País
ANSR e IP assinam compromisso para reduzir mortes nas estradas em 50% até 2030
O acordo pretende reduzir pela metade o número de vítimas mortais nas estradas geridas pela Infraestruturas de Portugal até 2030. Para tal serão realizadas intervenções na estrada, colocados mais radares e reforçadas as campanhas de prevenção.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Infraestruturas de Portugal (IP) assinaram esta quarta-feira um compromisso para reduzir em pelo menos 50 por cento o número de vítimas mortais e feridos graves nas estradas portuguesas até 2030, alcançando as zero vítimas até 2050.
“Em Portugal, em 2024, morreram 618 pessoas em acidentes rodoviários e 2.626 ficaram gravemente feridas”, frisaram as entidades em comunicado.
A IP tem como meta “reduzir o número de vítimas mortais na rede sob sua gestão para menos de 133 até 2030, através do reforço do investimento em segurança rodoviária” que prevê investimentos de 224 milhões de euros.
A empresa será, assim, responsável por intervenções físicas na infraestrutura, incluindo o tratamento de travessias urbanas, a separação de sentidos de circulação em vias rurais, a eliminação de obstáculos nas bermas ou a sua proteção com guardas de segurança, assim como a implementação de guias sonoras para prevenção de despistes e a atuação em zonas de acumulação de acidentes.
Já a ANSR irá “desenvolver campanhas de sensibilização, reforçar a gestão de velocidades, avaliar a instalação de radares em locais com sinistralidade e promover o desenvolvimento de sistemas de informação e monitorização”.O acordo estará em vigor até 31 de dezembro de 2027.
O compromisso prevê ainda mecanismos de monitorização semestral e relatórios anuais de acompanhamento, garantindo a avaliação contínua da execução das medidas, refere o comunicado.
As duas entidades sublinham que “o cumprimento destas metas exige o envolvimento de todos os intervenientes, reforçando que a segurança rodoviária é uma responsabilidade partilhada”.
Este compromisso enquadra-se na segunda década de ação para a Segurança Rodoviária da ONU (2021-2030) e nas metas europeias de redução da sinistralidade, das quais a ANSR é o principal interlocutor nacional.
“Em Portugal, em 2024, morreram 618 pessoas em acidentes rodoviários e 2.626 ficaram gravemente feridas”, frisaram as entidades em comunicado.
A IP tem como meta “reduzir o número de vítimas mortais na rede sob sua gestão para menos de 133 até 2030, através do reforço do investimento em segurança rodoviária” que prevê investimentos de 224 milhões de euros.
A empresa será, assim, responsável por intervenções físicas na infraestrutura, incluindo o tratamento de travessias urbanas, a separação de sentidos de circulação em vias rurais, a eliminação de obstáculos nas bermas ou a sua proteção com guardas de segurança, assim como a implementação de guias sonoras para prevenção de despistes e a atuação em zonas de acumulação de acidentes.
Já a ANSR irá “desenvolver campanhas de sensibilização, reforçar a gestão de velocidades, avaliar a instalação de radares em locais com sinistralidade e promover o desenvolvimento de sistemas de informação e monitorização”.O acordo estará em vigor até 31 de dezembro de 2027.
O compromisso prevê ainda mecanismos de monitorização semestral e relatórios anuais de acompanhamento, garantindo a avaliação contínua da execução das medidas, refere o comunicado.
As duas entidades sublinham que “o cumprimento destas metas exige o envolvimento de todos os intervenientes, reforçando que a segurança rodoviária é uma responsabilidade partilhada”.
Este compromisso enquadra-se na segunda década de ação para a Segurança Rodoviária da ONU (2021-2030) e nas metas europeias de redução da sinistralidade, das quais a ANSR é o principal interlocutor nacional.