País
Mais de cinco dezenas de arquitetos voluntariaram-se em quatro dias para ajudar vítimas do mau tempo
A bolsa de arquitetos voluntários é uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos em parceria com a Ordem dos Engenheiros para ajudar os cidadãos afetados na avaliação de danos e na recuperação de edifícios.
“A elevada adesão demonstra o forte compromisso da classe com o serviço público e com a reconstrução das comunidades atingidas”, sublinha Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos, em comunicado enviado às reedações.Os profissionais estão preparados para a identificação de necessidades prioritárias e na definição de soluções técnicas adequadas e seguras e na elaboração de estimativas credíveis para a recuperação urgente de edifícios e bens.
Continua aberta a possibilidade de inscrição como voluntário. Há um formulário de inscrição disponível online nas plataformas digitais da Ordem dos Arquitetos para os profissionais que queiram juntar-se a esta bolsa de apoio às vítimas. A Ordem estima que esta iniciativa ainda vá crescer “de forma relevante” nos próximos dias.
Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transportes, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, além de centenas de feridos e desalojados.
Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
Continua aberta a possibilidade de inscrição como voluntário. Há um formulário de inscrição disponível online nas plataformas digitais da Ordem dos Arquitetos para os profissionais que queiram juntar-se a esta bolsa de apoio às vítimas. A Ordem estima que esta iniciativa ainda vá crescer “de forma relevante” nos próximos dias.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transportes, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, além de centenas de feridos e desalojados.
Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
c/ Lusa