País
Detidos na "Operação Imergente" presentes hoje a tribunal
Os quatro detidos na operação da PJ em várias juntas de freguesia, Câmaras Municipais e na sede do PS vão ser esta sexta-feira presentes a tribunal. Um dos detidos é assessor de José Luís Carneiro. Há 37 arguidos no processo.
Em causa estão crimes de prevaricação, participação económica em negocio, peculato, abuso de poder e burla qualificada.
Foram detidos Duarte Moral, um dos assessores de José Luís Carneiro, e a mulher, Rute Reimão.
O PS afirma que o partido "não é visado" e que as diligências são relacionadas com atividade de "um dos seus trabalhadores".
Junta de Freguesia de Santa Maria Maior garante que buscas não visam o atual Executivo
A Polícia Judiciário encetou buscas em várias juntas de freguesia, entre elas a de Santa Maria Maior, no coração de Lisboa. Em comunicado, a junta “esclarece que a investigação em apreço versa sobre acontecimentos que reportam a mandatos anteriores, pelo que não está em causa a conduta ou práticas do atual Executivo”.
Miguel Coelho, um dos visados na investigação, já suspendeu o mandato de deputado municipal. Esteve vários anos à frente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Em comunicado, Miguel Coelho explica que se afasta para não afetar o normal funcionamento da Assembleia Municipal e para não condicionar o grupo municipal do PS.
A investigação centra-se em contratos com autarquias. Há suspeitas da adjudicação de contratos por autarquias cujo valor global pode chegar aos dois milhões de euros.
Em comunicado, o Ministério Público explica ainda que dois suspeitos terão obtido um alegado recebimento indevido de quantias por parte de um partido politico.
Neste momento são apenas quatro os detidos que se encontram na Polícia Judiciária, em Lisboa. Filipa Laborinho, antiga vereadora da câmara de Oeiras, foi detida por posse ilegal de arma e foi entretanto libertada.
O PS afirma que o partido "não é visado" e que as diligências são relacionadas com atividade de "um dos seus trabalhadores".
Junta de Freguesia de Santa Maria Maior garante que buscas não visam o atual Executivo
A Polícia Judiciário encetou buscas em várias juntas de freguesia, entre elas a de Santa Maria Maior, no coração de Lisboa. Em comunicado, a junta “esclarece que a investigação em apreço versa sobre acontecimentos que reportam a mandatos anteriores, pelo que não está em causa a conduta ou práticas do atual Executivo”.
A entidade afirma que é totalmente cooperante com a investigação e que “caberá à justiça o apuramento dos factos e das responsabilidades”, garantindo, no entanto, que a junta “terá sempre uma posição de absoluta abertura e cooperação com as entidades atuantes”.
Em comunicado, Miguel Coelho explica que se afasta para não afetar o normal funcionamento da Assembleia Municipal e para não condicionar o grupo municipal do PS.
O PS na Assembleia Municipal de Lisboa elogia a decisão e pede respeito pela presunção de inocência de Miguel Coelho.
Em comunicado, o Ministério Público explica ainda que dois suspeitos terão obtido um alegado recebimento indevido de quantias por parte de um partido politico.