País
Principais incêndios em fase de resolução. Operacionais evitam reacendimentos
Todos os principais incêndios que nos últimos dias lavraram em Portugal continental estão esta quinta-feira em fase de resolução. No terreno continuam largas centenas de operacionais em trabalhos de rescaldo, procurando evitar que surjam reacendimentos.
Pelas 8h20, o fogo de Arouca, que deflagrou na segunda-feira em Bouceguedim, entrou em fase de resolução, depois de as frentes que ainda estavam ativas terem sido dominadas.
Ao início da tarde mantinham-se no terreno, de acordo com o site da Proteção Civil, cerca de 600 operacionais e aproximadamente 200 viaturas, assim como dois meios aéreos.
Bruno Silva, 2.º comandante sub-regional do Cávado, explicou de manhã à RTP que “o efetivo vai-se manter todo durante o dia” em Arouca, apesar de o incêndio ter entrado em fase de resolução.
“Temos muito trabalho ainda pela frente. Temos muitas operações de rescaldo”, vincou. O incêndio está “dominado mas ainda não completamente resolvido”.
Foi neste incêndio que, na madrugada de quarta-feira, um acidente de viação causou ferimentos em quatro bombeiros da corporação de voluntários de Arouca, com idades dos 31 aos 54 anos, que se deslocavam para o teatro de operações.
Das quatro vítimas, três foram consideradas graves, sofreram vários traumatismos e foram transportadas para o Hospital de Santa Maria da Feira.Boticas enfrentou "tsunami de fogo"
No concelho de Boticas, o incêndio que deflagrou na terça-feira em Nogueira e reativou no dia seguinte entrou em resolução pelas 9h20 desta quinta-feira. No terreno permaneciam, ao início da tarde, mais de 300 operacionais, uma centena de meios terrestres e três meios aéreos.
O fogo, que na última noite lavrou em zona de Mato, teve por último uma frente ativa em Chaves, mas não chegou a ameaçar aldeias.
Desde sábado, este foi o terceiro incêndio que deflagrou na freguesia de Ardãos e Bobadela, dois em Nogueira e outro em Ardãos, que se estendeu também ao concelho de Montalegre.
“Foram cinco dias de uma luta intensa” contra um incêndio que, “em determinadas alturas, chegou a ser um tsunami de fogo”, descreveu o autarca Guilherme Pires.Alijó, Santo Tirso e Torre de Moncorvo respiram de alívio
Durante a madrugada, também o incêndio que tinha deflagrado ontem na zona de Presandães, concelho de Alijó, foi dado como dominado. Durante o combate, cinco bombeiros sofreram ferimentos e dois deles foram assistidos no hospital por precaução.
O incêndio de Santo Tirso foi igualmente dominado, embora tenham ocorrido vários reacendimentos na quarta-feira.
O comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses explicou esta manhã à RTP que o vento deveria soprar com mais força a partir das 13h00 desta quinta-feira, pelo que os operacionais continuarão a manter-se atentos para evitar reacendimentos.
“A partir de hoje vamos ter ventos aqui nesta zona de cerca de 30 quilómetros por hora”, o que poderá dar origem “a novos focos de incêndio”, afirmou Vítor Pinto.
Também o incêndio de Carrazeda de Ansiães entrou em fase de resolução. Deflagrou no sábado, em Torre de Moncorvo, e chegou ao município vizinho. Em cinco dias, consumiu quatro mil hectares. Jornal da Tarde | 20 de agosto de 2026Perigo de incêndio em vários concelhos
Sete concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco e Guarda estão esta quinta-feira em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Em causa estão os concelhos de Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Carrazeda de Ansiães (Bragança), Trancoso, Sabugal (Guarda) e Penamacor (Castelo Branco).
O IPMA colocou também mais de 50 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro em perigo muito elevado de incêndio.
Em perigo elevado estão mais de 60 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Bragança, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.
c/ Lusa
Ao início da tarde mantinham-se no terreno, de acordo com o site da Proteção Civil, cerca de 600 operacionais e aproximadamente 200 viaturas, assim como dois meios aéreos.
Bruno Silva, 2.º comandante sub-regional do Cávado, explicou de manhã à RTP que “o efetivo vai-se manter todo durante o dia” em Arouca, apesar de o incêndio ter entrado em fase de resolução.
“Temos muito trabalho ainda pela frente. Temos muitas operações de rescaldo”, vincou. O incêndio está “dominado mas ainda não completamente resolvido”.
Foi neste incêndio que, na madrugada de quarta-feira, um acidente de viação causou ferimentos em quatro bombeiros da corporação de voluntários de Arouca, com idades dos 31 aos 54 anos, que se deslocavam para o teatro de operações.
Das quatro vítimas, três foram consideradas graves, sofreram vários traumatismos e foram transportadas para o Hospital de Santa Maria da Feira.Boticas enfrentou "tsunami de fogo"
No concelho de Boticas, o incêndio que deflagrou na terça-feira em Nogueira e reativou no dia seguinte entrou em resolução pelas 9h20 desta quinta-feira. No terreno permaneciam, ao início da tarde, mais de 300 operacionais, uma centena de meios terrestres e três meios aéreos.
O fogo, que na última noite lavrou em zona de Mato, teve por último uma frente ativa em Chaves, mas não chegou a ameaçar aldeias.
Desde sábado, este foi o terceiro incêndio que deflagrou na freguesia de Ardãos e Bobadela, dois em Nogueira e outro em Ardãos, que se estendeu também ao concelho de Montalegre.
“Foram cinco dias de uma luta intensa” contra um incêndio que, “em determinadas alturas, chegou a ser um tsunami de fogo”, descreveu o autarca Guilherme Pires.Alijó, Santo Tirso e Torre de Moncorvo respiram de alívio
Durante a madrugada, também o incêndio que tinha deflagrado ontem na zona de Presandães, concelho de Alijó, foi dado como dominado. Durante o combate, cinco bombeiros sofreram ferimentos e dois deles foram assistidos no hospital por precaução.
O incêndio de Santo Tirso foi igualmente dominado, embora tenham ocorrido vários reacendimentos na quarta-feira.
O comandante dos Bombeiros Voluntários Tirsenses explicou esta manhã à RTP que o vento deveria soprar com mais força a partir das 13h00 desta quinta-feira, pelo que os operacionais continuarão a manter-se atentos para evitar reacendimentos.
“A partir de hoje vamos ter ventos aqui nesta zona de cerca de 30 quilómetros por hora”, o que poderá dar origem “a novos focos de incêndio”, afirmou Vítor Pinto.
Também o incêndio de Carrazeda de Ansiães entrou em fase de resolução. Deflagrou no sábado, em Torre de Moncorvo, e chegou ao município vizinho. Em cinco dias, consumiu quatro mil hectares. Jornal da Tarde | 20 de agosto de 2026Perigo de incêndio em vários concelhos
Sete concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco e Guarda estão esta quinta-feira em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Em causa estão os concelhos de Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro, Carrazeda de Ansiães (Bragança), Trancoso, Sabugal (Guarda) e Penamacor (Castelo Branco).
O IPMA colocou também mais de 50 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro em perigo muito elevado de incêndio.
Em perigo elevado estão mais de 60 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Bragança, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.
c/ Lusa