Mundo
Guerra no Médio Oriente
União Europeia condena bloqueio e exige livre circulação na Cisjordânia
A União Europeia (UE) reagiu, esta sexta-feira, à decisão israelita de bloquear "totalmente" a Cisjordânia, apelando à preservação da liberdade de circulação no território.
A União Europeia “condena todos os atos de terrorismo e de violência contra civis”, adiantou Anouar El Anouni em conferência de imprensa, em Bruxelas.
O porta-voz da Comissão Europeia aproveitou a ocasião para criticar o ataque no sul da Cisjordânia que matou dois soldados israelitas e fez outros três feridos. No entanto, reforçou a importância de preservar “a liberdade de circulação na Cisjordânia”, ainda que reconhecendo as preocupações de Israel “em matéria de segurança”.
Anouar El Anouni criticou todos os projetos israelitas de expansão de colonatos na Cisjordânia e a abertura de um concurso público para construção de habitações no local, o que isolaria Jerusalém Oriental e inviabilizaria a criação de um Estado palestiniano.
“Os colonatos israelitas na Cisjordânia são ilegais à luz do Direito internacional”, frisou, defendendo que todos devem “viver em paz e segurança, dentro de fronteiras reconhecidas e estáveis”.
A resposta europeia surge logo após o anúncio do exército israelita ter iniciado "operações antiterroristas" na Cisjordânia, sob orientação de Netanyahu, que ordenou um "bloqueio imediato" e “total”, primeiro à da cidade de Hebron e, depois, a todo o território palestiniano ocupado.
"Os soldados estão a operar neste momento nas residências de terroristas e de outros suspeitos", avançou o exército israelita, em comunicado, na sequência de um ataque sobre militares israelitas na manhã desta sexta-feira.
O porta-voz da Comissão Europeia aproveitou a ocasião para criticar o ataque no sul da Cisjordânia que matou dois soldados israelitas e fez outros três feridos. No entanto, reforçou a importância de preservar “a liberdade de circulação na Cisjordânia”, ainda que reconhecendo as preocupações de Israel “em matéria de segurança”.
Anouar El Anouni criticou todos os projetos israelitas de expansão de colonatos na Cisjordânia e a abertura de um concurso público para construção de habitações no local, o que isolaria Jerusalém Oriental e inviabilizaria a criação de um Estado palestiniano.
“Os colonatos israelitas na Cisjordânia são ilegais à luz do Direito internacional”, frisou, defendendo que todos devem “viver em paz e segurança, dentro de fronteiras reconhecidas e estáveis”.
A resposta europeia surge logo após o anúncio do exército israelita ter iniciado "operações antiterroristas" na Cisjordânia, sob orientação de Netanyahu, que ordenou um "bloqueio imediato" e “total”, primeiro à da cidade de Hebron e, depois, a todo o território palestiniano ocupado.
"Os soldados estão a operar neste momento nas residências de terroristas e de outros suspeitos", avançou o exército israelita, em comunicado, na sequência de um ataque sobre militares israelitas na manhã desta sexta-feira.