País
Câmara de Cascais oferece-se para suportar custos que permitam que Repartição de Finanças de Carcavelos não feche portas
Dentro de uma a duas semanas vai fechar a Repartição de Finanças de Carcavelos. É esta a indicação que tem a Câmara de Cascais.
Ouvido pela Rádio pública Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais, considera que, se avançar, essa decisão do Ministério das Finanças "é inaceitável e prejudica milhares de famílias num serviço essencial para uma população envelhecida, com muitos estrangeiros que não dominam o português".
O autarca que já escreveu uma carta à directora-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira pede ao Governo que reverta a decisão. E diz que, se é uma questão de custos, a Câmara oferece-se para os suportar, de forma a que não seja necessário o encerramento da repartição.
Esta Repartição de Finanças é considerada pela autarquia como um serviço público essencial para a população, em particular da União de Freguesias de Carcavelos e de Parede e da Freguesia de S. Domingos de Rana. Se for em frente o seu encerramento por iniciativa do Governo, segundo a Câmara de Cascais, vai ter um forte impacto negativo e será um grave prejuízo para a qualidade de vida de toda a população residente que terá de se deslocar a Cascais ou Oeiras para resolver questões fiscais básicas.
A Antena 1 enviou um pedido de esclarecimentos ao Ministério das Finanças.