País
Choque de comboios em Coimbra
Dois comboios, um Intercidades que seguia no sentido Lisboa/Porto e um comboio regional que viajava entre Coimbra/Figueira da Foz, chocaram ao início da noite na Granja do Ulmeiro, em Soure, Coimbra. O acidente fez 21 feridos ligeiros. Treze feridos foram transportados para os hospitais de Coimbra. O choque provocou um enorme número de destroços, "comboios na horizontal mas também na vertical", como descreveu a situação o jornalista da Antena 1, Pedro Ribeiro.
Na carruagem mais afetada viajava apenas uma passageira, o que foi considerado "um milagre" por testemunhas presentes no local, pois se estivesse mais cheia o embate poderia ter resultado em mortes.
O comboio regional estava quase vazio, com apenas cinco passageiros.
Duas horas depois do acidente, alguns destroços estavam já a ser removidos, entre chuva intensa. A linha do norte está cortada e prossegue ainda uma busca secundária nas carruagens mais atingidas, estando ainda presentes meios de desencarceramento, para qualquer eventualidade.
O comboio Intercidades "abalroou" o comboio regional que estava parado na estação de Alfarelos, Coimbra cerca das 21h20, confirmou o reporter da RTP Manuel Portugal a partir do local, após falar com os bombeiros e a GNR..
A colisão poderá ter tido origem no roubo de cabos. O Intercidades poderá também não ter conseguido travar, devido a lixo e humidade nas linhas na consequência do temporal do fim de semana, tendo escorregado ao longo dos carris até embater no regional.
O Comandante Carlos Luís dos Bombeiros de Soure afirmou que "na Granja do Ulmeiro há luz" pelo que, as causas do acidente, que serão apuradas pela Refer, não deverão dever-se à falta de energia.
Uma passageira que estava no Intercidades que seguia para o Porto falou à RTP quando estava a ser transportada para o Hospital de Coimbra, imobilizada numa âmbulância.
Patrícia Lousinha referiu que a carruagem em que viajava estava "muito cheia", e que os passageiros ficaram presos na carruagem devido às portas bloqueadas após o choque.
Quando foi retirada da carruagem em que seguia, Patrícia viu "feridos" e destroços a toda a volta e uma composição, perto, como um "bocado de papel, embrulhado".
O comboio "embateu em algo", afirma a passageira que não sentiu nenhuma travagem.

Outra testemunha, Mariana Carrilho, moradora próxima do local onde se deu o acidente, afirma que, ainda antes de surgirem os serviços de urgência viu pessoas a sair das carruagens sem problemas e um "senhor a tentar partir um vidro", para ajudar uma pessoa que estava fechada dentro de uma carruagem. "Sem sucesso", o vidro só partiu depois da chegada dos bombeiros.
"Aqui é uma zona onde há mudança de linhas" e houve quem achasse "estranho estar a demorar tanto tempo a mudança de linhas," acrescentou Mariana entrevistada por Cristina Esteves no Grande Jornal da RTP.

De acordo com esta testemunha, foi o comboio Intercidades que colidiu com a composição regional, que estava parada à espera do realinhamento dos carris.
As autoridades chegaram rapidamente ao local, afirmou ainda outra testemunha, Rui Roque.
Foram mobilizadas 41 viaturas de bombeiros para acorrer ao acidente. O principal trabalho vai ser a remoção dos destroços.
O comboio regional estava quase vazio, com apenas cinco passageiros.
Duas horas depois do acidente, alguns destroços estavam já a ser removidos, entre chuva intensa. A linha do norte está cortada e prossegue ainda uma busca secundária nas carruagens mais atingidas, estando ainda presentes meios de desencarceramento, para qualquer eventualidade.
O comboio Intercidades "abalroou" o comboio regional que estava parado na estação de Alfarelos, Coimbra cerca das 21h20, confirmou o reporter da RTP Manuel Portugal a partir do local, após falar com os bombeiros e a GNR..
A colisão poderá ter tido origem no roubo de cabos. O Intercidades poderá também não ter conseguido travar, devido a lixo e humidade nas linhas na consequência do temporal do fim de semana, tendo escorregado ao longo dos carris até embater no regional.
O Comandante Carlos Luís dos Bombeiros de Soure afirmou que "na Granja do Ulmeiro há luz" pelo que, as causas do acidente, que serão apuradas pela Refer, não deverão dever-se à falta de energia.
Uma passageira que estava no Intercidades que seguia para o Porto falou à RTP quando estava a ser transportada para o Hospital de Coimbra, imobilizada numa âmbulância.
Patrícia Lousinha referiu que a carruagem em que viajava estava "muito cheia", e que os passageiros ficaram presos na carruagem devido às portas bloqueadas após o choque.
Quando foi retirada da carruagem em que seguia, Patrícia viu "feridos" e destroços a toda a volta e uma composição, perto, como um "bocado de papel, embrulhado".
O comboio "embateu em algo", afirma a passageira que não sentiu nenhuma travagem.
Outra testemunha, Mariana Carrilho, moradora próxima do local onde se deu o acidente, afirma que, ainda antes de surgirem os serviços de urgência viu pessoas a sair das carruagens sem problemas e um "senhor a tentar partir um vidro", para ajudar uma pessoa que estava fechada dentro de uma carruagem. "Sem sucesso", o vidro só partiu depois da chegada dos bombeiros.
"Aqui é uma zona onde há mudança de linhas" e houve quem achasse "estranho estar a demorar tanto tempo a mudança de linhas," acrescentou Mariana entrevistada por Cristina Esteves no Grande Jornal da RTP.
De acordo com esta testemunha, foi o comboio Intercidades que colidiu com a composição regional, que estava parada à espera do realinhamento dos carris.
As autoridades chegaram rapidamente ao local, afirmou ainda outra testemunha, Rui Roque.
Foram mobilizadas 41 viaturas de bombeiros para acorrer ao acidente. O principal trabalho vai ser a remoção dos destroços.