País
Este é o momento de agir e não de desistir
José Sócrates garante que este é o momento para o Estado dar um sinal claro à economia. Numa entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, o primeiro-ministro diz que vão avançar as grandes obras públicas, apesar da crise financeira que afecta tudo e todos.
José Sócrates garantiu, na primeira parte da entrevista que hoje foi publicada no matutino da capital, que o Governo aposta na defesa das pessoas e das pequenas e médias empresas, verdadeiros motores da economia nacional.
Foi com essa ideia que na passada quinta-feira foi publicada a portaria que permite dar as anunciadas e decididas na União Europeia, garantias às instituições bancárias.
“Mas quero recordar o seguinte: nós ainda não demos nenhuma garantia a nenhum banco. Temos apenas definido o quadro em que vamos dar essas garantias. Esse quadro está disponível, temos a autorização para o fazer por parte da Assembleia da República. Agora os bancos terão, digamos assim, de negociar com o Estado essa possibilidade. E essas condições das garantias serão definidas nas condições de mercado, claro está. Os bancos pagarão por essa garantia. No fundo, são todos os portugueses que estão a dar garantias aos bancos nacionais por forma a que eles se financiem internacionalmente e obtenham os recursos financeiros que são indispensáveis para financiar a nossa economia”, explicou o chefe de Governo.
José Sócrates deixou um recado aos Bancos dizendo que o Governo vai estar atento à forma como as instituições bancárias vão aplicar essas garantias.
“Estas garantias são orientadas para os novos créditos e aí há uma vigilância permanente por parte do Banco de Portugal, que tem hoje uma monitorização e uma supervisão muito detalhada ao nível da evolução do crédito, quer concedido a particulares quer concedido a empresas. O que nós pretendemos com estas garantias aos bancos é assegurar que os volumes de crédito concedidos no passado não evoluem negativamente. Continuamos a dar o mesmo crédito. E porquê? Por uma razão muito simples: precisamos desse dinheiro para continuar a financiar quer o investimento empresarial quer o investimento das famílias”, explicou Sócrates aos jornalistas João Marcelino e Paulo Baldaia.
Este é o momento de o Estado dar um sinal à economia
José Sócrates continua a defender a absoluta necessidade de continuar os investimentos públicos nas grandes obras.
“É muito importante dizer isto: nestas alturas de grandes dificuldades económicas, de crise financeira internacional com consequências nas economias nacionais, este é o momento para agir, para o Estado avançar”, afirmou o primeiro-ministro.
“Estes são tempos difíceis que exigem que se faça alguma coisa, e não que se desista de fazer. Este é o momento para o Estado se afirmar e dar um primeiro sinal de quem quer contrariar essa situação económica. É por isso que se havia razões para não desistirmos daquilo que é a modernização infra-estrutural do nosso país, agora muito menos razões há. Pelo contrário, há mais razões económicas para que todas as obras públicas de modernização infra-estrutural do nosso país se façam, porque não servirão apenas para melhorar a competitividade do País mas servirão também para no curto prazo garantir que mais gente tem emprego e que mais empresas têm condições para se afirmar na economia”, acrescentou o líder socialista contrapondo assim a sua à opinião da oposição parlamentar que tem criticado o Governo por querer continuar com as grandes obras públicas em tempos de crise internacional.
Questionado concretamente quanto à construção das auto-estradas, das barragens, do TGV e do novo aeroporto de Lisboa, o primeiro-ministro garantiu que “não só vão seguir porque o País precisa dessa modernização para melhorar a sua qualidade de vida e a competitividade da economia - nenhum país desiste de modernizar permanentemente as suas infra-estruturas -, como agora há mais razão para o fazer”.
Foi com essa ideia que na passada quinta-feira foi publicada a portaria que permite dar as anunciadas e decididas na União Europeia, garantias às instituições bancárias.
“Mas quero recordar o seguinte: nós ainda não demos nenhuma garantia a nenhum banco. Temos apenas definido o quadro em que vamos dar essas garantias. Esse quadro está disponível, temos a autorização para o fazer por parte da Assembleia da República. Agora os bancos terão, digamos assim, de negociar com o Estado essa possibilidade. E essas condições das garantias serão definidas nas condições de mercado, claro está. Os bancos pagarão por essa garantia. No fundo, são todos os portugueses que estão a dar garantias aos bancos nacionais por forma a que eles se financiem internacionalmente e obtenham os recursos financeiros que são indispensáveis para financiar a nossa economia”, explicou o chefe de Governo.
José Sócrates deixou um recado aos Bancos dizendo que o Governo vai estar atento à forma como as instituições bancárias vão aplicar essas garantias.
“Estas garantias são orientadas para os novos créditos e aí há uma vigilância permanente por parte do Banco de Portugal, que tem hoje uma monitorização e uma supervisão muito detalhada ao nível da evolução do crédito, quer concedido a particulares quer concedido a empresas. O que nós pretendemos com estas garantias aos bancos é assegurar que os volumes de crédito concedidos no passado não evoluem negativamente. Continuamos a dar o mesmo crédito. E porquê? Por uma razão muito simples: precisamos desse dinheiro para continuar a financiar quer o investimento empresarial quer o investimento das famílias”, explicou Sócrates aos jornalistas João Marcelino e Paulo Baldaia.
Este é o momento de o Estado dar um sinal à economia
José Sócrates continua a defender a absoluta necessidade de continuar os investimentos públicos nas grandes obras.
“É muito importante dizer isto: nestas alturas de grandes dificuldades económicas, de crise financeira internacional com consequências nas economias nacionais, este é o momento para agir, para o Estado avançar”, afirmou o primeiro-ministro.
“Estes são tempos difíceis que exigem que se faça alguma coisa, e não que se desista de fazer. Este é o momento para o Estado se afirmar e dar um primeiro sinal de quem quer contrariar essa situação económica. É por isso que se havia razões para não desistirmos daquilo que é a modernização infra-estrutural do nosso país, agora muito menos razões há. Pelo contrário, há mais razões económicas para que todas as obras públicas de modernização infra-estrutural do nosso país se façam, porque não servirão apenas para melhorar a competitividade do País mas servirão também para no curto prazo garantir que mais gente tem emprego e que mais empresas têm condições para se afirmar na economia”, acrescentou o líder socialista contrapondo assim a sua à opinião da oposição parlamentar que tem criticado o Governo por querer continuar com as grandes obras públicas em tempos de crise internacional.
Questionado concretamente quanto à construção das auto-estradas, das barragens, do TGV e do novo aeroporto de Lisboa, o primeiro-ministro garantiu que “não só vão seguir porque o País precisa dessa modernização para melhorar a sua qualidade de vida e a competitividade da economia - nenhum país desiste de modernizar permanentemente as suas infra-estruturas -, como agora há mais razão para o fazer”.