Manifestantes pela habitação voltam a sair às ruas

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Manifestantes pela habitação voltam a sair às ruas

As manifestações pelo direito à habitação estão de regresso este sábado. Em Lisboa, a manifestação vai começar no Largo Camões e segue em direção ao Rossio. No Porto, o protesto começa na Batalha e termina na Praça D. João I.

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Estela Silva - Lusa

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Manifestantes começam a concentrar-se em Lisboa e no Porto

Vários manifestantes já se encontram no Largo Camões, em Lisboa. A manifestação vai seguir em direção ao Rossio e está previsto que voltem a ser montadas tendas.

No Porto, várias pessoas também já estão reunidas na Batalha. A manifestação vai terminar na praça D. João I.
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Carga policial. José Luís Carneiro acusa Governo de "autoritarismo"

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Habitação. Grupo de cidadãos pede intervenção do Mecanismo de Prevenção da Tortura

Um grupo de cidadãos pediu à Provedora de Justiça que intervenha enquanto Mecanismo Nacional de Prevenção da Tortura e dos Maus-Tratos. O pedido surge tendo em conta que está previsto um novo acampamento na Praça do Rossio, em Lisboa.

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Manifestantes pela habitação voltam a sair à rua para exigirem soluções

Vai ser um sábado de protesto. Estão marcadas novas manifestações, em várias cidades, pelo direito à habitação.

Foto: Miguel A. Lopes - Lusa

Em Lisboa, a manifestação vai começar no Largo Camões e segue em direção ao Rossio. No Porto, o protesto começa na Batalha e termina na Praça D. João I.

Sob o lema "Não temos casas, ficam as tendas", o movimento "Acampada de Lisboa" quer novamente montar tendas e passar a noite na praça.

São esperadas milhares de pessoas nas ruas. Os manifestantes prometem não desistir da luta, mesmo depois da carga policial da madrugada do último domingo.
O ministro da Administração Interna apelou à tranquilidade e diz esperar que os protestos decorram "dentro da normalidade e legalidade".

A PSP pediu a interdição do espaço aéreo, que teve parecer positivo da Autoridade Aeronáutica Nacional, mas os drones da comunicação social vão poder voar.
Protestos da última noite decorreram pacificamente

Em Lisboa, a última noite foi pacífica no Rossio. Centenas de pessoas juntaram-se na assembleia popular que terminou por volta da meia-noite.

Ficou decidido que as Assembleias vão manter-se às 21h00 todos os dias, exceto aos sábados e às quartas-feiras, dias em que são antecipadas para as 19h00.

Os manifestantes votaram também para não permitir o acesso dos jornalistas a este espaço. A proposta foi chumbada.

Quanto à manifestação deste sábado, deixaram o alerta que cada um deve responsabilizar-se pela própria segurança e ensaiaram o que fazer se houver intervenção policial.

No Porto, a noite foi também marcada pela tranquilidade. Os manifestantes juntaram-se em mais uma Assembleia Popular, mas não ficou decidido se vão ou não acampar esta noite.

Também ainda não há consenso relativamente à reunião com o autarca Pedro Duarte e ao local onde o encontro deve acontecer.

Depois da assembleia, um grupo de jovens manteve-se na praça Dom João I com música e danças, mas pouco depois da meia-noite acabaram por desmobilizar.
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