Mundo
União Europeia apela à libertação "imediata e incondicional" de Jimmy Lai em Hong Kong
O antigo magnata dos media e ativista pró-democracia foi condenado a 20 anos de prisão por conluio com forças estrangeiras e publicação de material sedicioso.
Numa declaração divulgada nesta segunda-feira, um porta-voz do serviço diplomático da UE afirmou que a UE "deplora a severa pena de prisão" e pede a sua libertação imediata, "também tendo em consideração a idade avançada e o seu estado de saúde".
Também nesta segunda-feira, o governo britânico fez apelo idêntico.
A condenação a 20 anos de prisão é a pena mais pesada alguma vez proferida ao abrigo da Lei de Segurança Nacional, imposta por Pequim em 2020, após os protestos pró-democracia que abalaram o território em 2019.
Cooper disse estar "profundamente preocupada com a saúde" do ativista e apelou à sua libertação para que possa "reunir-se com a sua família".
A governante revelou que o caso foi abordado pelo primeiro-ministro britânico com o presidente chinês numa visita oficial recente fez à China, o que abriu caminho a um "diálogo mais intenso" entre Londres e Pequim sobre a situação de Lai.
A pesada sentença está a gerar um coro de protestos a nível internacional, com líderes ocidentais e organizações de defesa dos direitos humanos a classificaram a sentença como um ataque à liberdade de imprensa e às liberdades civis na antiga colónia britânica.
Também nesta segunda-feira, o governo britânico fez apelo idêntico.
"Estamos ao lado do povo de Hong Kong", afirmou a secretária britânica dos Negócios Estrangeiros. Yvette Cooper considerou que o processo foi "politicamente motivado" e que Jimmy Lai foi condenado por "exercer o seu direito à liberdade de expressão".
A condenação a 20 anos de prisão é a pena mais pesada alguma vez proferida ao abrigo da Lei de Segurança Nacional, imposta por Pequim em 2020, após os protestos pró-democracia que abalaram o território em 2019.
Cooper disse estar "profundamente preocupada com a saúde" do ativista e apelou à sua libertação para que possa "reunir-se com a sua família".
A governante revelou que o caso foi abordado pelo primeiro-ministro britânico com o presidente chinês numa visita oficial recente fez à China, o que abriu caminho a um "diálogo mais intenso" entre Londres e Pequim sobre a situação de Lai.
A pesada sentença está a gerar um coro de protestos a nível internacional, com líderes ocidentais e organizações de defesa dos direitos humanos a classificaram a sentença como um ataque à liberdade de imprensa e às liberdades civis na antiga colónia britânica.