País
Com tempestade Kristin no caminho. Força Aérea Portuguesa resgata velejador à deriva no Mediterrâneo
À deriva há 12 dias, o navegador já teria sido alvo de “operações de busca e salvamento pelas autoridades espanholas, sem sucesso”.
A Força Aérea Portuguesa detetou um velejador que se encontrava à deriva no Mediterrâneo há 12 dias. Foi encontrado num veleiro durante uma missão de patrulhamento de rotina, a 27 de janeiro, antes da chegada da tempestade Kristin.
Em comunicado, a Força Aérea revela que a operação de resgate ocorreu após a tripulação “ultrapassar a frente térmica” e ter avistado “um veleiro à deriva, com o navegante a acenar por socorro, vindo posteriormente a confirmar-se que se encontrava naquela situação há cerca de 12 dias”.
Em comunicado, a Força Aérea revela que a operação de resgate ocorreu após a tripulação “ultrapassar a frente térmica” e ter avistado “um veleiro à deriva, com o navegante a acenar por socorro, vindo posteriormente a confirmar-se que se encontrava naquela situação há cerca de 12 dias”.
O navegador teria já sido alvo de “operações de busca e salvamento pelas autoridades espanholas, sem sucesso”.
A ocorrência foi reportada ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) nacional, “que estabeleceu articulação com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) da Argélia”, e assegurou a coordenação da missão de resgate em águas internacionais.
O resgate foi feito cerca de duas horas antes de o veleiro entrar no perímetro da tempestade Kristin, que assolou Portugal na semana passada.
A ocorrência foi reportada ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC) nacional, “que estabeleceu articulação com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) da Argélia”, e assegurou a coordenação da missão de resgate em águas internacionais.
O resgate foi feito cerca de duas horas antes de o veleiro entrar no perímetro da tempestade Kristin, que assolou Portugal na semana passada.
O tripulante foi transportado para o navio mercante MV Thor Confidence, que se encontrava perto do local, e que, “após contacto, foi encaminhado pela aeronave [da Força Aérea] até ao veleiro”, que se manteve na área “a apoiar e a monitorizar toda a operação até ser confirmada a recuperação bem-sucedida e em segurança do navegante”.