País
Cinco meses depois. Habitantes de Oliveira do Hospital não receberam apoios
O fogo que começou, em meados do mês de agosto, em Arganil e se estendeu à Lousã e a Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, tornou-se no maior incêndio alguma vez registado em Portugal, com mais de 64 mil hectares ardidos.
O fogo, que andou ainda pelos concelhos de Pampilhosa da Serra e Seia, consumiu uma dezena de casas de primeira habitação e provocou grandes perdas agrícolas e pecuárias.
Cinco meses depois, em Oliveira do Hospital há pessoas que continuam sem casa e poucos receberam os apoios financeiros anunciados pelo governo.
O presidente da Câmara, ouvido pela Antena 1, pede mais técnicos no terreno para acelerar a validação das ajudas. Diana Craveiro – Antena 1
O incêndio começou no concelho vizinho de Arganil, na aldeia do Piódão, entre 13 e 14 de agosto de 2025, e alastrou-se a várias freguesias de Oliveira do Hospital, em particular entre os dias 13 e 18 de agosto.
Aproximadamente cinco mil hectares foram consumidos pelas chamas dentro do concelho de Oliveira do Hospital.
Cinco habitações, em Avô, Vila Pouca de Aguiar e Aldeia das Dez, foram total ou parcialmente destruídas.
Foi levado a cabo um levantamento exaustivo de prejuízos, identificando cerca de 900 lesados (pessoas singulares e dez empresas), com apoio logístico e divulgação de apoios públicos.
Cinco meses depois, em Oliveira do Hospital há pessoas que continuam sem casa e poucos receberam os apoios financeiros anunciados pelo governo.
O presidente da Câmara, ouvido pela Antena 1, pede mais técnicos no terreno para acelerar a validação das ajudas. Diana Craveiro – Antena 1
O incêndio começou no concelho vizinho de Arganil, na aldeia do Piódão, entre 13 e 14 de agosto de 2025, e alastrou-se a várias freguesias de Oliveira do Hospital, em particular entre os dias 13 e 18 de agosto.
Aproximadamente cinco mil hectares foram consumidos pelas chamas dentro do concelho de Oliveira do Hospital.
Cinco habitações, em Avô, Vila Pouca de Aguiar e Aldeia das Dez, foram total ou parcialmente destruídas.
Foi levado a cabo um levantamento exaustivo de prejuízos, identificando cerca de 900 lesados (pessoas singulares e dez empresas), com apoio logístico e divulgação de apoios públicos.