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Pós-depressão Kristin e a evolução do estado do tempo

Mosteiro da Batalha perde seis ciprestes nos claustros

Mosteiro da Batalha perde seis ciprestes nos claustros

Seis ciprestes que existiam no interior do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha, no distrito de Leiria, caíram na sequência da passagem da depressão Kristin, informou hoje a diretora do monumento.

Lusa /

"Os danos principais são a queda dos seis ciprestes nos claustros Real e de D. Afonso V, que precisam de ser removidos", respondeu a diretora do Mosteiro da Batalha, Clara Moura Soares.

Uma das árvores caídas, ao embater no edifício, "danificou algumas flores de lis de pedra de coroamento", acrescentou a responsável.

A força do vento provocou também "o desprendimento das extremidades de alguns pináculos em diversos pontos do monumento".

Os claustros foram as zonas mais afetadas no Mosteiro da Batalha e será aí, de acordo com Clara Moura Soares, que se vão evidenciar mais diferenças na futura visitação.

"Os visitantes vão notar, essencialmente, a ausência das árvores, que eram de grande porte e preenchiam os dois jardins", salientou.

O monumento está atualmente encerrado ao público, dependendo a reabertura da desobstrução dos claustros: "Esperamos que tal possa suceder em breve".

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha (distrito de Leiria), resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.

O monumento é Património Mundial da Unesco - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura desde 1983.

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