na sigla em inglês), vai coordenar o tráfego de navios que pretendam atravessar Ormuz, informou a televisão estatal iraniana Press TV.
"Os navios devem adaptar as suas operações a esta entidade e obter uma autorização de trânsito antes de cruzar o Estreito de Ormuz", indicou o canal estatal.
A Press TV não forneceu detalhes sobre o funcionamento do organismo, além de disponibilizar um endereço de correio eletrónico para contacto.
O anúncio da criação da PGSA surge um dia depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter anunciado a suspensão do "Projeto Liberdade", que previa a escolta de navios pela armada dos Estados Unidos, à saída do Golfo Pérsico, para avaliar a possibilidade de um acordo definitivo com o Irão.
MNE chinês diz em Pequim ao homólogo iraniano que guerra é "ilegítima"
Na primeira visita do ministro iraniano à China desde o início do conflito, em fevereiro passado, o diplomata chinês afirmou que a declaração de um cessar-fogo é "necessária e inevitável", indicou a agência iraniana Tasnim.
Wang garantiu ainda que a região se encontra num "ponto de inflexão decisivo", durante o encontro, realizado uma semana antes da visita do Presidente norte‑americano, Donald Trump, à China.
Pequim tem condenado repetidamente os ataques contra o Irão e pedido um cessar‑fogo no Médio Oriente, assim como a livre navegação pelo Estreito de Ormuz, por onde transitam cerca de 45% das importações chinesas de petróleo e gás.
O Governo chinês avisou recentemente, através do seu embaixador junto das Nações Unidas, Fu Cong, que a situação em torno do Estreito de Ormuz marcaria a agenda da visita de Trump caso a via permanecesse bloqueada por Washington e Teerão.
"Estamos dispostos a continuar os nossos esforços para reduzir as tensões", explicou agora o chefe da diplomacia chinesa, sublinhando a importância de "reuniões diretas entre ambas as partes".
Aragchi valorizou a "postura firme" da China, "especialmente na condenação aos Estados Unidos e Israel", segundo a agência Tasnim.
O diplomata iraniano afirmou ainda que Pequim é "uma amiga sincera" de Teerão e declarou que, "nas atuais circunstâncias, a cooperação entre os dois países será mais sólida do que nunca".
Trump suspende operação de escolta de navios no estreito de Ormuz
"O Projeto Liberdade (a operação norte-americana para permitir a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz) será suspenso por um curto período para verificar se o acordo pode ser finalizado e assinado", escreveu na sua rede social, Truth Social. Oriana Barcelos - RTP Antena 1
O republicano indicou que tomou a decisão com base no "pedido do Paquistão e de outros países", no "enorme sucesso militar" obtido pelos EUA na guerra com o Irão e no "grande progresso alcançado rumo a um acordo completo e definitivo com os representantes do Irão".
Trump acrescentou ainda que o bloqueio norte-americano do estreito permanecerá em vigor.
c/ Lusa
Secretário da Defesa dos EUA garante que fase ofensiva "Fúria Épica" no Irão está concluída
Reforçando o argumento de Donald Trump de que não precisa da aprovação do Congresso dos Estados Unidos para continuar a guerra contra o Irão, Rubio afirma que a "Operação Fúria Épica" foi concluída.
Segundo o secretário de Estado, "o presidente dos EUA quer chegar a um acordo com o Irão sobre como o Estreito de Ormuz pode ser totalmente reaberto".
Projétil de origem desconhecida atinge navio mercante no estreito de Ormuz
A informação foi avançada pelo Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), através de um breve comunicado, noticiou a agência Europa Press.
O incidente ocorreu pelas 19:30 de terça-feira (hora de Lisboa), divulgou ainda a agência, acrescentando apenas que “as autoridades investigam o incidente”.
Num comunicado divulgado pouco depois, o UKMTO referiu que “as unidades navais dos EUA que transitavam pelo estreito de Ormuz repeliram várias ameaças”, o que, segundo a agência, “ressalta um ambiente de alto risco para a navegação mercante na área”.
A UKMTO sublinhou que o tráfego no estreito de Ormuz continua "muito reduzido" e alertou ainda que as potenciais minas dentro e à volta do estreito "continuam a representar uma ameaça".