País
"A solidão dos idosos é um grave problema de saúde pública". Mais de 2 milhões e meio de portugueses têm hoje mais de 65 anos
Portugal está a envelhecer rapidamente e a solidão é cada vez maior na terceira idade. A Fundação Alegria de Viver trabalha diariamente no combate ao isolamento não desejado dos mais velhos com várias atividades em Lisboa e em Oeiras.
Fotografias: Arlinda Brandão - RTP Antena 1
No Dia Mundial da Terceira Idade que se assinala esta quarta-feira, dia 28 de outubro, procura-se compreender o que sentem os idosos em especial quando entram na reforma e deixam de sair de casa; o que pode trazer graves impactos para a saúde mental desta faixa da população portuguesa.
A Fundação Alegria de Viver desde 2022, já promoveu cerca de 900 momentos de convívio, acompanhando atualmente mais de 165 pessoas idosas, com idades entre os 61 e os 100 anos.
A repórter Arlinda Brandão foi ouvir na primeira pessoa o que sente quem é idoso, vive sozinho e sendo ameaçado todos os dias pela solidão procura formas de a ultrapassar.
A Alegria de Viver nasce de uma consciência e da vontade de participar na capacitação das comunidades, procurando a melhoria na qualidade de vida, no conforto, no bem-estar emocional das pessoas mais velhas, reduzindo a solidão não desejada, promovendo a intergeracionalidade e incentivando a motivação no dia a dia.
Pretende-se estabelecer laços, afinidades, relações, dinâmicas e rotinas, entre as várias gerações.