Chuva intensa, persistente e vento forte até quarta-feira. Proteção Civil alerta para risco de inundações

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Chuva intensa, persistente e vento forte até quarta-feira. Proteção Civil alerta para risco de inundações

Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga vão estar durante o dia de terça-feira em aviso laranja devido à chuva "persistente e por vezes forte" até às 18h00, adiantou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. A Proteção Civil alerta para o risco de inundações, já que o leito dos rios está no máximo da capacidade.

Inês Moreira Santos, Ana Sofia Rodrigues - RTP /

Estela Silva - Lusa

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RTP /

Margens de Porto e Gaia podem ser inundadas novamente

A capitania do Douro refere que o caudal do rio está estável, mas as margens de Porto e Gaia podem ser inundadas esta semana. A preocupação mantém-se.
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RTP /

Ereira continua isolada mas água do rio já começou a descer

A aldeia de Ereira, em Montemor-o-Velho, continua isolada e a população depende dos bombeiros para se deslocar numa pequena embarcação.

Há, contudo, uma boa notícia: já está a funcionar a bomba que pode ajudar a reduzir o nível do rio.
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RTP /

Rio Sorraia a descer em Coruche

Em Coruche, o rio Sorraia está a descer mas ainda ameaça as zonas ribeirinhas de cheias. Os campos agrícolas estão todos alagados.
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RTP /

Chuva intensa em Ponte de Lima

A chuva mais intensa já chegou a Ponte de Lima. Apesar do risco de cheias na região, o rio Lima já teve um caudal superior. A situação está, contudo, a agravar-se ao longo da manhã. O que pode levar a aumentar o caudal do rio e a provocar novas inundações.
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RTP /

Mau tempo. Gouveia e Melo considera que MAI deveria pedir exoneração, entre críticas ao "improviso"

O ex-candidato à Presidência da República considera que o Governo falhou na organização da resposta às populações afetadas pelo mau tempo, realçando que a ministra da Administração Interna deveria pedir a exoneração. Defende uma estrutura de missão e uma espécie de "Plano Marshall" regional.

José Sena Goulão - Lusa

Num artigo de opinião publicado esta terça-feira no jornal Público, intitulado "Estado do improviso", Henrique Gouveia e Melo diz que "houve falhas no planeamento, no aviso antecipado, nos alertas claros à população, na comunicação do perigo e no aconselhamento prático do que deveria ser feito".

O ex-chefe do Estado-Maior da Armada considera que o "Estado falhou" e que o "Governo é, perante os cidadãos, responsável pela resposta do Estado e terá, necessariamente, de tirar consequências políticas do que aconteceu".

"O primeiro-ministro deve refletir se, perante a evidente falta de preparação e capacidade da ministra da Administração Interna, esta tem condições para permanecer no lugar. Parecer-me-ia adequado que a senhora ministra pedisse, por sua própria iniciativa, a sua exoneração -- a bem do Governo e do país", sublinhou.

"Portugal deve abandonar lógicas corporativas dentro do Estado e atribuir funções às entidades com mais preparação e capacidade para agir em desastres e crises”, advoga.

"A Proteção Civil tem de ser remodelada de alto a baixo: deve ser fortemente profissionalizada, liberta de clientelas políticas e verdadeiramente capacitada", disse, lembrando que num outro artigo, no verão passado, propôs a criação, nas Forças Armadas, de uma grande unidade, ou mesmo um novo ramo, dedicado à proteção civil".

Na opinião de Gouveia e Melo, o primeiro-ministro tem de criar uma 'task force', ou uma Estrutura de Missão, mas na sua dependência direta, para colocar todos os ministérios a trabalhar de forma efetivamente coordenada, com unidade de propósito e comando.

"As tarefas de organização, coordenação, comunicação e liderança devem estar sob a dependência direta dessa estrutura de crise. Deve ser criada uma estrutura logística de apoio, com um nível central de coordenação e concentração, que alimente postos desconcentrados de resposta junto das populações afetadas", disse.

Gouveia e Melo considerou, entre outros, que devem ser acionados todos os mecanismos de solidariedade e financiamento comunitário, produzida legislação adequadas para responder às consequências negativas das tempestades.

"Devemos criar um 'Plano Marshall' regional e localizado, que recupere e desenvolva ", disse.


Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


c/Lusa
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RTP /

Muitas zonas ainda inundadas na Ribeira de Santarém

A Ribeira de Santarém ainda está inundada, apesar de o rio estar a descer.
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RTP /

Muita chuva em Amarante. Caudal do rio Tâmega deve voltar a subir

Em Amarante está a chover com muita intensidade. Começou na madrugada desta terça-feira e prevê-se que se prolongue até quarta-feira. Ainda assim, a cota do rio Tâmega já desceu, comparativamente aos últimos dias. 
Todas as barragens, tanto do Tâmega como do Douro, estiveram a debitar na segunda-feira para ter capacidade de armazenamento para a chuva prevista para as próximas horas. 

Com os solos saturados e a chuva persistente, o caudal do rio deve voltar a subir.
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Momento-Chave
RTP /

35 mil clientes da E-Redes ainda sem energia

Há um total de 35 mil clientes da E-Redes, em Portugal continental, que continua sem abastecimento de energia elétrica devido aos danos provocados pelo mau tempo na rede de distribuição, desde 28 de janeiro. A empresa indicou que, pelas 8h00 desta terça-feira, "tinha por alimentar 41 mil clientes, sendo que nas zonas mais críticas, as avarias decorrentes da depressão Kristin totalizam 35 mil clientes". 

Leiria é o distrito mais afetado com 26 mil clientes sem energia, seguido de Santarém com seis mil clientes, Castelo Branco com dois mil e Coimbra mil.

C/Lusa
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RTP /

Avintes alagado. Caudal do rio Douro continua a subir

Em Avintes, o caudal do rio subiu cerca de três metros. Há casas e estabelecimentos completamente alagados. Com o agravamento do tempo e a chuva forte esperada para os próximos dias na região norte do país, o rio continua a subir e a alagar as zonas ribeirinhas.
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RTP /

Município de Chaves ativou plano de emergência

Chaves ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, devido ao risco cheias e inundações. O caudal do rio Tâmega galgou as margens e atingiu zonas agrícolas e alguns equipamentos públicos. A situação poderá agravar-se.
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Momento-Chave
RTP /

Caudal do Douro está estável mas água deve inundar margens esta semana

A situação no rio Douro "está equilibrada", mas segundo o comandante adjunto da Capitania do Douro estima-se que a água volte à margem esta semana.
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Antena 1 /

Ordem dos Engenheiros apoia vistoria às infraestruturas rodoviárias e pontes

O bastonário da Ordem dos Engenheiros concorda com a iniciativa do Governo em mandar vistoriar a todas as obras de arte e infraestruturas críticas do país. “Quando se tratar de vidas de pessoas é perfeitamente aceitável”, refere Fernando de Almeida Santos.

Foto: Luís Forra - Lusa

Contudo, o bastonário acredita não haver motivo para alarme, já que as principais infraestruturas do país têm vistorias regulares.

Uma medida anunciada pelo Governo, devido aos vários incidentes que têm ocorrido no país devido ao mau tempo.

Relativamente ao prazo para a vistoria, Fernando de Almeida Santos diz que depende de quantos locais forem visitados, e do material disponível.

O bastonário da Ordem dos Engenheiros sugere que haja, para precaver catástrofes, um orçamento para vistorias e obras.

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RTP /

Parlamento Europeu debate fenómenos meteorológicos extremos

O Parlamento Europeu debate os fenómenos meteorológicos extremos que têm atingido nas últimas semanas vários países da União Europeia (UE), nomeadamente Portugal.

A assembleia europeia pretende discutir a necessidade de reforçar os mecanismos de preparação, prontidão e solidariedade da UE, na sequência dos recentes fenómenos meteorológicos extremos que afetaram também Espanha, sul de Itália, Malta e Grécia, provocando inundações, deslizamentos de terra e as ondas mais altas já registadas no Mediterrâneo.

Os eurodeputados vão questionar representantes da Comissão Europeia sobre a ação da UE para prevenir e preparar-se para as catástrofes naturais. 

Em março de 2025, o executivo comunitário apresentou a Estratégia da UE para a União da Preparação, para apoiar os países do bloco afetados através do reforço da proteção civil e do financiamento.



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Momento-Chave
RTP /

Circulação ferroviária continua condicionada nas linhas do Norte, Cascais e Douro

No Oeste e urbanos de Coimbra a circulação está suspensa

O mais recente balanço da CP dá conta que na linha do norte os serviços de longo curso decorrem de forma parcial e os serviços regionais realizam-se entre Entroncamento e Soure e entre Tomar e Lisboa. 

Quanto à linha de Cascais, os comboios circulam com alterações nos horários. 

Na linha do Douro, a circulação está suspensa entre a Régua e Pocinho.
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Momento-Chave
RTP /

Proteção Civil alerta para inundações

O quadro meteorológico de chuva intensa, vento forte, agitação marítima e queda de neve em Portugal continental deverá manter-se até quarta-feira, indicou a Proteção Civil, alertando para um aumento das inundações, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

"Os nossos rios, neste momento, estão no limite da capacidade e, portanto, é natural que com esta precipitação haja, novamente, um aumento da gravidade das inundações um pouco por todo o país, nomeadamente na zona Norte e Centro", afirmou o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre.

Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga vão estar durante o dia de terça-feira em aviso laranja devido à chuva "persistente e por vezes forte", adiantou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). 

Este aviso é válido entre as 06h00 e as 18h00 e estes distritos entram em aviso amarelo a partir das 00h00 de terça-feira.

Durante o mesmo período Bragança, Guarda, Setúbal, Santarém, Castelo Branco e Coimbra estarão sob aviso amarelo.

A chuva persistente vai continuar a atingir, nos próximos dias, o continente, sobretudo no Norte e Centro, zonas onde já se verifica um excesso de acumulação de água devido ao mau tempo.

A depressão Marta já deixou o território português e deslocou-se para Leste, mas o território do continente continua a ser influenciado por outras depressões que se estão a formar mais a Norte no Atlântico e será ainda atravessado por ondulações frontais que estão associadas a essas depressões, explicou a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Alexandra Fonseca.
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RTP /

"Parece que estão a brincar". Vigília em Leiria pelas vítimas do mau tempo com críticas ao Governo

Parte do concelho de Leiria permanece sem energia e a população sente-se revoltada. Esta noite, centenas de pessoas juntaram-se na cidade para prestar homenagem às vítimas mortais do mau tempo, levando a cabo um minuto de silêncio e segurando velas.

Foto: Paulo Cunha - Lusa

"O nosso país está a passar por uma situação de catástrofe e os nossos governantes parece que estão completamente alheados a esta realidade. Não há respostas que sejam suficientes para a população", disse à RTP

"A cada comentário que tecem, parece que estão a brincar e que não têm vergonha absolutamente nenhuma nem respeito pelo povo português"

Esta habitante destacou os casos de pessoas na Marinha Grande a passar dificuldades extremas, assim como idosos em toda a região que estão isolados.

No cartaz que segurava lia-se a frase: "Condolências aos governantes que não evitaram a trágica consequência de perderem a decência".

O presidente da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes, participou nesta vigília do movimento Reerguer Leiria.
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RTP /

Montemor-o-Velho. Freguesia da Ereira está isolada há sete dias

A população tem de atravessar o rio de barco para ir buscar medicamentos ou comida.

Nas últimas horas, a água baixou alguns centímetros, mas poderá voltar a subir.
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RTP /

Valada do Ribatejo continua isolada

De Valada do Ribatejo só se consegue entrar ou sair de barco. Os moradores não se mostram preocupados, mas criticam a falta de manutenção dos diques em redor da aldeia.

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RTP /

Arruda dos Vinhos pede ao Governo que decrete situação de calamidade

Quase todas as estradas do concelho estão destruídas e há já casas a colapsar.

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