País
Corpo de engenheiro português descoberto em Berlim
O corpo do português Afonso Tiago foi encontrado hoje pela polícia de Berlim no rio Spree. O engenheiro estava desaparecido desde 10 de Janeiro.
O corpo foi encontrado por um barco onde estavam agentes da polícia local à procura de Afonso Tiago. "Eles viram algo a flutuar, a princípio não conseguiram identificar o que era mas depois viram que se tratava de um corpo, que foi entretanto retirado da água por outro barco da polícia", disse à Agência Lusa o porta-voz da Polícia de Berlim.
De acordo com as autoridades a "identificação foi relativamente rápida graças aos documentos que trazia consigo e ao vestuário".
As causas da morte são ainda desconhecidas. O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal "para excluir a possibilidade de ter havido culpa alheia ou se ter tratado de um crime", informou a polícia daquela cidade alemã.
A autópsia, realizada em Berlim, deve "estar concluida terça ou quarta-feira", acrescenta.
Os polícias que encontraram Afonso Tiago indicaram que o português "não apresentava sinais de violência".
Quem era Afonso Tiago
Afonso Tiago era natural de Oliveira de Azeméis, tinha 27 anos e estava na capital alemã há seis meses como investigador na Active Space Technologies.
Na noite em que desapareceu tinha saido com um grupo de amigos dos quais se separou já na madrugada do dia 10 de Janeiro dizendo que ia para casa, onde nunca chegou e não voltou a ser visto desde então.
O desaparecimento de Afonso Tiago foi amplamente divulgado e até o próprio Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, fez recentemente referência ao caso durante a sua visita à Alemanha.
O chefe de Estado dizia que as autoridades alemãs incluíam o caso do desaparecimento de Afonso Tiago na categoria de casos que designam como "bruxedo", ou seja, algo "que não conseguem explicar". (ouvir áudio)
"Consideram o caso muito anormal. Fiquei a saber que o incluem numa categoria de casos a que atribuem a designação de 'bruxedo', isto é, qualquer coisa que não conseguem explicar", afirmou Cavaco Silva na altura aos jornalistas em Berlim.
Até hoje as autoridades alemãs continuavam sem pistas quanto ao desaparecimento do português, mas não havia indícios nenhuns de que tivesse havido um crime.
A família e os amigos de Afonso Tiago colocaram milhares de cartazes e distribuíram folhetos em Berlim com a fotografia do jovem para tentar obter informações sobre o seu paradeiro, até hoje sem resultados, dia em que o corpo do engenheiro foi finalmente descoberto no fundo do rio Spree.
De acordo com as autoridades a "identificação foi relativamente rápida graças aos documentos que trazia consigo e ao vestuário".
As causas da morte são ainda desconhecidas. O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal "para excluir a possibilidade de ter havido culpa alheia ou se ter tratado de um crime", informou a polícia daquela cidade alemã.
A autópsia, realizada em Berlim, deve "estar concluida terça ou quarta-feira", acrescenta.
Os polícias que encontraram Afonso Tiago indicaram que o português "não apresentava sinais de violência".
Quem era Afonso Tiago
Afonso Tiago era natural de Oliveira de Azeméis, tinha 27 anos e estava na capital alemã há seis meses como investigador na Active Space Technologies.
Na noite em que desapareceu tinha saido com um grupo de amigos dos quais se separou já na madrugada do dia 10 de Janeiro dizendo que ia para casa, onde nunca chegou e não voltou a ser visto desde então.
O desaparecimento de Afonso Tiago foi amplamente divulgado e até o próprio Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, fez recentemente referência ao caso durante a sua visita à Alemanha.
O chefe de Estado dizia que as autoridades alemãs incluíam o caso do desaparecimento de Afonso Tiago na categoria de casos que designam como "bruxedo", ou seja, algo "que não conseguem explicar". (ouvir áudio)
"Consideram o caso muito anormal. Fiquei a saber que o incluem numa categoria de casos a que atribuem a designação de 'bruxedo', isto é, qualquer coisa que não conseguem explicar", afirmou Cavaco Silva na altura aos jornalistas em Berlim.
Até hoje as autoridades alemãs continuavam sem pistas quanto ao desaparecimento do português, mas não havia indícios nenhuns de que tivesse havido um crime.
A família e os amigos de Afonso Tiago colocaram milhares de cartazes e distribuíram folhetos em Berlim com a fotografia do jovem para tentar obter informações sobre o seu paradeiro, até hoje sem resultados, dia em que o corpo do engenheiro foi finalmente descoberto no fundo do rio Spree.