Incêndios em Portugal. A situação ao minuto

Reportagem

Incêndios em Portugal. A situação ao minuto

Cerca de 1.400 operacionais e mais de quatro centenas de meios terrestres estavam esta quinta-feira, pelas 14h00, mobilizados para os incêndios de Torre de Moncorvo, Santo Tirso, Arouca e Boticas, na região Norte, que já estão todos em fase de resolução, de acordo com a Proteção Civil.

Joana Raposo Santos, Carlos Santos Neves - RTP / Adicionar como fonte informativa

Foto: Pedro Sarmento Costa - EPA

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Joana Raposo Santos - RTP / Adicionar como fonte informativa

Principais incêndios em fase de resolução. Operacionais evitam reacendimentos

Todos os principais incêndios que nos últimos dias lavraram em Portugal continental estão esta quinta-feira em fase de resolução. No terreno continuam largas centenas de operacionais em trabalhos de rescaldo, procurando evitar que surjam reacendimentos.

Pedro Sarmento Costa - EPA

Pelas 8h20, o fogo de Arouca, que deflagrou na segunda-feira em Bouceguedim, entrou em fase de resolução, depois de as frentes que ainda estavam ativas terem sido dominadas.

Ao início da tarde mantinham-se no terreno, de acordo com o site da Proteção Civil, cerca de 600 operacionais e aproximadamente 200 viaturas, assim como dois meios aéreos.

Bruno Silva, 2.º comandante sub-regional do Cávado, explicou de manhã à RTP que “o efetivo vai-se manter todo durante o dia” em Arouca, apesar de o incêndio ter entrado em fase de resolução.

“Temos muito trabalho ainda pela frente. Temos muitas operações de rescaldo”, vincou. O incêndio está “dominado mas ainda não completamente resolvido”.

Foi neste incêndio que, na madrugada de quarta-feira, um acidente de viação causou ferimentos em quatro bombeiros da corporação de voluntários de Arouca, com idades dos 31 aos 54 anos, que se deslocavam para o teatro de operações.

Das quatro vítimas, três foram consideradas graves, sofreram vários traumatismos e foram transportadas para o Hospital de Santa Maria da Feira.Boticas enfrentou "tsunami de fogo"
No concelho de Boticas, o incêndio que deflagrou na terça-feira em Nogueira e reativou no dia seguinte entrou em resolução pelas 9h20 desta quinta-feira. No terreno permaneciam, ao início da tarde, mais de 300 operacionais, uma centena de meios terrestres e três meios aéreos.

O fogo, que na última noite lavrou em zona de Mato, teve por último uma frente ativa em Chaves, mas não chegou a ameaçar aldeias.

Desde sábado, este foi o terceiro incêndio que deflagrou na freguesia de Ardãos e Bobadela, dois em Nogueira e outro em Ardãos, que se estendeu também ao concelho de Montalegre.

“Foram cinco dias de uma luta intensa” contra um incêndio que, “em determinadas alturas, chegou a ser um tsunami de fogo”, descreveu o autarca Guilherme Pires.Alijó, Santo Tirso e Torre de Moncorvo respiram de alívio
Durante a madrugada, também o incêndio que tinha deflagrado ontem na zona de Presandães, concelho de Alijó, foi dado como dominado. Durante o combate, cinco bombeiros sofreram ferimentos e dois deles foram assistidos no hospital por precaução.

O incêndio de Santo Tirso foi igualmente dominado, embora tenham ocorrido vários reacendimentos na quarta-feira.

O comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses explicou esta manhã à RTP que o vento deveria soprar com mais força a partir das 13h00 desta quinta-feira, pelo que os operacionais continuarão a manter-se atentos para evitar reacendimentos.

“A partir de hoje vamos ter ventos aqui nesta zona de cerca de 30 quilómetros por hora”, o que poderá dar origem “a novos focos de incêndio”, afirmou Vítor Pinto.

Também o incêndio de Carrazeda de Ansiães entrou em fase de resolução. Deflagrou no sábado, em Torre de Moncorvo, e chegou ao município vizinho. Em cinco dias, consumiu quatro mil hectares.
 Jornal da Tarde | 20 de agosto de 2026Perigo de incêndio em vários concelhos
Sete concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco e Guarda estão esta quinta-feira em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em causa estão os concelhos de Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Carrazeda de Ansiães (Bragança), Trancoso, Sabugal (Guarda) e Penamacor (Castelo Branco).

O IPMA colocou também mais de 50 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro em perigo muito elevado de incêndio.

Em perigo elevado estão mais de 60 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Bragança, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

c/ Lusa
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RTP /

Bombeiros fazem consolidação e vigilância dos fogos

Os incêndios que começaram em Torre de Moncorvo, Santos Tirso e em Boticas estão em fase resolução.

As temperaturas mais baixas ajudaram a resolver os grandes incêndios dos últimos dias.
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RTP /

Incêndio em Arouca está dominado

Ainda existem alguns pontos quentes, mas os bombeiros asseguram vigilância máxima

No terreno, permanecem 600 operacionais, com o apoio de três meios aéreos
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Fogos destruíram pasto, apiários e pinhal em freguesia de Boticas

Os incêndios que começaram nas aldeias de Nogueira e Ardãos desde sábado à noite atingiram cerca de 70% da área desta freguesia do concelho de Boticas e destruíram pinhal, apiários e pasto para os animais.

"Foi um prejuízo enorme para a freguesia", afirmou hoje à agência Lusa Paulo Costa, presidente da Junta de Ardãos e Bobadela, no concelho de Boticas, distrito de Vila Real.

Paulo Costa acredita que este incêndio resultou de uma reativação e referiu que, numa avaliação preliminar, as chamas atingiram cerca de 70% da área da freguesia.

"Uma área enorme, enormíssima, falamos para cima de cento e tal hectares, não contando o restante de ontem (quarta-feira) em que tornou a arder uma área enorme. Isto foi o balanço de três dias agora e vamos ver onde vai parar. Para a nossa freguesia foi uma perda total da vegetação, ficamos com a área 70% a preto", apontou.

De acordo com o autarca, as chamas atingiram pinhal já com 10 anos, mas também lameiros, pasto para os rebanhos de ovelhas e para o gado bovino e ainda apiários, salientando que só um apicultor perdeu cinco apiários, mais de uma centena de colmeias.

c/ Lusa
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RTP /

Situação calma em Boticas após "tsunami de fogo"

Esta manhã, em entrevista à RTP, o autarca de Boticas adiantou que os meios se mantêm no terreno.

“Está tudo sossegado, em fase de resolução, portanto acabou-se o sufoco. Tivemos cinco dias de incêndio com várias reativações”, declarou Guilherme Pires.

“Foram cinco dias de uma luta intensa” contra um incêndio que, “em determinadas alturas, chegou a ser um tsunami de fogo”, descreveu.

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Vento forte previsto para a tarde pode trazer reativações em Santo Tirso

Em Santo Tirso, o comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses explicou à RTP que o vento deverá soprar com mais força a partir das 13h00 desta quinta-feira, pelo que os operacionais continuarão a manter-se atentos para evitar reacendimentos.

“A partir de hoje vamos ter ventos aqui nesta zona de cerca de 30 quilómetros por hora”, o que poderá dar origem “a novos focos de incêndio”, afirmou Vítor Pinto.

No entanto, “a temperatura vai estar moderada para esta altura do ano, cerca de 25 graus, mas o vento hoje vai estar um bocadinho forte durante a tarde, o que poderá causar aqui alguma preocupação”.

Durante a noite houve “uma acalmia no teatro de operações” graças à elevada humidade.

“Mas tivemos também muitas reativações durante a noite, o que quer dizer que esta humidade acalma mas não elimina”, alertou o comandante.

“Vamos ter mais um dia de muito trabalho, com muita vigilância em todos os pontos que possam dar origem a grandes incêndios novamente”, acrescentou.

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Fogo que começou em Boticas está em resolução

O incêndio que deflagrou na terça-feira em Nogueira, concelho de Boticas, e reativou na quarta-feira, entrou em resolução, permanecendo 362 operacionais e cinco meios aéreos no terreno, segundo a Proteção Civil.

De acordo com informações da página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 10h00 estavam mobilizados para este fogo 362 operacionais, que contavam com o apoio de 113 viaturas e cinco meios aéreos.
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Incêndio em Arouca "dominado mas ainda não completamente resolvido"

Bruno Silva, 2.º comandante sub-regional do Cávado, explicou à RTP que “o efetivo vai-se manter todo durante o dia” em Arouca, apesar de o incêndio ter entrado em fase de resolução.

“Temos muito trabalho ainda pela frente. Temos muitas operações de rescaldo”, vincou. O incêndio está “dominado mas ainda não completamente resolvido”.

Os operacionais terão o apoio de meios aéreos, “porque temos uma adversidade que é a orografia do terreno”, acrescentou o comandante.

“Não podemos baixar a guarda, porque o objetivo é manter vigilância máxima”, afirmou.

Já a presidente da Câmara de Arouca detalhou que as condições durante a noite, nomeadamente a humidade elevada, permitiram controlar as chamas.

“Estamos hoje ainda preocupados, mas serenos porque temos o incêndio mais ou menos controlado, com alguns pontos que são de preocupação”, disse Margarida Belém.

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Fogo em Arouca em fase de resolução

O fogo que deflagrou segunda-feira em Bouceguedim, na freguesia de Moldes, Arouca, no distrito de Aveiro, entrou em fase de resolução pelas 8h20, de acordo com a Proteção Civil.

O comandante operacional de Arouca, Bruno Silva, explicou à Lusa que "duas frentes foram dominadas durante a noite, ficando apenas uma frente numa zona de escarpa", que foi, entretanto dominada.

Bruno Alves salientou que as condições meteorológicas "ajudaram muito" nos trabalhos de combate.

No terreno mantém-se, de acordo com página da Proteção Civil, um elevado número de operacionais, com 579 homens e 196 viaturas, para proceder aos trabalhos de rescaldo.

Foi neste incêndio que, na madrugada de quarta-feira, um acidente de viação causou ferimentos em quatro bombeiros. Das quatro vítimas, três foram consideradas graves.

c/ Lusa
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Forte dispositivo vigia situação em Torre de Moncorvo

A Proteção Civil explicou que o dispositivo vai continuar a vigiar a situação no incêndio que começou em Torre de Moncorvo e que chegou entretanto a Carrazeda de Ansiães, encontrando-se neste momento em fase de resolução.

O comandante sub-regional da Proteção Civil do Douro avançou, na última noite, que iria ser feito um acerto na renovação de meios.

“Vamos retirar alguns meios que, devido à sua especificidade, estão a fazer falta noutros teatros de operação, mas não vamos muito abaixo dos 400 operacionais”, afirmou Luís Miguel Fonseca.

“Até porque isto é um perímetro muito grande, muito extenso, que vai exigir uma continuação de trabalhos de continuação e rescaldo” com profissionais apeados, com linha de mangueira, com máquinas de rastos e com meios aéreos, enumerou.
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Fogo que começou em Boticas tem uma frente ativa em Chaves

O incêndio que deflagrou na terça-feira em Nogueira, concelho de Boticas, tem neste momento uma frente ativa na zona de Chaves, tendo sido dominadas as outras três frentes durante a noite, segundo o comandante das operações.

Durante a noite, o fogo lavrou em zona de mato, sem colocar aldeias em risco, disse à agência Lusa o comandante das operações de socorro (COS) e dos bombeiros e Boticas, no distrito de Vila Real, Carlos Gomes.

"Com bastante trabalho conseguimos os objetivos pretendidos e agora é só esperar para fechar o único setor que está por fechar", afirmou, referindo-se a uma zona na união das freguesias de Calvão e Soutelinho da Raia, no concelho de Chaves.

O comandante salientou que este vai ser um dia de muito trabalho no terreno, de rescaldo, consolidação e de vigilância para evitar uma nova reativação.

Relativamente à aérea ardida, Carlos Gomes disse que é "muito extensa", mas que só depois de concluído o incêndio é que será possível fazer uma avaliação.
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Carlos Santos Neves - RTP / Adicionar como fonte informativa

Temperaturas descem. Sete concelhos em perigo máximo de incêndio

Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Carrazeda de Ansiães, Trancoso, Sabugal e Penamacor são os concelhos em perigo máximo de incêndio.

As temperaturas máximas oscilam entre os 23 graus no Porto, Viana do Castelo e Guarda e os 30 em Évora, Beja e Castelo Branco | Estela Silva - Lusa

Sete concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco e Guarda encontram-se esta quinta-feira debaixo de perigo máximo de incêndio rural.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera coloca ainda mais de meia centena de concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro em perigo muito elevado de incêndio.

sob perigo muito elevado encontram-se mais de 60 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Bragança, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.São cinco os níveis na escala de perigo de incêndio rural do IPMA - de reduzido a máximo. A classificação é determinada com base na temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

Para esta quinta-feira, em Portugal continental, a meteorologia espera períodos de céu muito nublado, possibilidade de ocorrência de chuva fraca, até ao início da noite,  e vento por vezes forte na faixa costeira ocidental e nas terras altas, à tarde.

O IPMA prevê ainda possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais do litoral, uma ligeira descida de temperatura, embora com pequena subida da máxima no Algarve.

As temperaturas máximas oscilam entre os 23 graus Celsius no Porto, Viana do Castelo e Guarda e os 30 em Évora, Beja e Castelo Branco. As vão dos 13 graus na Guarda aos 19 em Faro e Beja.

c/ Lusa
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Ponto de situação
RTP /

Dois incêndios ativos: Boticas e Arouca

  • Mil operacionais compõem os dispositivos que estão a mover o combate às chamas em Boticas e Arouca, os dois incêndios ativos ao amanhecer desta quinta-feira;


  • O incêndio em Boticas lavrava, pelas 7h00, em zona de mato e pinhal e não ameaçava habitações;


  • O incêndio de Arouca estava a ser combatido por quase 600 operacionais. Este fogo, que deflagrou na segunda-feira, tem agora apenas uma frente ativa, perto da aldeia de Covelo de Paivó. Na quarta-feira, havia ainda três frentes, mas sem povoações em risco;


  • Três dos quatro bombeiros que ficaram feridos num despiste em Arouca permaneciam, na quarta-feira, nos cuidados intensivos. O carro de combate em que seguiam despistou-se numa zona de dificil acesso;


  • O incêndio de Santo Tirso está dominado, embora tenham ocorrido vários reacendimentos na quarta-feira;


  • Também o incêndio de Carrazeda de Ansiães entrou em fase de resolução. Deflagrou no sábado, em Torre de Moncorvo, e chegou ao município vizinho. Em cinco dias, consumiu quatro mil hectares;


  • O incêndio que deflagrou durante a tarde de quarta-feira em Presandães, no concelho de Alijó, foi dado como dominado pela 1h20, segundo a Proteção Civil;


  • Esta quinta-feira, são sete os concelhos em risco máximo de incêndio - Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Carrazeda de Ansiães, Trancosco, Sabugal e Penamacor. Com risco muito elevado está a zona litoral norte e em risco elevado de incêndio estão dezenas de concelhos de todo o país.
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Incêndio de Santo Tirso em fase de resolução após reacendimentos

O incêndio de Santo Tirso entrou em fase de resolução.

Durante o dia ocorreram vários reacendimentos, depois de várias casas terem à noite sido ameaçadas pelo fogo.
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Incêndio em Arouca. Várias aldeias na linha do fogo

Um veículo de combate a incêndios despistou-se em Arouca. O acidente deixou quatro bombeiros feridos, três em estado grave.

Desde segunda-feira que as chamas rondam o concelho, com várias aldeias na linha de fogo.
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Aldeia de Carrazeda de Ansiães permanece sob ameaça das chamas

O incêndio deflagrou há cinco dias em Torre de Moncorvo e queimou mais de três mil hectares de mato e terrenos agrícolas.

O fogo permanece perto de uma aldeia de Carrazeda de Ansiães.
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