País
Falhas no socorro. Presidente da República considera que "falta esclarecer vários pontos"
Marcelo diz que tem estado em contacto com o primeiro-ministro, acrescentando que Luís Montenegro "está consciente do problema".
O presidente da República considera que “falta esclarecer vários pontos” em relação às três mortes registadas esta semana relacionadas com atrasos no socorro do INEM, nomeadamente a rapidez de resposta, a coordenação entre INEM e bombeiros e a questão das macas.
“Há esclarecimentos que têm de ser dados. Não digo que seja necessariamente pela ministra, normalmente há porta-vozes encarregados desses esclarecimentos”, disse.
“Há problemas do setor que têm de ser resolvidos”, salientou Marcelo Rebelo de Sousa em declarações à RTP à margem da cerimónia da entrega de prémios Gazeta, em Cascais, esta sexta-feira.
Questionado sobre se não equaciona marcar uma reunião com ministra da Saúde, Marcelo diz que tem estado em contacto com o primeiro-ministro, acrescentando que Luís Montenegro “está consciente do problema”.
Na quinta-feira, Marcelo já tinha pedido explicações sobre as mortes relacionadas com atrasos no INEM, acrescentando que uma eventual decisão sobre a continuidade da ministra da Saúde só será tomada após as eleições presidenciais.
Desde a passada terça-feira, três pessoas morreram por atrasos na assistência do Instituto Nacional de Emergência Médica. Os óbitos foram registados no Seixal, Quinta do Conde e Tavira.
No debate quinzenal de quinta-feira, o primeiro-ministro lamentou estas mortes mas saiu em defesa da ministra da Saúde, rejeitando a sua demissão.
O INEM diz que o problema não é falta de ambulâncias mas sim as macas que ficam retidas nos hospitais. No entanto, o diretor executivo do SNS, Álvaro Almeida, já veio rejeitar que haja falta de macas nos hospitais e garante que o SNS “está a responder melhor do que no passado”.
“Há esclarecimentos que têm de ser dados. Não digo que seja necessariamente pela ministra, normalmente há porta-vozes encarregados desses esclarecimentos”, disse.
“Há problemas do setor que têm de ser resolvidos”, salientou Marcelo Rebelo de Sousa em declarações à RTP à margem da cerimónia da entrega de prémios Gazeta, em Cascais, esta sexta-feira.
Questionado sobre se não equaciona marcar uma reunião com ministra da Saúde, Marcelo diz que tem estado em contacto com o primeiro-ministro, acrescentando que Luís Montenegro “está consciente do problema”.
Na quinta-feira, Marcelo já tinha pedido explicações sobre as mortes relacionadas com atrasos no INEM, acrescentando que uma eventual decisão sobre a continuidade da ministra da Saúde só será tomada após as eleições presidenciais.
Desde a passada terça-feira, três pessoas morreram por atrasos na assistência do Instituto Nacional de Emergência Médica. Os óbitos foram registados no Seixal, Quinta do Conde e Tavira.
No debate quinzenal de quinta-feira, o primeiro-ministro lamentou estas mortes mas saiu em defesa da ministra da Saúde, rejeitando a sua demissão.
O INEM diz que o problema não é falta de ambulâncias mas sim as macas que ficam retidas nos hospitais. No entanto, o diretor executivo do SNS, Álvaro Almeida, já veio rejeitar que haja falta de macas nos hospitais e garante que o SNS “está a responder melhor do que no passado”.