País
Eleiçoes Legislativas 2022
Legislativas 2022. "Nós, Cidadãos!" quer eleger um deputado para levar a cidadania ao parlamento
Na terceira corrida ao parlamento, o partido Nós, Cidadãos! definiu como objetivo a eleição de, pelo menos, um deputado e comprometeu-se a fazer chegar à Assembleia da República a cidadania em pleno.
“Nós iremos assumir esse compromisso com Portugal que a cidadania vai entrar de forma plena no parlamento, sem precisar de muletas de ideologias, de jogos de bastidores e de poder, porque não é isso que leva o país para a frente”, declarou o presidente do partido.
É a terceira vez que o Nós, Cidadãos! concorre a eleições legislativas, mas em 2015 não foi além dos 22 mil votos e, em 2019, dos 13 mil votos. Este ano, quer ir mais longe e, em entrevista à agência Lusa, Joaquim Afonso desenhou a meta.
“O objetivo mínimo são 50 mil votos para podermos ter uma subvenção (…) e eleger, pelo menos, um deputado. Eu tenho esperança de que consigamos eleger três, mas vamos ver”, apontou.
O partido que nasceu como um movimento de cidadãos vê a necessidade de mudar como urgente e recusa que a resposta para essa mudança esteja nos partidos, mas antes na sociedade civil. “Temos que perder esta mania de que eles, os políticos, é que sabem”, sublinhou.
Por isso, a reforma do sistema eleitoral é uma das propostas que refere como prioritárias no programa com que se apresenta às legislativas de 30 de janeiro e a grande alteração que defende é a possibilidade de candidatos independentes irem também a eleições para a Assembleia da República.
Entre outras medidas, o Nós, Cidadãos!, que rejeita a dicotomia esquerda-direita, iça a bandeira do combate à corrupção, defende o reforço da coesão territorial, políticas ambientais e uma sociedade “com uma classe média forte” que não seja forçada a sujeitar-se àquilo que descreve como a agenda que as minorias querem impor ao resto do país.
“Estas eleições não fazem qualquer tipo de sentido, porque não houve nenhuma moção de censura no parlamento. O chumbo do orçamento é grave, mas na nossa opinião não justificaria (eleições antecipadas)”, refere.
No que toca ao atual contexto pandémico, Joaquim Afonso avaliou negativamente a gestão da pandemia ao longo dos últimos dois anos, falando em desnorte e em medidas “em cima do joelho”.
“Não há planeamento, não há orientação, não há nenhuma estratégia delineada e, portanto, como nós dizemos em gíria naval, o que se tem vindo a fazer na gestão da pandemia é navegação à vista”, acrescentou o também antigo militar da Marinha.
Nas últimas eleições legislativas, em 2019, o Nós, Cidadãos! conseguiu 12.379 votos (0,24%).
É a terceira vez que o Nós, Cidadãos! concorre a eleições legislativas, mas em 2015 não foi além dos 22 mil votos e, em 2019, dos 13 mil votos. Este ano, quer ir mais longe e, em entrevista à agência Lusa, Joaquim Afonso desenhou a meta.
“O objetivo mínimo são 50 mil votos para podermos ter uma subvenção (…) e eleger, pelo menos, um deputado. Eu tenho esperança de que consigamos eleger três, mas vamos ver”, apontou.
O partido que nasceu como um movimento de cidadãos vê a necessidade de mudar como urgente e recusa que a resposta para essa mudança esteja nos partidos, mas antes na sociedade civil. “Temos que perder esta mania de que eles, os políticos, é que sabem”, sublinhou.
Por isso, a reforma do sistema eleitoral é uma das propostas que refere como prioritárias no programa com que se apresenta às legislativas de 30 de janeiro e a grande alteração que defende é a possibilidade de candidatos independentes irem também a eleições para a Assembleia da República.
Entre outras medidas, o Nós, Cidadãos!, que rejeita a dicotomia esquerda-direita, iça a bandeira do combate à corrupção, defende o reforço da coesão territorial, políticas ambientais e uma sociedade “com uma classe média forte” que não seja forçada a sujeitar-se àquilo que descreve como a agenda que as minorias querem impor ao resto do país.
“Estas eleições não fazem qualquer tipo de sentido, porque não houve nenhuma moção de censura no parlamento. O chumbo do orçamento é grave, mas na nossa opinião não justificaria (eleições antecipadas)”, refere.
No que toca ao atual contexto pandémico, Joaquim Afonso avaliou negativamente a gestão da pandemia ao longo dos últimos dois anos, falando em desnorte e em medidas “em cima do joelho”.
“Não há planeamento, não há orientação, não há nenhuma estratégia delineada e, portanto, como nós dizemos em gíria naval, o que se tem vindo a fazer na gestão da pandemia é navegação à vista”, acrescentou o também antigo militar da Marinha.
Nas últimas eleições legislativas, em 2019, o Nós, Cidadãos! conseguiu 12.379 votos (0,24%).