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Washington ameaça com "resposta contundente" a teste nuclear da Coreia do Norte

Washington ameaça com "resposta contundente" a teste nuclear da Coreia do Norte

A subsecretária de Estado norte-americana, Wendy Sherman, agitou nas últimas horas a ameaça de uma "resposta rápida e contundente", caso o regime norte-coreano parta para novo ensaio nuclear.

RTP /
Reuters

"Qualquer teste nuclear seria uma violação completa das resoluções do Conselho de Segurança da ONU", enfatizou a adjunta de Antony Blinken, para então acrescentar que "haverá uma resposta rápida e contundente" a tal ensaio.

Wendy Sherman reuniu-se no fim de semana, em Seul, com o homólogo sul-coreano, Cho Hyun-dong. Ambos discutiram os recentes lançamentos de mísseis e o cenário de um sétimo teste nuclear de Pyongyang, como noticiou a agência Yonhap.Quanto à situação da pandemia da covid-19 na Coreia do Norte, a subsecretária de Estado dos EUA instou o líder do regime de matriz estalinista, Kim Jong-un, a concentrar esforços na resposta ao aumento das infeções, "em vez de tomar ações provocadoras, perigosas e desestabilizadoras".

Wendy Sherman ressalvou que a a Administração Biden não tem intenções hostis, sublinhando que Washington tenciona manter a pressão sobre Pyongyang para que o regime opte pela via da diplomacia.

As estruturas militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul lançaram na segunda-feira oito mísseis balísticos para águas ao largo da costa oriental da Península Coreana. Foi a resposta ao disparado, na véspera, de oito mísseis por parte da Coreia do Norte.

Segundo as Forças Armadas sul-coreanas, o lançamento visou deixar patente a capacidade de resposta a eventuais ataques norte-coreanos.

Por sua vez, o presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, afiançou que o seu Governo responderá severamente a quaisquer provocações do país vizinho: "Vamos garantir que não há uma única falha na proteção das vidas e da propriedade do nosso povo".

Num discurso em Seul, Suk-yeol disse ainda que os programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte "estão a chegar a um nível em que ameaçam não só a paz da Península coreana, como também a do nordeste asiático e do resto do mundo".

c/ agências

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