País
Líder do PSD diz que não há “dinheiro para nada”
Manuela Ferreira Leite contestou uma vez mais as obras anunciadas pelo Governo. A líder do PSD afirmou que o “país não tem dinheiro”. E quer saber como e quando serão pagos os investimentos.
Em entrevista à TVI, a responsável pelo maior partido da Oposição quer que o Governo “explicite, para cada um dos investimentos, como é que o vai pagar, quais são os contratos, quais são as condições em que vão surgir, em que ano surgem os encargos e quais os montantes”.
Para Ferreira Leite, “não há direito, não há legitimidade democrática para um Governo tomar decisões cujas consequências caem em cima de outros sem previamente ter dado essa explicação e essas informações”.
País endividado
Questionada sobre se considera que não há “dinheiro para nada” (estradas, aeroporto, barragens), Ferreira Leite responde que não “porque o país está de tal forma endividado que não acredito que esteja ali um bocadinho de dinheiro específico para isto”.
“De resto o próprio Governo anuncia que nada vai ter de ser pago neste momento”, acrescentou. “Pior do que isso é que só começa a ser pago em 2014”.
“Não pode um Governo ficar depois perante factos consumados”, disse. “Eu tenho o direito de exigir ao Governo essa informação e não vou largar esse ponto”.
PS reage a entrevista de Manuela Ferreira Leite
O porta-voz do PS disse que a ex-ministra das Finanças “continua com a síndrome” do seu antecessor, “de não ser capaz de apresentar medidas, ideias alternativas ao Governo”.
Vitalino Canas afirmou ainda que Ferreira Leite continua com a “obsessão do défice público” e elabora um “discurso político” assente “na crítica, nas interrogações, nas dúvidas mas sem apresentar uma alternativa ao país”.
Na entrevista à TVE, Manuela Ferreira Leite afirmou que a sua responsabilidade é “obrigar o Governo a esclarecer as medidas que toma” e que “quando me apresentar ao eleitorado em eleições tenho obrigação de apresentar as minhas propostas”.
Para Ferreira Leite, “não há direito, não há legitimidade democrática para um Governo tomar decisões cujas consequências caem em cima de outros sem previamente ter dado essa explicação e essas informações”.
País endividado
Questionada sobre se considera que não há “dinheiro para nada” (estradas, aeroporto, barragens), Ferreira Leite responde que não “porque o país está de tal forma endividado que não acredito que esteja ali um bocadinho de dinheiro específico para isto”.
“De resto o próprio Governo anuncia que nada vai ter de ser pago neste momento”, acrescentou. “Pior do que isso é que só começa a ser pago em 2014”.
“Não pode um Governo ficar depois perante factos consumados”, disse. “Eu tenho o direito de exigir ao Governo essa informação e não vou largar esse ponto”.
PS reage a entrevista de Manuela Ferreira Leite
O porta-voz do PS disse que a ex-ministra das Finanças “continua com a síndrome” do seu antecessor, “de não ser capaz de apresentar medidas, ideias alternativas ao Governo”.
Vitalino Canas afirmou ainda que Ferreira Leite continua com a “obsessão do défice público” e elabora um “discurso político” assente “na crítica, nas interrogações, nas dúvidas mas sem apresentar uma alternativa ao país”.
Na entrevista à TVE, Manuela Ferreira Leite afirmou que a sua responsabilidade é “obrigar o Governo a esclarecer as medidas que toma” e que “quando me apresentar ao eleitorado em eleições tenho obrigação de apresentar as minhas propostas”.