Mortágua volta a encabeçar lista do BE por Lisboa à qual regressa Jorge Costa

por Lusa

A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, voltará a encabeçar a lista do partido por Lisboa nas legislativas antecipadas, seguida por Fabian Figueiredo e por Jorge Costa, que regressa após não se ter candidatado nas últimas eleições.

Estes nomes constam da proposta aprovada esta noite pelo plenário distrital de Lisboa, à qual a agência Lusa teve acesso, que seguirá agora para Mesa Nacional do BE, que tem poder para decidir o primeiro quinto dos candidatos nos círculos com mais de três deputados.

Mariana Mortágua, que assumiu este ano a liderança do partido, será a cabeça de lista dos bloquistas por Lisboa pela quarta vez consecutiva, a primeira foi nas eleições legislativas de 2015, repetindo depois em 2019 e também nas antecipadas de 2022.

Economista com 37 anos, a coordenadora do BE assumiu o lugar de deputada pela primeira vez em 2013, a meio de uma legislatura em substituição de Ana Drago, uma decisão então criticada por um conjunto de militantes já que Mariana Mortágua estava em 14.º na lista, mas justificada pela direção pelos conhecimentos em economia, uma necessidade do grupo parlamentar.

Em número dois na lista aprovada esta noite surge Fabian Figueiredo, que fica no lugar deixado pelo líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, que no início desta semana anunciou que não se iria recandidatar ao lugar de deputado, saindo do parlamento no final desta legislatura.

Fabian Figueiredo já tinha substituído Pedro Filipe Soares como deputado em 2021, quando este gozou a sua licença parental, tendo então sido a estreia no hemiciclo do dirigente bloquista com 34 anos, sociólogo e que já foi cabeça de lista pelo partido à Câmara de Loures.

Uma das novidades é o regresso do dirigente Jorge Costa como número três da lista de candidatos do BE à Assembleia da República pelo círculo eleitoral de Lisboa.

O jornalista de 48 anos tinha saído das listas que o BE apresentou às legislativas antecipadas de janeiro de 2022, tendo então explicado que, depois de seis anos como deputado, tinha proposto à direção do BE a sua saída das listas para se poder dedicar "à organização partidária".

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