País
"Impressionante". Presidente da República destaca "panóplia" de medidas do Governo
O presidente da República considera que as medidas aprovadas este domingo em Conselho de Ministros para apoiar as famílias afetadas pela depressão Kristin contemplam "uma panóplia de intervenções impressionante".
Em declarações aos jornalistas em Roma, onde vai encontrar-se com o presidente italiano e com o papa Leão XIV, Marcelo Rebelo de Sousa disse que sabia desde ontem as medidas que seriam hoje aprovadas em Conselho de Ministros.
“Não há dúvidas que estas medidas têm uma panóplia de intervenções impressionante, desde as moratórias relativamente às dívidas, às dívidas privadas, às dívidas à Segurança Social, às dívidas ao fisco”, enumerou.
O chefe de Estado realçou também o “apoio imediato às pessoas relativamente às intervenções mais urgentes no domínio do alojamento, no domínio dos telhados, no domínio do começo da reconstrução das casas”.
As medidas do Governo incluem igualmente “medidas urgentes de apoio às empresas”, além de “linhas de crédito das mais variadas”, realçou o presidente.
Marcelo Rebelo de Sousa destacou ainda o facto de o Governo “negociar com a Comissão Europeia aquilo que podem ser os fundos utilizáveis para financiamentos e para empréstimos”. O presidente disse aos jornalistas que, ao visitar o terreno, muitas pessoas lhe transmitiram uma “sensação de angústia” por não terem água, eletricidade e telecomunicações durante vários dias.
O pacote apresentado este domingo por Luís Montenegro “cobre o recurso ao lay-off como uma medida para empresas pequenas e médias que estejam numa situação muito aflitiva”, lembrou o chefe de Estado.
“Não há dúvidas que estas medidas têm uma panóplia de intervenções impressionante, desde as moratórias relativamente às dívidas, às dívidas privadas, às dívidas à Segurança Social, às dívidas ao fisco”, enumerou.
O chefe de Estado realçou também o “apoio imediato às pessoas relativamente às intervenções mais urgentes no domínio do alojamento, no domínio dos telhados, no domínio do começo da reconstrução das casas”.
As medidas do Governo incluem igualmente “medidas urgentes de apoio às empresas”, além de “linhas de crédito das mais variadas”, realçou o presidente.
Marcelo Rebelo de Sousa destacou ainda o facto de o Governo “negociar com a Comissão Europeia aquilo que podem ser os fundos utilizáveis para financiamentos e para empréstimos”. O presidente disse aos jornalistas que, ao visitar o terreno, muitas pessoas lhe transmitiram uma “sensação de angústia” por não terem água, eletricidade e telecomunicações durante vários dias.
O pacote apresentado este domingo por Luís Montenegro “cobre o recurso ao lay-off como uma medida para empresas pequenas e médias que estejam numa situação muito aflitiva”, lembrou o chefe de Estado.
“E eu, daquilo que vi no terreno, as pessoas não imaginavam – eu próprio não imaginava – como essas necessidades se somam e são imensas”.
Marcelo assegurou ainda que será vigilante em relação à execução das medidas até ao final do seu mandato. "São 35 dias em que vou acompanhar a par e passo aquilo que vier a ser feito", prometeu.
Sobre a criação de uma comissão técnica independente para avaliar os impactos do mau tempo nos últimos dias, o presidente disse não caber ao Governo neste momento “estar a substituir-se à Assembleia da República”, que decidirá se se essa comissão “faz sentido ou não”.
“Eu acho que sim”, vincou.
Questionado sobre se esta situação pode comparar-se de algum modo aos fogos rurais ou ao apagão, Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que “um apagão resolve-se em horas”, enquanto as casas e empresas destruídas demoram muito mais tempo a voltar ao normal.
“É como se se somassem os efeitos dos incêndios (…) a destruições em meio urbano, a destruição em edifícios, em indústria, em comércio” em “60 e tal municípios”, exemplificou. “É uma coisa muito maior”.
“É como se se somassem os efeitos dos incêndios (…) a destruições em meio urbano, a destruição em edifícios, em indústria, em comércio” em “60 e tal municípios”, exemplificou. “É uma coisa muito maior”.