País
Epicentro em Alenquer. Sismo de magnitude 4.1 sentido em Lisboa
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera situa o epicentro em Alenquer e calcula a magnitude em 4.1 na escala de Richter.
Foi sentido, ao início da tarde desta quinta-feira, um sismo em Lisboa, cujo epicentro foi localizado em Alenquer.

O abalo foi “bastante sentido pela maioria da população próxima da zona epicentral”, com uma intensidade em termos de Mercalli entre IV/V”.A intensidade IV-V na escala de Mercallli modificada significa que o sismo é considerado de moderado a forte, implicando que tenha sido sentido dentro de casa, com objetos pendurados a oscilar e vibração nas janelas e portas.
Foi ainda sentido com menor intensidade nos concelhos de Montemor-o-Novo (Évora), Peniche (Leiria), Alenquer, Lisboa, Sintra, Torres Vedras, Vila Franca de Xira (Lisboa), Benavente (Santarém), Almada e Barreiro (Setúbal), segundo o IPMA.
Segundo Fernando Carrilho, “não é expectável” que o abalo tenha causado danos. “Um sismo com essas características, com esta magnitude, com esta profundidade, não é expectável que provoque danos. É expectável que seja bastante sentido”.
“O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que no dia 19-02-2026 pelas 12h14 (hora local) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente um sismo de magnitude 4.1 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de quatro quilómetros a Oeste-Noroeste de Alenquer”, lê-se numa nota do IPMA.
Fonte: IPMA
Dois minutos depois foi registada uma réplica da mesma magnitude.
Fernando Carilho, do IPMA, diz que o sismo foi “bastante sentido” pela maioria da população.
Fernando Carrilho explicou ainda que a profundidade foi “inicialmente estimada entre 14 e 15 quilómetros”.
O abalo foi “bastante sentido pela maioria da população próxima da zona epicentral”, com uma intensidade em termos de Mercalli entre IV/V”.A intensidade IV-V na escala de Mercallli modificada significa que o sismo é considerado de moderado a forte, implicando que tenha sido sentido dentro de casa, com objetos pendurados a oscilar e vibração nas janelas e portas.
Foi ainda sentido com menor intensidade nos concelhos de Montemor-o-Novo (Évora), Peniche (Leiria), Alenquer, Lisboa, Sintra, Torres Vedras, Vila Franca de Xira (Lisboa), Benavente (Santarém), Almada e Barreiro (Setúbal), segundo o IPMA.
Segundo Fernando Carrilho, “não é expectável” que o abalo tenha causado danos. “Um sismo com essas características, com esta magnitude, com esta profundidade, não é expectável que provoque danos. É expectável que seja bastante sentido”.
Até ao momento não há registo de danos pessoais ou materiais, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
Em comunicado, a ANEPC “apela à população para cuidados redobrados nas zonas já anteriormente afetadas por movimentos de massa e instabilidade de estruturas devido aos fenómenos recentes de meteorologia adversa”.
Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude (energia libertada) como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).
A escala de Mercalli modificada classifica os sismos de I a XII, segundo a dimensão do que foi sentido: impercetível (I), muito fraco a fraco (II-III), moderado a forte (IV-V), bastante forte (VI), muito forte a ruinoso (VII-VIII), desastroso a destruidor (IX-X) e catastrófico a danos quase totais (XI-XII).
A escala de Mercalli modificada classifica os sismos de I a XII, segundo a dimensão do que foi sentido: impercetível (I), muito fraco a fraco (II-III), moderado a forte (IV-V), bastante forte (VI), muito forte a ruinoso (VII-VIII), desastroso a destruidor (IX-X) e catastrófico a danos quase totais (XI-XII).